Localização da ICMV

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Culto de Despertar da Fé em 28-01-09


É Tempo de Unidade

Malaquias 4
1 Porque eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como a palha; e o dia que está para vir os abrasará, diz o SENHOR dos Exércitos, de sorte que lhes não deixará nem raiz nem ramo.
2 Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerros da estrebaria.
3 E pisareis os ímpios, porque se farão cinza debaixo das plantas de vossos pés, naquele dia que estou preparando, diz o SENHOR dos Exércitos.
4 Lembrai-vos da lei de Moisés, meu servo, que lhe mandei em Horebe para todo o Israel, a saber, estatutos e juízos.
5 Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR;
6 E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição.

O ministrante, Bispo Roberto Marques, iniciou a palavra da noite, afirmando que Jesus veio para cumprir a palavra e não para revogá-la e com base do texto do último capítulo do último livro do Antigo Testamento, afirmou à Igreja que somos povo escolhido por Deus, povo eleito para ser Seus servos, e por Ele abençoados. O bispo reiterou que Deus nos escolheu para demonstrar o Seu amor e explicou que Ele faz separação entre o justo e o ímpio, assegurando que está determinado o tempo da destruição do perverso. A ira de Deus já se acendera contra toda iniqüidade e virá destruir o iniquo e o soberbo.
O ministrante explicou que, para os profetas o dia do Senhor é terrível, mas lembrou que Pedro no seu sermão, quando mencionava o dia do Senhor, no dia de Pentecostes, afirmava ser um dia glorioso. Para os que estavam sob a lei o dia era preocupante, mas aqueles que viviam sob a graça tinham uma visão diferente, como está registrado em Atos 2: 14-21:

14 Pedro, porém, pondo-se em pé com os onze, levantou a sua voz, e disse-lhes: Homens judeus, e todos os que habitais em Jerusalém, seja-vos isto notório, e escutai as minhas palavras.
15 Estes homens não estão embriagados, como vós pensais, sendo a terceira hora do dia.
16 Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel:
17 E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; E os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, Os vossos jovens terão visões, E os vossos velhos terão sonhos;
18 E também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e as minhas servas naqueles dias, e profetizarão;
19 E farei aparecer prodígios em cima, no céu; E sinais em baixo na terra, Sangue, fogo e vapor de fumo.
20 O sol se converterá em trevas, E a lua em sangue, Antes de chegar o grande e glorioso dia do Senhor;
21 E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.

Para nós será dia de glória. Nós ansiamos e almejamos esse dia. E os sinais serão derramados sobre toda a carne, sobre todos aqueles que têm a promessa. O bispo reportou-se ao verso 2 de Malaquias 4 2 “Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerros da estrebaria”, lembrando que Jesus é o nosso sol de justiça. Ele nasceu para trazer a salvação “Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens”, conforme escreve João 1: 4.
O bispo assegurou à Igreja que o Senhor virá tremendamente e os perversos e os soberbos é que devem se cuidar, pois para nós será motivo de cântico. O Senhor mudará a nossa sorte, afirmou o bispo, citando o salmista quando diz nos Salmos 126:

1 Quando o SENHOR trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham.
2 Então a nossa boca se encheu de riso e a nossa língua de cântico; então se dizia entre os gentios: Grandes coisas fez o SENHOR a estes.
3 Grandes coisas fez o SENHOR por nós, pelas quais estamos alegres.
4 Traze-nos outra vez, ó SENHOR, do cativeiro, como as correntes das águas no sul.
5 Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria.
6 Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos.

A promessa de Deus é bem clara, asseverou o bispo, nós vamos pisar os perversos, diz o profeta Malaquias 4: 3 “E pisareis os ímpios, porque se farão cinza debaixo das plantas de vossos pés, naquele dia que estou preparando, diz o SENHOR dos Exércitos”. Vamos pisar no inimigo e seu chefe: satanás. Eis o que Paulo afirma em Romanos 16:20: “Romanos 16:20 E o Deus de paz esmagará em breve Satanás debaixo dos vossos pés”. A ira de nosso Deus já se acendeu contra ele.
O ministrante lembrou que os mandamentos, os estatutos, os preceitos de Deus foram dados para que os cumpramos. E se somos cumpridores seremos recompensados. Se não, seremos punidos com o juízo. Quem obedece é honrado, mas aquele que vai á presença do juiz e é achado em falta, depois de pesado na balança, a esse resta a condenação.
Deus é juiz e quando julga faz justiça, afirmou o bispo, citando o exemplo de Belsazar, filho de Nabucodonosor, que fez o que era abominável aos olhos de Deus, quando mandou trazer os vasos de ouro e de prata do templo do Senhor, para neles beber vinho. Ele transgrediu a lei, bebendo o vinho, e louvando aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira, e de pedra. Assim, apareceram uns dedos de mão de homem, e escreviam, defronte do castiçal, e na parede do palácio real; e o rei via a parte da mão que estava escrevendo e ficou impressionado, por isso mandou vir os bruxo e adivinhadores para lhes interpretar o sucedido. Mas os caldeus não souberam, assim como nenhum dos sábios do rei soube ler o escrito, nem fazer saber ao rei a sua interpretação. A rainha lembrou que no tempo de seu pai havia um homem que com inteligência e sabedoria, que poderia interpretar o que estava escrito. Então o rei mandou chamar Daniel para lhe dar a interpretação para o escrito: MENE, MENE, TEQUEL, UFARSIM. E Daniel disse: MENE: Contou Deus o teu reino, e o acabou. TEQUEL: Pesado foste na balança, e foste achado em falta. PERES: Dividido foi o teu reino, e dado aos medos e aos persas. E assim como interpretou Daniel, sucedeu-se. Naquela mesma noite o rei dos caldeus foi morte e seu reino foi dado a Dario, o medo.
O bispo afirmou à Igreja que se formos pesado na balança e em nós não for encontrada falta, seremos recompensados. E assim explicou que a função do profeta é trazer a reconciliação e não a divisão: filho e pai, marido e esposa, conforme diz Malaquias 4:6. E lembrando Paulo em I Coríntios 14, quando exorta a Igreja a procurar o dom de profecia para edificação de todos, assegurou que todos nós podemos profetizar, pois profetizar é reconciliar. Deus não quer divisão. Ele quer harmonia, unidade. Deus abomina aquele que faz divisão entre os irmãos. Por isso o profeta diz: converter o coração do pai ao filho e do filho ao pai. Isso significa converter o nosso coração a Deus, pois o profeta inicia seu livro identificando Deus como Pai. E se Ele nos ama como pai, temos que honrá-Lo como filho.
É momento de unidade, exortou o bispo. É ano de unidade. E unidade é o nosso norte. O nosso referencial, lembrou o bispo explicado que a bússola aponta o norte, mas se temos essa indicação, encontramos o sul, o oeste, o leste. A função do profeta é trazer a unidade, sabendo que o dia do Senhor será glorioso como afirma Pedro, que dizia com a visão dos agraciados.
A palavra de Deus fala de um tempo distante, mas fala também para hoje. Essa mesma palavra também fala que amanhã o Senhor vai fazer um dia glorioso na nossa vida, mas isso vai depender do quebrantamento de nosso coração na presença de Deus, porque um coração soberbo o Senhor abate. Pisaremos os nossos inimigos, afirmou bispo, mas antes temos que nos humilhar debaixo da soberana mão de Deus, que no Seu tempo nos exaltará.
O sol da justiça nascerá pela manhã, pois pela manhã as misericórdias do Senhor se renovam. As bênçãos virão, assegurou o bispo. O que Deus tem preparado para nós nem se compara com o que já vimos ou experimentamos. Trazendo em suas asas salvação, libertação.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Culto de Louvor e Adoração- Santa Ceia de 25-01-09


É Tempo de Obediência a Deus!

