Localização da ICMV

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domingo, 7 de setembro de 2008

Júbilo 2008 Primeiro Momento da Manhã de domingo 07-09-08




É tempo de agitar as águas


Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo. (Salmo 46:4)


O ministrante Pastor Luciano Tinoco, depois de ler o salmo em epígrafe, lembrou à Igreja que onde Deus move o Seu agitar produz alegria, por isso a Bíblia diz que existe um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus.
Não pode haver correntes de águas se elas estiverem paradas. E se há corrente não há águas paradas, pois o mover das águas é que produzem as correntes e águas paradas não são bênçãos nem na vida do cristão, nem para Deus.
O pastor lembrou que se as águas estão paradas na vida pessoal, profissional ou no casamento elas não produzem alegrias.
“Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre”, diz esse versículo de João 7:38, e a partir dele podemos perceber que uma vida abençoada com Deus, profunda, íntima, com avivamento tem que ser uma vida Ana qual as águas se movem. Deus não é Deus de águas paradas. As águas da vida do cristão tem que estar em constante mover, não podem parar de jorrar, elas são um manancial.
Mas, assegurou o pastor Tinoco, o mover dessas águas não dependem de Deus. Mas se você crê. Quando você crê, você é o responsável pelo mover das águas em sua vida, destacou ele. Somos responsáveis por fazer as águas se agitarem ou pararem. E não podemos permitir que as águas aparem em nossas vidas em nenhuma área.
Perguntou o ministrante à Igreja: como está o seu casamento? A sua vida profissional?
Precisamos entender que não podemos permitir que as águas parem em nossas vidas, sabendo que há dois tipos de água: as que se movem e as paradas. Ou uma ou outra toma conta de nós.
Se na nossa vida só há águas paradas, é tempo de recordar um ditado popular que não contraria o que dizem as escrituras: “águas paradas não movem moinhos”.
Nesse momento, o ministrante, comparou as turbinas que movem as águas para que se crie energia. E, se falta energia em nossa vida é porque as águas estão paradas. Se não há energia, não há luz, não há calor, não se cozinha os alimentos, não há fogo para a esterilização. A energia vem do mover das águas em nós.
O Pastor citou o texto da cura do paralitico por Jesus no tanque de Betesda, narrado por João 5:2-4:
2-Ora, em Jerusalém há, próximo à porta das ovelhas, um tanque, chamado em hebreu Betesda, o qual tem cinco alpendres.
3 Nestes jazia grande multidão de enfermos, cegos, mancos e ressicados, esperando o movimento da água.
4 Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água; e o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse.
Lembrou que há 38 anos aquele homem esperava o mover das águas para ter a oportunidade de ser jogado nas águas e ser curado. O tanque estava sempre ali, mas o sobrenatural de Deus só acontecia quando as águas se moviam. Quando as águas param na vida da gente, não há unção, praticamos um cristianismo medíocre, vamos à igreja como se estivéssemos indo a um clube social, assim levamos também uma vida medíocre, com relacionamentos medíocres, num tanque de águas paradas, comparou o preletor.
Mas quando as águas são agitadas, um simples tanque surpreende a todos.
O pastor exortou aos presentes a deixar de ser um(a) esposo(a) medíocre, um empresário medíocre, um crente sem unção e a agitar as águas.
Nada há que não possa ser resolvido se as águas de Deus se movem, porque elas produzem milagres, mas só depende de nós, reiterou o ministrante.
As águas que se movem trazem mudanças. Mas vejam o que acontece numa vida de águas paradas:
1. Produzem lodo: o cristão de águas paradas, acomodado, não se envolve. Vive cheio de desculpas. Nunca tem tempo para ir à igreja. Está sempre cheio de trabalho, de estudos, de compromissos e mal assiste a um culto, enquanto deveria cultuar sempre o Deus que tudo pode, que tudo sabe, que tudo vê. Está sempre deixando para depois, mas a vontade de Deus é agora. Deus tem pressa. E lodo é sujeira. Embaça as águas, como embaça a vista do cristão, que se acostuma com o pecado. A sujeira tira a visão. Assim, ele não vê a vontade de Deus. Não contempla o que Deus quer para ele. Por isso, exortou, “não deixe as águas pararem!”
2. Produzem podridão: se há podridão, há mal cheiro, há morte. Na vida do cristão de águas paradas, os projetos são mortos, os sonhos são mortos, as palavras são de derrota, as atitudes cheiram mal, porque as águas não se movem.
3. Produzem doenças: o comportamento do cristão de águas paradas é doentio, são alvos fáceis de vírus, de enganação. Fica impregnado de raiva e de mágoa por qualquer tolice.
Mas águas que se movem produzem vida e milagres, como se vê em João 5:4.
O ministrante lembrou-nos de que podemos escolher: ser o anjo que agita as águas, ou o paralítico que espera a compaixão de alguém.
Se ele tivesse iniciativa, talvez não precisasse esperar por 38 anos. E nós, perguntou o pastor, há quantos anos esperamos o milagre em nossas vidas. Quantas vezes nesse tempo vimos a glória de Deus curar outras pessoas a nossa frente, alcançar quem estava à nossa direita, prosperar quem está atrás e nada para nós?
Queremos ser o paralítico que ficou anos e anos aguardando? Ou queremos ser o anjo que desceu e agitou as águas?
A pergunta é: qual deles queremos ser?
O Espírito de Deus confronta a Igreja e diz que está sendo chamada para agitar as águas em todas as áreas: no casamento, no ministério, no trabalho.
O ministrante observou que muitos se escondem na sua timidez e preferem ficar paralíticos, murmurando: “fulano entrou e já foi curado, já foi abençoado, tem um casamento estável, e eu estou há tempo esperando e nada muda, nada de Deus olhar para mim...” Isso ocorre porque há pessoas que preferem ficar ao lado do tanque. Jesus teve misericórdia do paralítico que só justificava e deu-lhe uma chance. Mas é preciso parar com essa atitude de justificativa, de autocomiseração. Deixar de ser um paralítico na fé. Se ninguém quiser ajudar, mergulhe, aconselhou o pastor.
Mas é preciso observar algo extremamente importante nesse texto, “Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água; e o primeiro que ali descia...” O anjo que agitava as águas descia. Antes de tudo, há que se descer. O segredo está em descer. Descer da arrogância, da prepotência, do orgulho, da máscara, da indolência, do marasmo, da indiferença. No casamento, no trabalho, no ministério, há pessoas que querem agitar as águas a sua maneira, não descem de seu pedestal.
Ao final, o pastor desejou que essa palavra tenha chegado ao coração da Igreja, conclamando a todos a descer do orgulho, das desculpas para justificar que não faz, que não dá, que não pode, que não é...
Descer do altar das desculpas miseráveis e agitar as águas. Esse é o nosso papel, mas quem faz acontecer o milagre é Deus.

Um comentário:

pastortinoco disse...

reintero a palavra que ministramos em Deus no júbilo do ano pasado. Vida de bençãos e vida do mover das águas do Espírito Santo de Deus.
Vamos descer ao tanque e mergulhar ao primeiro sinal do mover de Deus.
Que a unção continue falando forte e alto no coração da igreja nomundo.
Foi e sempre será uma grande honra servir ao Senhor na nossa ICMV em Brasilia.