Mateus 26: 36-46:

36 Em seguida, foi Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar;
37 e, levando consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se.
38 Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo.
39 Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres.
40 E, voltando para os discípulos, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Então, nem uma hora pudestes vós vigiar comigo?
41 Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.
42 Tornando a retirar-se, orou de novo, dizendo: Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade.
43 E, voltando, achou-os outra vez dormindo; porque os seus olhos estavam pesados.
44 Deixando-os novamente, foi orar pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras.
45 Então, voltou para os discípulos e lhes disse: Ainda dormis e repousais! Eis que é chegada a hora, e o Filho do Homem está sendo entregue nas mãos de pecadores.
46 Levantai-vos, vamos! Eis que o traidor se aproxima.

O bispo Roberto Marques iniciou a palavra desta noite em que celebrou com a Igreja a Santa Ceia do Senhor, afirmando que o texto lido em Mateus 26: 31 a 46 narra uma das passagens mais lindas do ministério de Jesus na terra. Ele explicou à Igreja que, logo após ter saído do cenáculo com os discípulos, Jesus sabia para onde ia, para onde se dirigia. Sabia que era chegada a sua hora: o tempo de se dar por nós. Porque Ele se deu. Ninguém tomou a Sua vida. Ele morreu na cruz do calvário em nosso lugar. Ele tinha saído de um momento de comunhão com os discípulos e sabia que naquela noite haveria de se cumprir a missão pela qual veio ao mundo. A alma de Jesus estava profundamente angustiada, por isso declarou aos discípulos que lhe acompanhava, Pedro, Tiago e João: “A minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo”. Ele pediu que orassem com Ele, pois precisava de apoio nessa hora difícil, então se afastou e começou a travar a maior batalha que já se ouviu falar no universo. Nós geralmente focamos no final: a cruz, mas o início começou no Getsemani. Cristo Jesus, triste, angustiado, tanto que o evangelista médico, narrou em seu evangelho que Jesus chegou a suar sangue. Veja em Lucas 22:44: “E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue, que corriam até ao chão”.
Naquele local o homem Jesus fez uma oração e nesse momento nos mostra o que é ser um servo “Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres”. Isso significa não fazer a nossa vontade, mas a vontade do Senhor.
Ele orou uma hora e pediu aos seus discípulos para interceder junto Dele, pois entraria em uma batalha. O homem Jesus, o servo Jesus na presença do Senhor expor em primeiro momento a Sua vontade: “Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade”. Ele sabia que a partir daquele momento Deus não estaria com Ele, mas contra Ele. O cálice de Sua ira seria derramado contra toda a impiedade, todo mal, todo pecado. Não era a morte física que amedrontava Jesus, mas estar bebendo o cálice da ira de Deus.
Ele orava. A vontade de Jesus era não ir para a cruz. Jesus homem sofria a angústia dessa missão. Porém agiu como servo “Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade”. Ele voltou e encontrou os discípulos dormindo, porque também eles sabiam que a hora era chegada e seus olhos lhes pesavam. Jesus acorda-os e ensina-os naquele momento a vigiar. O ministrante ponderou com a Igreja que também nós devemos estar atentos, vigiar e orar constantemente, pois a tentação é o primeiro nível de demonização. Ninguém está livre disso, por isso Jesus diz “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca”. Não adianta só orar, mas vigiar na palavra. Não podemos evitar as tentações, mas podemos nos livrar de cair nas artimanhas do inimigo. Enquanto Jesus orava, seus discípulos dormiam, então ensinou a eles: é preciso vigiar.
O bispo explicou que Jesus orou e Deus respondeu a Sua oração, como também responde as nossas. Mas nem sempre Ele as responde de forma positiva. Muitas vezes Ele diz “não”. Pelo cálice da ira de Deus Jesus pagou por todos os pecados desde o primeiro Adão até o último ser vivente. E nesse momento Deus teria de estar de costas para Seu filho.
Jesus volta novamente e ora por mais uma hora. Teve resposta negativa de Deus. Nem sempre Deus responde favoravelmente aos nossos pedidos, assim para que nossas respostas sejam segundo a vontade de Deus e não segundo as nossas, como Jesus nos mostra “Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres”, assegurou o bispo, é preciso obediência.
Não é a nossa vontade que deve prevalecer, mas a Dele. Deus quer obediência. Jesus se entregou obediente como nos mostra Paulo em Filipenses 2: 7-9:
7 antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana,
8 a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.
9 Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome.
Se formos obedientes a Deus, Ele fará o mesmo que fez com Jesus, quando lhe deu um nome acima de todos os nomes, pois quando somos obedientes, Deus nos exalta.
Cristo no Getsemani disse: está feito. Ele orou por três horas preparando-se para a batalha. Saiu dali renovado, fortalecido e em comunhão com Deus para não cair. Determinado a a obedecer a cumprir Sua missão, para a qual fora chamado. Isso nos ensina que a oração fortalece, anima, traz forças da parte de Deus. Então Ele se levanta e diz aos discípulos: “ Eis que é chegada a hora”.
E enquanto Jesus falava chegaram os guardas procurando prendê-LO. Eles procuravam por Jesus de Nazaré. Ele poderia ter dado ordens aos anjos que O livrasse, mas cumpriu a vontade do Pai, asseverou o bispo, perguntando à Igreja se também estamos dispostos a fazer a vontade de Deus, seja a que preço for.
Jesus se entregou. Mas Pedro, que ainda não estava convertido, apesar de salvo pela graça de Deus haveria de negar Jesus. O bispo explicou que a salvação se dá pela graça. É ato unilateral de Deus, mas a conversão depende de nossa vontade. Ela só pode acontecer a partir de nosso querer, reiterou o ministrante lembrando que na Igreja há muitos que ainda não se converteram, porque não abriram seu coração para que o Espírito de Deus opere.
Na sequência, Mateus narra que Pedro lança mão da espada e corta a orelha do servo do sumo sacerdote. Mas Jesus lhe adverte dizendo para embainhar sua espada, pois era necessário que aquilo se desse para as Escrituras se cumprissem. Jesus cura o seu algoz, demonstrando que devemos abençoar aos que nos perseguem. E assim nos ensina que devemos:
1- Ser vigilantes para não cairmos em tentação;
2- Ter uma vida de oração
3- Obedecer, independente de nossa vontade
4- Desejar o bem, não importa se a pessoa nos tenha feito mal.
Jesus é levado e condenado, em um julgamento que já tinha a sentença, por isso não se manifestou quando foi acusado. Como ovelha muda foi levado ao matadouro, foi chicoteado pelos nossos pecados, sofreu as nossas dores. Foi humilhado, vituperado, cuspido, escarnecido, despido e carregou a nossa cruz e nela foi crucificado de uma forma inédita: foi pregado na cruz, com cravos, diferentemente dos demais condenados que eram amarrados à cruz.
De boca fechada permaneceu até o findar da batalha: a palavra final de vitória “tudo está consumado”.
Por isso, afirmou o bispo, somos vitoriosos, porque Jesus venceu por nós no Getsemani. E independente de nossa vontade a vontade de Deus vai prevalecer. Sejamos obedientes, exortou o ministrante, porque Deus está falando aos nossos corações para que saibamos que Ele é o Senhor sobre qualquer situação e Sua vontade prevalecerá. Obedeçamos como Jesus o fez, na cruz, quando bebeu o cálice da ira de Deus para que fôssemos livres da condenação e do pecado. Deus nos chama a obediência hoje, mas não a uma obediência parcial ou temporária. Ele quer uma obediência total, irrestrita e absoluta. Ele quer nos tocar nessa noite, assegurou o bispo, não importam quais sejam os nossos erros, as nossas transgressões. Pela graça temos o perdão, falta-nos a entrega. Façamos isso!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Noite da vitória de 23-01-2009


É tempo de ouvir e compreender!

Mateus 13:10

10 E, acercando-se dele os discípulos, disseram-lhe: Por que lhes falas por parábolas?
11 Ele, respondendo, disse-lhes: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado;
12 Porque àquele que tem, se dará, e terá em abundância; mas àquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado.
13 Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem nem compreendem.
14 E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Ouvindo, ouvireis, mas não compreendereis, E, vendo, vereis, mas não percebereis.
15 Porque o coração deste povo está endurecido, E ouviram de mau grado com seus ouvidos, E fecharam seus olhos; Para que não vejam com os olhos, E ouçam com os ouvidos, E compreendam com o coração, E se convertam, E eu os cure.
16 Mas, bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem, e os vossos ouvidos, porque ouvem.


O pastor Adriano Carvalho, ministrante da noite, iniciou sua preleção perguntando à Igreja sobre as razões que levaram os discípulos a questionarem Jesus e sobre por que o Senhor ministrava por meio de parábolas, explicando que, apesar desse ser o costume da época, quando também os escribas o faziam, a intenção do Senhor e a forma com que ensina era diferente.
O povo já estava cansado de palavras vazias proferidas pelos escribas. Sem conteúdo, sem vivência, mas quando Jesus começava a falar eles se admiravam com tanta sabedoria e conhecimento. Jesus falava de forma expressiva tanto a crianças, quanto a doutores e iletrados. Falava ao espírito e o Espírito Santo é que dava o entendimento, por isso os doutores da Lei, os fariseus não entendiam o que falava, a despeito de tantas explicações e questionamentos. O outros não tinham autoridade, mas Jesus falava com domínio, com conhecimento, por isso retrucava os doutores dentro da palavra. O pastor explicou que as parábolas de Jesus apresentavam profundidade e eram ditas de uma forma clara, mas muitos não a entendiam, por isso os apóstolos perguntaram a razão de Jesus falar por palavra. E essa explicação de Jesus só foi dada aos discípulos nesse texto de Mateus, explicou o ministrante.
Nos podemos ler a Bíblia, dez, vinte, trinta vezes, assegurou o pastor, e a cada vez vamos compreender algo novo, o que não significa que a palavra muda, ou se transforma, o que ocorre é que, sendo viva e eficaz, ela se abre ao nosso entendimento, conforme nos abrimos aos Espírito, pois é Ele que nos abre os olhos e os ouvidos para compreendermos a palavra de Deus.
E remetendo a Mateus 10: 5-8, mostrou à Igreja a instrução que Jesus dá uma aos discípulos:

5 Jesus enviou estes doze, e lhes ordenou, dizendo: Não ireis pelo caminho dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos;
6 Mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel;
7 E, indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus.
8 Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça daí
Jesus fala para não procurar os gentios, mas as ovelhas perdidas de Israel. Se os da casa de Israel não quiseram, nós queremos, assegurou o ministrante. O que eles rejeitaram nós queremos. Nesse mesmo texto, Jesus ensina, como era costume da época, a bater a poeira dos pés, acaso não aceitarem a palavra ou rejeitarem os enviados.
A partir do momento em que o coração se abre e vê um evangelho de resultados, as pessoas passam a querer seguir, porque o Espírito convence.
Vária pessoas seguiam Jesus e compreendiam a suas mensagens, mas Ele falava por parábolas para a profecia de Isaias 6: 9-10 se cumprisse: “Então disse ele: Vai, e dize a este povo: Ouvis, de fato, e não entendeis, e vedes, em verdade, mas não percebeis. Engorda o coração deste povo, e faze-lhe pesados os ouvidos, e fecha-lhe os olhos; para que ele não veja com os seus olhos, e não ouça com os seus ouvidos, nem entenda com o seu coração, nem se converta e seja sarado”. Aqueles homens ouviam, mas não compreendiam, não guardavam no coração.
Nem sempre entendemos o que ouvimos, quantos de nós saímos dos cultos e não guardamos a palavra no coração, e continuamos a viver do mesmo modo, ignorando o que foi dito, segundo a palavra? Todos temos o que aprender com a palavra de Deus, do mais novo ao ancião. Por isso devemos ler e estudar a Bíblia, aprendendo a cada dia, pois a palavra fala de forma diferente em nosso coração, de acordo com nossas experiências e maturidade na leitura.
Quando Jesus para pregarmos o evangelho aos perdidos, Ele deixa claro que os sinais vão acontecer quando o Espírito tocar o coração. Não adianta ler a palavra sem a orientação do Espírito, pois é Ele que nos convence do pecado e do juízo. Não adianta frequentar a igreja, orar, jejuar, se nosso coração não tiver em Deus. A palavra de Deus não pode ser lida como literatura, poesia, romance. Podemos ter cultura, isso é desejável, mas de nada adianta se não tivermos orientação espiritual, porque a palavra de Deus vem em primeiro lugar. Essa temos que aprender, independente de nossa formação acadêmica ou intelectual, assegurou o pastor.
Conhecer a palavra é essencial para vivermos e praticá-la, afirmou o ministrante, perguntando à Igreja se somos capazes de entender as parábolas de Jesus. Se entendemos, é importante saber que esse entendimento é só para aqueles que têm comunhão com o Senhor. Quando entendemos e temos comunhão, os milagres começam a acontecer e nossos ouvidos estão prontos para ouvir. Aí estaremos prontos para resgatar vidas, a ter compromisso, a ter comunhão e unidade.
No entanto, assegurou o pastor, as igrejas ainda estão cheias de pessoas que são amigas de alguém que conhece Jesus, mas elas próprias não têm essa experiência.
Exortando a Igreja a se perguntar como está frutificando, o pastor se reportou à parábola do semeador em Mateus 13:19, para reiterar o que já havia mencionado: nem todos entendem, porque resistem, não abrem o coração, deixam que o mundo fale mais alto do que a palavra, assim como a semente que cai entre os espinhos.
E aconselhou a Igreja a se humilhar diante de Deus e pedir que o Espírito Santo abra os corações para que a palavra caia em terreno fértil e assim convidou àqueles que gostariam de fazer um compromisso de deixar de lado aquilo que entrava a comunicação com o Pai a se dirigir à frente e receber de Deus a ministração e a bênção.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Tarde do Refrigério de 22-01-2009


É tempo de exercitar a fé!

Tomando como base os três capítulos de Habacuque, o ministrante, Bispo Roberto, iniciou a preleção da tarde, ponderando com a Igreja que se quisermos agradar a Deus devemos ter fé. E, citando Hebreus 11:6 “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam”, afirmou que essa certeza, essa firme convicção nos mantém alicerçados, sabendo que nada nos removerá da nossa posição. O bispo lembrou que, no livro de Hebreus, Paulo trata desse assunto e usa exemplos de homens de fé, afirmando que para ofertar e para sermos primicistas, dizimistas temos que ter fé.
Fé é a paz da crença. Assegurou o bispo, afirmando que sem fé é impossível crer em algo. Abel teve fé o suficiente para pegar o melhor de seu rebanho e levar a Deus, porque sabia que agradando a Deus, trazendo alegria ao Seu coração, nada lhe faltaria. “Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e por ela, depois de morto, ainda fala”. Paulo cita Abraão, que, ainda chamado Abrão, pela fá obedeceu à ordem de Deus para sair de sua terra e deixar a sua parentela ,seguindo para onde o Senhor lhe mostraria. E Deus nem tinha mostrado ainda, lembrou o bispo, mas a obediência de Abraão foi imputada por justiça. Assim ele cru e teve fé e agradou a Deus. O ministrante asseverou que para sermos motivos de gozo para Deus é preciso fé, por isso o escritor de Hebreus vai trazendo em sua narrativa os passos necessários para agradar a Deus.
Aquele que crê em Deus, crê que Ele existe e que é galardoador, reiterou o bispo explicando que Ele gosta de dar presentes e que esse Deus quer nos presentear nessa tarde, pois é de Deus o dar.
E tomando o livro de Habacuque, o bispo mostra um profeta no Velho Testamento que é um exemplo de fé para nós. Considerado um dos profetas menores, devido ao seu curto período de profecia, o contemporâneo de Isaías sai do temor e do medo para um posicionamento de fé. Assim o bispo exortou a Igreja a considerar aquilo que nos traz ansiedade, fixando-se no exemplo de Habacuque, lembrando que ele estava vendo a justiça sendo distorcida, assim como nos dias de hoje, quando os juízes dão sentenças para os ímpios, contra os justos. O profeta reclama “Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! e não salvarás?”
Indignado e atemorizado, Habacuque questionava e Deus lhe responde o que ele não esperava: levantaria o povo mais ímpio. O bispo lembrou que Deus só corrige os filhos. Do questionamento o profeta passa ao temor, perplexo com o Senhor. Ele queria justiça, mas Deus tem seus métodos. Ele não escreve certo por linhas tortas, Ele escreve certo em linhas certas, nós é que distorcemos as coisas.
O profeta intercede, pedindo a Deus para revogar o que pediu. E é pela misericórdia, lembrou o ministrante, que nossas transgressões são cobertas. Assim, o profeta sai de sua indignação com a injustiça, passa pelo temor, mas vivifica sua fé. O capítulo 3 de Habacuque apresenta esse salmo de fé:
1 Oração do profeta Habacuque sobre Sigionote.
2 Ouvi, SENHOR, a tua palavra, e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia.
3 Deus veio de Temã, e do monte de Parã o Santo (Selá). A sua glória cobriu os céus, e a terra encheu-se do seu louvor.
4 E o resplendor se fez como a luz, raios brilhantes saíam da sua mão, e ali estava o esconderijo da sua força.
5 Adiante dele ia a peste, e brasas ardentes saíam dos seus passos.
6 Parou, e mediu a terra; olhou, e separou as nações; e os montes perpétuos foram esmiuçados; ou outeiros eternos se abateram, porque os caminhos eternos lhe pertencem.
7 Vi as tendas de Cusã em aflição; tremiam as cortinas da terra de Midiã.
8 Acaso é contra os rios, SENHOR, que estás irado? É contra os ribeiros a tua ira, ou contra o mar o teu furor, visto que andas montado sobre os teus cavalos, e nos teus carros de salvação?
9 Descoberto se movimentou o teu arco; os juramentos feitos às tribos foram uma palavra segura. Tu fendeste a terra com rios.
10 Os montes te viram, e tremeram; a inundação das águas passou; o abismo deu a sua voz, levantou ao alto as suas mãos.
11 O sol e a lua pararam nas suas moradas; andaram à luz das tuas flechas, ao resplendor do relâmpago da tua lança.
12 Com indignação marchaste pela terra, com ira trilhaste os gentios.
13 Tu saíste para salvação do teu povo, para salvação do teu ungido; tu feriste a cabeça da casa do ímpio, descobrindo o alicerce até ao pescoço.
14 Tu traspassaste com as suas próprias lanças a cabeça das suas vilas; eles me acometeram tempestuosos para me espalharem; alegravam-se, como se estivessem para devorar o pobre em segredo.
15 Tu com os teus cavalos marchaste pelo mar, pela massa de grandes águas.
16 Ouvindo-o eu, o meu ventre se comoveu, à sua voz tremeram os meus lábios; entrou a podridão nos meus ossos, e estremeci dentro de mim; no dia da angústia descansarei, quando subir contra o povo que invadirá com suas tropas.
17 Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado;
18 Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação.
19 O SENHOR Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas. (Para o cantor-mor sobre os meus instrumentos de corda).

O bispo explicou que a figueira simboliza o povo de Israel. Se não há flor não há frutos não há esperança. A situação pode estar caótica, mas aquele que está em Cristo não tem crise, porque sabe que Ele recompensa aqueles que O amam, afirmou o bispo.
E, citando os salmos 128 “A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa,“ o ministrante explicou que a vide é o símbolo da alegria, pois produz a uva, que faz o vinho que provoca euforia. Mas, ensinou o bispo, isso não significa que devemos nos embriagar com vinho, mas sim do Espírito Santo, o melhor vinho. Mesmo que não tenhamos motivo de alegria, se estamos em lágrimas, mesmo que o produto da oliveira minta, devemos ter fé. A oliveira significa família, explicou o bispo, e mesmo que estejamos passando por problemas na família, devemos nos espelhar na oração do profeta.
Habacuque diz que não importa se a nação está com problemas, se não temos motivos de alegria, se temos problemas familiares, devemos ter fé. Quando o mundo nos trai, sofremos menos do que quando um ente querido o faz, pois a dor é maior, mas ainda assim a nossa fé deve ser fortalecida. O bispo exortou a sua igreja a se fortalecer na fé, mesmo que tenha problemas financeiros, se o campo não produz mantimentos, se o problema é no lar a fé é essencial.
A ovelha é símbolo de riqueza, lembrou o bispo, e se as reservas financeiras tenham se esgotado, se a conta está no negativo, se tivermos fé, vamos agradar a Deus e as dores vão passar, pois Deus é maior do que os nossos problemas. Deus é galardoador e nos trouxe nessa tarde para nos presentear, assim, se tivermos fé, veremos o impossível acontecer. Fé é certeza, é firmeza em Deus não importa a situação, pois não andamos pela vista, mas por fé. Sempre em direção á vitória.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Culto de Louvor e Adoração de 11-01-09

È tempo de proclamarmos um jejum santo!

Rugiu o leão, quem não temerá? Falou o Senhor DEUS, quem não profetizará? (Amós 3: 8)


O ministrante da noite, bispo Roberto Marques, lembrou à Igreja, já no início de sua peleção, que há em nosso meio pessoas desnutridas espiritualmente, que só se alimentam uma vez por semana, asseverando que, assim como o alimento material precisa ser ingerido diariamente, para que nosso corpo físico esteja saudável, a Bíblia é nosso alimento espiritual, que precisa ser ingerido todos os dias.

Citando a experiência que teve no último culto do ano, na Link Data, quando Deus mostrou-lhe uma nova unção sobre sua vida e por intermédio de um irmão que lhe entregou uma palavra profética, o bispo mostrou á Igreja qual é a vontade de Deus para aqueles que têm escolhido como Seus filhos. No primeiro culto do ano, realizado nessa empresa que tem mantido um compromisso de honrar e glorificar a Deus, pela ministração de um culto todas as terças, com funcionários e convidados, o bispo obteve a confirmação da palavra entregue em ocasião anterior, explicou ele.

Mas, destacou, a palavra profética, vinda do livro de Joel 2: 17 a 27, entregue pelo irmão, falou-lhe de maneira muito mais contundente, indo além dos versículos em destaque:


17 Chorem os sacerdotes, ministros do SENHOR, entre o alpendre e o altar, e digam: Poupa a teu povo, ó SENHOR, e não entregues a tua herança ao opróbrio, para que os gentios o dominem; porque diriam entre os povos: Onde está o seu Deus?

18 Então o SENHOR se mostrou zeloso da sua terra, e compadeceu-se do seu povo.

19 E o SENHOR, respondendo, disse ao seu povo: Eis que vos envio o trigo, e o mosto, e o azeite, e deles sereis fartos, e vos não entregarei mais ao opróbrio entre os gentios.

20 Mas removerei para longe de vós o exército do norte, e lançá-lo-ei em uma terra seca e deserta; a sua frente para o mar oriental, e a sua retaguarda para o mar ocidental; e subirá o seu mau cheiro, e subirá a sua podridão; porque fez grandes coisas.

21 Não temas, ó terra: regozija-te e alegra-te, porque o SENHOR fez grandes coisas.

22 Não temais, animais do campo, porque os pastos do deserto reverdecerão, porque o arvoredo dará o seu fruto, a vide e a figueira darão a sua força.

23 E vós, filhos de Sião, regozijai-vos e alegrai-vos no SENHOR vosso Deus, porque ele vos dará em justa medida a chuva temporã; fará descer a chuva no primeiro mês, a temporã e a serôdia. 24 E as eiras se encherão de trigo, e os lagares transbordarão de mosto e de azeite.

25 E restituir-vos-ei os anos que comeu o gafanhoto, a locusta, e o pulgão e a lagarta, o meu grande exército que enviei contra vós.

26 E comereis abundantemente e vos fartareis, e louvareis o nome do SENHOR vosso Deus, que procedeu para convosco maravilhosamente; e o meu povo nunca mais será envergonhado.

27 E vós sabereis que eu estou no meio de Israel, e que eu sou o SENHOR vosso Deus, e que não há outro; e o meu povo nunca mais será envergonhado.


Essa é verdadeiramente uma palavra de ânimo, afirmou o ministrante, ressaltando que o que lhe chamou a atenção não foram os versículos listados. Mas os que vêm antes, pois todos aqueles que querem obter as bênçãos listadas nesse texto devem antes fazer o que está escrito nos versículos de 12 a 16:


12 Ainda assim, agora mesmo diz o SENHOR: Convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, e com choro, e com pranto.

13 E rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao SENHOR vosso Deus; porque ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em benignidade, e se arrepende do mal.

14 Quem sabe se não se voltará e se arrependerá, e deixará após si uma bênção, em oferta de alimentos e libação para o SENHOR vosso Deus?

15 Tocai a trombeta em Sião, santificai um jejum, convocai uma assembléia solene.

16 Congregai o povo, santificai a congregação, ajuntai os anciãos, congregai as crianças, e os que mamam; saia o noivo da sua recâmara, e a noiva do seu aposento.


Para que vejamos esses milagres desejáveis, temos que cumprir alguns pré-requisitos, asseverou o bispo. Para que o povo possa gozar da fortuna das bênçãos, o Senhor nos pede para olhar antes, reiterou o bispo, explicando que o período que o profeta está inserido é de grande angústia para o povo, quando o gafanhoto cortador dá lugar ao migrador, que por sua vez cede espaço ao devorador. É um período de crise intensa. De tristeza, crise e angústia. O povo estava ansiando por algo novo, por sua libertação, por um mover de Deus. E assim como naquele tempo, todos queremos ver Deus agir em nosso favor, mas Deus nessa passagem, explicou o bispo, manda, por meio de Seu profeta, algumas condições. Assim, retomando o texto em epígrafe, quando iniciou citando Amós, o bispo assegurou à Igreja que, falando Deus, Seus servos profetizarão. E, nessa noite ele quer exortar a Igreja sob seus cuidados a tomar posição, se quer ter a fartura em sua mesa.

A primeira condição está indicada no versículo 12 de Joel 2: converter-se de todo o coração. Converter é fazer a vontade de Deus. Não adianta ter a aparência de santo, apenas ouvir, asseverou o bispo, lembrando que há várias pessoas que apenas ouvem, e outras até obedecem, mas não se convertem. Não mudam de atitudes, reiterou o bispo, exortando a Igreja para que ouça a palavra com atenção e nao apenas a escute, mas que, sobretudo, capte a palavra. "Aquele que tem ouvidos; ouça", disse, citando João em Apocalipse e reiterando a palavra de Amós 3: 8 "Falou o Senhor Deus, quem não prefetizará", enfatizou que naquele momento ele profetizava à Igreja, conclamando-a a um jejum santo.

Quando jejuamos, separamos tempo para estar do lado de Deus, explicou o bispo, assegurando que jejum não é uma forma de pressionarmos Deus a fazer o que queremos, mas é para aqueles que querem o melhor de Deus. E certamente não teremos a bênção se não nos convertermos. "Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes" é o que diz o profeta, antes de anunciar as bênçãos vindouras. Não adianta aparência, ficar de dieta, pois Deus quer jejum de coração, garantiu o ministrante, contando à Igreja a palavra recebida do Senhor, na madrugada de domingo, durante as orações no monte: Deus disse que o que O atrai é um coração quebrantado, disposto a obedecer. Se queremos ver cumprir o que está em Joel 2 de 18 a 27, temos que cumprir o que está em Joel 2, de 12 a 17. Temos que abrir mão dos nossos direitos, para sermos verdadeiramente cumpridores da vontade de Deus em nossas vidas. Então, a primeira coisa é nos convertermos, tomando posição de honrar a Deus de todo coração, "e convertei-vos ao SENHOR vosso Deus; porque ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em benignidade, e se arrepende do mal".

Outra coisa é tocar a trombeta, como o bispo faz nesse instante: conclamando a Igreja a promulgar um santo jejum de vida para nosso Deus. Que jejum é esse que Deus quer? Perguntou o ministrante, referindo-se a Isaias 58: 6-10:


6 Porventura não é este o jejum que escolhi, que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo e que deixes livres os oprimidos, e despedaces todo o jugo?

7 Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres abandonados; e, quando vires o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?

8 Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará, e a tua justiça irá adiante de ti, e a glória do SENHOR será a tua retaguarda.

9 Então clamarás, e o SENHOR te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniqüamente;

10 E se abrires a tua alma ao faminto, e fartares a alma aflita; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia.


É isso que Deus quer de nós, ponderou o bispo, que pratiquemos o que está neste texto, por isso a Igreja está sendo conclamada a isso, não a um jejum comum, mas a um jejum santo. O bispo mostrou á Igreja que há uma difernça significativa entre salvação e conversão. Todo convertido é salva, mas nem todo salvo é convertido, explicou, apresentando o exemplo de Pedro. O discípulo de Jesus foi salvo desde o dia em o Senhor o chamou, no entanto, demorou a se converter. Suas atitudes por muito tempo continuaram a ser do homem natural, afirmou o bispo citando Lucas 22:32, quando Jesus dizia a Pedro "e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos". Isso porque Pedro não havia se convertido e agia ainda como o velho homem. Há muita gente salva, como lobo vestido em pele de cordeiro. Muitos que ainda se negam a dixar que o Espírito Santo faça a transformação em suas vidas. Deus Pai nos salva e Deus Espírito nos transforma de modo que a nossa vontade e o nosso querer mudam. E Deus quer nos converter à imagem e semelhança de de Seu Filho Unigênito, na estatura de varão perfeito, para que sejamos assim como Ele é: santo. Fazendo a vontade do Pai.
Deus quer o nosso testemunho, não só de palavras, mas com ações, para que não sejamos apenas ouvintes, e sim praticantes, conforme diz o apóstolo Paulo exortando a Timóteo, afirmou o ministrante perguntando o que faremos com a palavra ao final do culto. Tem gente, assegurou, que já faz bodas de cristão, mas continuam agindo como velhas criaturas. É preciso mudança radical, de amizades, de atitudes, de hábitos.
Deus quer posicionamento e uma vida de santidade. Deus não quer frequentadores de igreja. Com Jesus não se brinca, asseverou o bispo, e tem muita gente fazendo isso. Que se comprtam como quem apenas quer as bênçãos e agem como se os sacerdotes fossem para seu uso particular. Deus não quer que seus profetas ajam em pronto-socorro, mas que sejam portadores de tratamentos preventivos. Profeta é para edificar a Igreja, para a casa do Senhor e não para atendimento em domicílio. E nessa casa as pessoas devem buscar a presença de Deus.
O bispo afirmou que é responsabilidade dos pastores de orar clamar a Deus pelo povo, pois a função do sacerdote é representar o povo na presença de Deus, mas àqueles que querem uma verdadeira conversão é necessário uma busca constante, pois conversão é processo, não é algo automático, afirmou, explicando que depende de quebrantamento e de posicionamento.
Assim, concluiu afirmando que o primeiro semestre será de muito trabalho, mas o que for plantado no primeiro será colhido no segundo, por isso exortou á Igreja a trabalhar e fazer prontamente o que o Senhor determina.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Culto da Vitória de 09-01-09

É Tempo de Buscar Forças no Senhor!

“Esforçai-vos, e ele fortalecerá o vosso coração, vós todos que esperais no SENHOR”. (Salmos 31:24)

Após ler o salmo em epígrafe, o ministrante da noite, bispo Roberto Marques, falou à Igreja que Deus determinou um novo momento, e diz àqueles que esperam no Senhor que sejam fortes e revigorados, assegurando que a unção do Senhor está nesta casa de oração e que Ele está operando, embora nossos olhos e ouvidos não percebam Sua ação. Assim citou Isaias 40: 28 -31 “Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o SENHOR, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fatiga? É inescrutável o seu entendimento. Dá força ao cansado, e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Os jovens se cansarão e se fatigarão, e os moços certamente cairão; Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão”.
O bispo lembrou que nos últimos dias só ouvimos falar em crise, quando ligamos o rádio ou a TV. A mídia tem se ocupado desse tema, o tempo todo, mas os que estão em Cristo, asseverou, não entram em crise, porque sabem que Ele é a nossa esperança, a nossa provisão. Certamente, Ele providenciará as nossas necessidades, afirmou citando o apóstolo Paulo em Efésios 6:10 “No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder”. Jesus é a nossa fonte de força. Força em Deus, para vencermos em Deus, não com a força humana. Força para esperarmos em Deus, para permanecermos em Deus, para não vacilarmos. Quando o salmista diz nos Salmos 20:7 “Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do SENHOR nosso Deus”, ele nos exorta a confiar nesse Deus forte, afirmou o bispo, pois as forças que precisamos estão Nele, não em outro lugar. Ele é o manancial de força, de poder, de vigor. Ele dá força ao cansado. Muitos pensam que os jovens são fortes e não se cansam, mas conforme disse o profeta Isaias, também os jovens se cansarão e se fatigarão, a menos que esperem no Senhor. Se caminham e não se fatigam é porque o ânimo vem do Senhor, de nenhuma outra fonte, assegurou o bispo. Se queremos ânimo e vigor para prevalecermos no dia do mal, devemos fortalecer n forças no Senhor e na Sua força. Mas para isso existem algumas condições. O apóstolo Paulo nos ensina como fazer em Efésios 6:10-18:
10 No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder.
11 Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo.
12 Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.
13 Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes.
14 Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça;
15 E calçados os pés na preparação do evangelho da paz;
16 Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno.
17 Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus;
18 Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos.
O bispo mostrou à Igreja que o segredo para obtermos essa força é nos revestirmos de TODA armadura de Deus e não apenas de uma parte dela, porque assim, depois de vencermos podemos permanecer inabalados, sabendo que nossa luta não é contra a carne e o sangue, mas contra principados do mal. A nossa luta é nas regiões celestiais. Mas é lá que somos mais que vencedores, pelo sacrifício de Cristo. É lá que a vitória já é nossa por direito de herdeiros de Jesus. Lá Jesus já lutou e venceu por nós, por isso, como filhos que escolheram o caminho da salvação, temos que tomar posse dessa herança, estando ligados Nele, conectados Nele, o autor e consumador da nossa fé: Jesus Cristo de Nazaré.
O bispo reiterou que aqueles que esperam no Senhor devem ser fortalecidos Nele, sabendo que as nossas lutas virão, mas passam. Não há luta que seja perene. Passaremos por elas, mas fortalecidos. Passaremos pelo vale da sombra da morte, mas seremos vitoriosos, garantiu o ministrante. Aqueles que esperam no Senhor não se cansam, correm, andam, sobem, mas nunca descem. Quanto mais perto estamos de Deus, menor será o tamanho de nossos problemas. Quanto mais perto estamos da terra, maior será o problema diante de nossos olhos. Subimos porque o Senhor nos fortalece. Ele não nos deixará envergonhados, derrotados.
Hoje o Senhor nos trouxe aqui para nos fortalecer, assegurou o bispo, para dizer “sejam fortes, e revigorarei os seus corações, não fiquem desesperançosos”. Mas precisamos estar calcados na verdade, como ensina Paulo, cingidos com o cinto da verdade, pois as demais peças não se fixarão em nós se não andarmos em verdade. Falar a verdade é o suporte, a couraça da justiça, o capacete da salvação. Os nossos pés devem estar preparados para seguir o evangelho da paz, na mão deve estar a espada que é apalavra de Deus.
Se estivermos revestidos dessa armadura, passaremos por lutas, por tribulações, mas seremos vencedores. Quando muitos se cansam, caem e desistem, nós, que confiamos em Cristo, prevaleceremos. Onde muitos param, nós continuamos porque o nosso Deus tem cuidado de nós, garantiu o bispo.
Essa noite, o Senhor nos diz para nos esforçarmos e revigorarmos o ânimo de nosso coração. Sem abrirmos mão das promessas e de nossos sonhos. O que Deus nos falou, Ele cumprirá. Muitos confiam em coisas perecíveis, mas os que confiam no Senhor terão suas forças renovadas e prevalecerão, reiterou o ministrante, assegurando que Ele virá ao nosso socorro e não nos deixará soçobrar, afundar, cair. E se cairmos Ele nos erguerá e nos manterá na posição.
Assim o bispo, antes de ministrar a bênção final, exortou a Igreja a buscar a comunhão com os irmãos, a se dedicar mais as orações, assegurando que perto está o dia da concretização das promessas de Deus em nossas vidas.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Tarde do Refrigério de 08-01-09


“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom”. (Mateus 6: 24)

É Tempo de ter Consciência de Obedecer

A ministrante, pastora Elza Celina, convidada a trazer a palavra nessa tarde, iniciou perguntando á Igreja quem está governando nossa vida neste momento: o dinheiro, desejo de prosperidade, lembrando que outros tipos de problema também nos afasta de Deus e têm nos desviado de Sua presença. Devemos sair de nossa independência para sermos dependentes de Deus, acrescentou a pastora, citando o texto em epígrafe.
Esse texto mostra a diferença entre o governo do mundo e o governo de Deus, explicou a pastora recorrendo à narrativa de Gênesis 1:1. Aí é instaurado o governo de Deus, quando Ele mostra como gostaria que a Sua criação estivesse. Não havia desobediência, pecado, nada que nos afastasse de Deus. Éramos a Sua imagem e semelhança. Ainda tínhamos acesso à presença de Deus e usufruíamos 100% da Sua inteligência. No entanto hoje só usamos 10% da inteligência que Ele nos dotou. Adão deu nome às plantas e aos animais e gozava da presença de Deus, encontrando-se com Ele todos os dias ao cair da tarde, ao pôr do sol. Deus deu ao primeiro homem o poder e ele utilizou para governar.
No capitulo 3 de Gênesis vemos que ouve o pecado e ruptura. Saímos da presença de Deus, mas Ele não nos abandonou. Criou um sistema para despertar o homem e resgatá-lo, dando-lhe a consciência do erro.
É instaurado, então, o governo da consciência, quando o homem começa a fazer escolhas, tendo a opção de viver no mundo ou se voltar para o Reino de Deus. Mas nesse momento, a maldade implantada pela desobediência, ainda no primeiro estágio do homem com Deus, e pela influência de satanás, a maldade começou a dar frutos. As escolhas muitas vezes eram erradas. Erva daninha plantada no coração do homem foi se alastrando de tal forma que a consciência foi cauterizada. Pelo excesso de pecado e a dureza do coração, o homem foi se afastando da convivência com o Senhor. Mas ainda hoje se percebe um saudosismo, uma nostalgia remanescente do momento de comunhão do homem com Deus, quando contemplamos o pôr do sol. Nossa memória adâmica ainda sente a presença do Senhor nesse momento. A saudade da época remota em que o homem se encontrava com Deus no paraíso, podendo desfrutar de Sua companhia e contemplá-Lo face a face.
Mas o homem continuava a fazer coisas erradas e em Gênesis 9 é narrado o dilúvio que assolou a terra, pondo termo ao que aos olhos de Deus estava contaminado pelo pecado, iniciado pela desobediência desde o Jardim do Éden.
A humanidade se perdeu, mas Deus viu em Noé e sua família, a possibilidade de recomeçar, dando nova oportunidade ao homem de se redimir e de escolher o caminho da salvação. Contudo, era necessário que se colocassem regras. Padrões de conduta, para limitar as ações do homem para que ele voltasse à comunhão com Deus.
Veio, então a consciência de que o homem precisava julgar os outros homens. Surgiram os juízes e os profetas que traziam a voz de Deus para dar-lhe a noção do erro, pois o homem estava desestruturado. Assim, o capítulo 11 de Gênesis apresenta o homem com o coração endurecido, na construção da Torre de Babel, que representa a rebelião do homem. Esse monumento era erigido para que o poder humano fosse reconhecido, excluindo-se a honra a Deus. Esse fato foi instigado pelo maligno, colocando o homem debaixo de seu governo, instaurando-se o governo de satanás, com a construção da Torre de Babel, como expressão da independência do homem.
Por isso, o Senhor não permitiu que chegasse a termo e interviu, impedindo que essa obra se completasse. Temos então que fazer o caminho de volta da independência para a dependência de Deus.
Como fazer um paralelo entre essa época e hoje, perguntou a pastora à Igreja, lembrando que ainda estamos transgredindo a ordem de Deus. Se Ele diz para fazermos algo e desobedecemos, estamos em pecado. Desobedecer é pecar. A mentira, a conduta errada, que muitas vezes tentamos justificar, dentro de uma sociedade que nos afasta de Deus. Essas inversões de valores fazem com o Senhor se retire de nós, assim como fez com Adão, lembrou a pastora, citando Romanos 3: 23 “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” e os Salmos 51:5 “Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe”.
O que fazer, então, diante dessa situação, perguntou a ministrante, observando que “Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno”, como cita 1 João 5:19. Mas o Espírito Santo está conosco e fazemos a diferença. Nosso posicionamento em dizer que conhecemos a palavra, que sabemos o que estamos fazendo, coloca-se no controle e deixa Deus de fora. Temos, então, que retomar nossa dependência de Deus. Quando sabemos que estamos fazendo escolhas e fazemos opção pelo certo, quando nossa conduta está correta diante de Deus e dos homens, agimos segundo a vontade do Senhor. Honrando as autoridades constituídas, pai, mãe, marido, bispos e nossos pastores, juízes, regras sociais que norteiam a vida humana. Em casa, o marido é o sacerdote do lar, ele deve ser o responsável pela disciplina, a mulher é sua ajudadora, mas ele deve exercer a autoridade, a honra é do sacerdote do lar. Que deve também honrar sua casa como se honra a casa de Deus. De igual forma devemos respeitar as demais autoridades, professores, governos, líderes.
Quando fazemos isso, subimos a um nível, saindo do governo do inimigo e retomamos ao governo da consciência que deverá ser treinada até que ela sensível, tendo atitudes corretas, discernindo entre o certo e o errado, daí pulamos para a dependência de Deus. Reconhecemos o sacrifício de Jesus na cruz, que precisamos de um Senhor, recebemos a unção, o sopro de vida e tornamos a viver em Cristo, sendo guiados pelo Espírito de Deus, conforme I João 2: 27 "E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis".
Quando passamos para esse nível, sabendo o que é certo, nossa comunhão melhora, sabemos respeitar os limites dos outros. Quando percebemos que erramos diante de determinada situação, é preciso pedir perdão. Nosso caminhar precisa ser trilhado no caminho de Cristo. Não podemos falar de amor se minhas atitudes são diferentes. Mas se somos coerentes, em atitudes e em obediência, aí sim, Deus está no controle.
Reconhecendo que precisamos ser conduzidos, nesse momento, Deus começa a caminhar conosco e nos diz o que e como fazer, tendo a unção Dele. O Espírito Santo quebra o jugo de satanás e o que parece estar errado começa a mudar. Portanto, exortou a pastora, devemos abrir mão de nossa própria vontade e assim Deus mostrará como agir com posicionamento cristão.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Culto de Despertar da Fé de 07-01-09


É tempo de perdoar os pecados


Marcos 2: 1-12


1 E alguns dias depois entrou outra vez em Cafarnaum, e soube-se que estava em casa.
2 E logo se ajuntaram tantos, que nem ainda nos lugares junto à porta cabiam; e anunciava-lhes a palavra.
3 E vieram ter com ele conduzindo um paralítico, trazido por quatro.
4 E, não podendo aproximar-se dele, por causa da multidão, descobriram o telhado onde estava, e, fazendo um buraco, baixaram o leito em que jazia o paralítico.
5 E Jesus, vendo a fé deles, disse ao paralítico: Filho, perdoados estão os teus pecados.
6 E estavam ali assentados alguns dos escribas, que arrazoavam em seus corações, dizendo:
7 Por que diz este assim blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, senão Deus?
8 E Jesus, conhecendo logo em seu espírito que assim arrazoavam entre si, lhes disse: Por que arrazoais sobre estas coisas em vossos corações?
9 Qual é mais fácil? dizer ao paralítico: Estão perdoados os teus pecados; ou dizer-lhe: Levanta-te, e toma o teu leito, e anda?
10 Ora, para que saibais que o Filho do homem tem na terra poder para perdoar pecados (disse ao paralítico),
11 A ti te digo: Levanta-te, toma o teu leito, e vai para tua casa.
12 E levantou-se e, tomando logo o leito, saiu em presença de todos, de sorte que todos se admiraram e glorificaram a Deus, dizendo: Nunca tal vimos.


O ministrante, Bispo Roberto Marques, iniciou sua preleção afirmando que Jesus está no templo, esperando pelo culto, e se muitas pessoas não estavam ali é porque nós nãos as trouxemos. Depois de ler com a Igreja o texto em epígrafe, explicou que a missão de Jesus, no primeiro momento era ensinar sobre o Reino de Deus. Ele veio ao mundo em forma humana para pregar sobre isso e não para fazer milagres. Contudo, quando ele pregava, os milagres aconteciam. Por estarem na presença de Jesus, as pessoas eram curadas, assegurou o bispo, mostrando que há muito o que aprender com esse texto.
Assim, ele sintetiza o episódio narrado por Marcos, para apresentar à Igreja uma parte das lições de Cristo. Alguns homens insistiram em levar um paralítico à presença de Jesus, porque sabiam que ele seria curado. Mas como o paralítico poderia ir até Jesus? Perguntou o ministrante, ponderando com a Igreja que somente se alguém o levasse, da mesma forma como deve ser com as pessoas que estão amarradas pelo diabo. É preciso que alguém as leve à presença Daquele que cura, liberta e transforma. E as vezes é necessário que sejam mais de uma pessoa, como ocorreu com o paralítico, pois um apenas não conseguiria esse objetivo.
Observem que eles não desanimaram do seu objetivo de levar aquele homem à presença do Senhor Jesus. Eles estavam imbuídos de um propósito e não desistiram. As vezes nos faltam estratégias, lembrou o bispo, para trazermos as pessoas aos pés do Senhor. Mas aqueles homens armaram essas estratégias: se passar pela multidão não seria possível, então eles abriram caminho subindo pelo telhado e procurando o melhor a partir do eirado. Procuram o lugar onde Jesus estava, cavaram um buraco, e não desistiram do seu intento de levar aquele homem aos pés de Jesus. Será que hoje em dia temos feito isso? Perguntou o bispo, lembrando da acomodação da Igreja com relação ao resgate de vidas. Será que estamos, como aqueles homens, dispostos a bancar o prejuízo de quebrar o telhado?
Aqueles homens colocaram o paralítico aos pés de Cristo. E isso foi o suficiente. Daí em diante, o Senhor fez o resto. A nossa função é trazer as pessoas aos pés de Jesus, afirmou o bispo, assegurando que Jesus observou a fé deles e do paralítico também, pois ele se deixou levar, apesar de todas as dificuldades encontradas.
O que Cristo faria eles não sabiam. Sabia apenas que bastava deixar aquele homem diante do Senhor e se empenharam nisso. Eles investiram tempo, dinheiro, pois haveriam de pagar o conserto do telhado e o prejuízo causado ao eirado. Fazer a obra de Deus é dispendioso, demanda tempo e dinheiro, mas saiba que Deus providencia os recursos, assegurou o ministrante.
E havia naquele meio, como sempre há, os religiosos, os questionadores. Foram eles que crucificaram Jesus, os escribas, os fariseus. Fuja dos religiosos, exortou o bispo, lembrando as palavras de Cristo: “Acautelai-vos primeiramente do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia”. (Lucas 12:1b.) e ensinado que religioso é como erva daninha, nasce em todo lugar. São aqueles que se preocupam com as normas, com o que não está de acordo com os dogmas. E quem disse que Deus se encaixa em normas humanas? Perguntou o bispo, lembrando que se Ele quer nos curar apenas com a palavra Ele assim o faz, se Ele quer usar a unção, o lodo, ou outra pessoa, Ele também o faz, porque é soberano.
Aqueles homens pensaram que se Jesus não curasse o paralítico, ao menos teria uma palavra de conforto, de ânimo, mas Jesus não fez nem uma coisa, nem outra. Apenas disse: “Filho, perdoados estão os teus pecados.”

Deus não depende de nossa fé para operar, mas nossa fé colabora, ao passo que a incredulidade bloqueia a ação de Deus. Os escribas “arrazoavam em seus corações, dizendo: 7 Por que diz este assim blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, senão Deus?” Mas Jesus por intermédio do Espírito Santo sentiu que eles cogitavam no coração e perguntou: “Qual é mais fácil? dizer ao paralítico: Estão perdoados os teus pecados; ou dizer-lhe: Levanta-te, e toma o teu leito, e anda?” Aos olhos humanos seria mais fácil dizer que se perdoam os pecados, do que dizer ao paralítico para tomar seu leito e andar. E para fazer saber que Jesus pode todas as coisas, Ele disse “Levanta-te, toma o teu leito, e vai para tua casa.” E o paralítico obedeceu.
Mas, assegurou o bispo, aquilo só foi possível por causa de homens crentes que não mediram esforços para colocar aquele homens aos pés de Jesus. Eles foram impedidos pela multidão, como muitos de nós encontramos muito mais pessoas querendo nos desanimar. Temos que trabalhar, conclamou o bispo, pois o milagre acontece mediante esse esforço. Deus está pronto para realizar basta crermos e agir diante dessa fé. Pode até ser que em princípio os homens tivessem se decepcionado, afinal eles esperavam que um milagre acontecesse e Jesus apenas diz “seus pecados estão perdoados”. No entanto, Jesus conhecia a razão de aquele homem estar naquela condição. Eram os seus pecados e se o motivo fora retirado, então o milagre viria em seguida. É isso que temos que aprender com esse episódio. Quando os pecados são perdoados as curas acontecem, as bênçãos vêm. Quando perdoamos abrimos as áreas para que os milagres aconteçam em nossas vidas. O milagre do perdão é imperceptível, mas abrem caminhos para a vida eterna. A cura é transitória, mas pecados perdoados refletem para a eternidade e abrem caminhos para milagres.
Jesus não faz nada por acaso, assegurou o bispo, explicando que Ele olha para aquele homem paralítico e vê que eram seus pecados que o prendia naquela cama. Tirando-lhes os pecados, o problema vai embora.
Jesus disse que o Filho do Homem tem autoridade para perdoar pecados e esse poder Ele deu à Igreja, disse o bispo citando a confissão de Pedro em Mateus 16:16 “E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. A Igreja gloriosa de Jesus vivo tem que estar alicerçada nisso e então poderá tomar posse da autoridade dada por Cristo, apresentada em Mateus 18:18 “Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu”.
A autoridade que era De Jesus foi passada a nós, mas o que estamos fazendo com essa autoridade? Ponderou o ministrante, lembrando que o milagre iniciado pelo perdão dos pecados só foi possível porque pessoas se empenharam em levar o pecador ao pés de Cristo, portando precisamos nos empenhar nisso também.
Há pessoas que estão salvas porque são frutos de pessoas teimosas que perseveraram em resgatar vidas paralisadas pelo diabo. Muitos desistem no meio do caminho por muito menos, afirmou o bispo lembrando aqueles que têm se desviado da igreja. No entanto, ele assegurou isso faz parte da poda que o Senhor está fazendo entre os Seus. Muitos saíram e outros ainda sairão, Deus tem mostrado isso. Mas também tem assegurado que é por essa poda que a essa árvore que é a Igreja vai crescer de forma sobrenatural.
A poda é de Deus e o controle é Dele, afirmou o bispo. Não somos que atraímos as pessoas, pelos nossos dons, mas o Espírito Santo de Deus é que age, reafirmou o bispo recapitulando com a Igreja aquilo que o Senhor tem nos mostrado pela Sua palavra: temos autoridade para reter e perdoar pecados e temos poder para trazer as pessoas para Jesus. Então, conclamou o bispo, vamos deixar a mesmice, porque Jesus fará o resto. Assim veremos curas, maravilhas e sinais: cegos, surdos serão curados, casamentos serão restaurados, vidas serão libertas. Não importam as dificuldades: romperemos todas, em nome de Jeus.




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domingo, 4 de janeiro de 2009

Culto de Louvor e Adoração de 04-01-09


É tempo de visitação de Deus!

A ministrante da noite, missionária Rachel, recém chegada dos Estados Unidos da América, convidada a entregar a palavra, iniciou sua preleção agradecendo a Deus, porque lhe tem dado forças para ver o outro lado e porque o nosso coração vai conhecer a Sua vontade.
Nesse momento ela pede ao Senhor que fale com a Igreja por seu intermédio, pela palavra pregada, e pelo Espírito Santo, agradecendo pela maravilhosa presença nessa noite de louvor e de bênçãos.
Ela agradece a bênção de poder ministrar a palavra na igreja em que ela já esteve outras vezes e particularmente por ter o privilégio de entregar à Igreja a exortação de Deus para que façamos a Sua vontade. Ela contou aos presentes que, em agosto, quando ainda estava nos EUA, o Senhor mostrou a ela que em 2009 visitaria a Igreja no Brasil de uma forma muito especial. Haverá uma graduação da Glória de Deus na terra como jamais houve, afirmou a missionária, afirmando que nessa noite ela irá partilhar com a Igreja a visitação que Deus tem para a nossa cidade, a nossa nação e particularmente para nós. Mas ela assegurou que há uma responsabilidade que envolve essa visitação. Quando Deus visita há que ter uma preparação para nos levar a outro nível. E para isso precisamos trabalhar algumas atitudes, hábitos e maneiras de lidar porque mais de Sua Glória estará sobre nós. Quando Deus visita tem que haver arrependimento tanto pessoal, quanto como corpo, pois nós entramos em intimidade com outras pessoas do corpo da Igreja e assim nos arrependemos dos pecados nacionais para que o Senhor venha e perdoe a nossa terra. Se a Igreja se arrepender em parte pelos pecados da nação é nossa responsabilidade nessa noite, reiterou a missionária, citando Atos 3:19 “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor”.
Então, quando a gente olha o refrigério que vem da presença do Senhor, entendemos que tempo representa estações, dias, tempos nos quais os eventos tomam lugar e acontecem. Tempo é uma janela de oportunidade, e se existe oportunidade é para fazermos algo: casar, negociar, estudar, viajar. Ou oportunidade para chegarmos mais perto de Deus. Quando existe uma visitação especial de Deus, temos que deixar algumas coisas e ganhar tempo. Isso significa passarmos menos tempo diante da TV, no shopping, nos jogos e mais diante de Deus. Porque é uma oportunidade, uma janela especial. A palavra diz que, quando alcançarmos o refrigério a partir de Deus, somos renovados e retemos o nosso fôlego. O peso é tirado de nós. E isso só acontece na presença de Deus. Lares são resgatados. Precisamos ser renovados, pois o mundo está bem confuso nesse momento. É quando mais precisamos de Deus. Da presença do Senhor. Se os olhos de Deus estão focados em nós, a Sua imagem é transferida para nós.
Quando Deus a imagem de Deus se reflete em nós somos restaurados e capazes de muito mais do que pensamos. Mas primeiro temos que ser renovados. Se formos transformados, Brasília e o Brasil inteiro poderão ser renovados e estar cheios da presença do Senhor, porque aí faremos diferença na vida das pessoas de Brasília. Podemos levar a presença de Deus nas escolas, nos negócios. Levar esperança a quem não tem esperança, pois nós fazemos a diferença. Então, temos que ganhar o tempo porque Deus quer nos visitar. É o momento em que temos que agradecer. E buscar Deus na visitação vai exigir mais de nós. Temos que orar mais, evangelizar mais. Não trabalho para Ele vai aumentar, reiterou a missionária, e isso é uma decisão individual, mas também da Igreja, explicou, lembrando que temos que nos perguntar: queremos mesmo que Deus nos visite? Porque isso significa que vamos ter que desistir de algumas coisas. Que o nosso tempo, nosso dinheiro, nossas habilidades serão menos nossas e mais de Deus. Para que Deus nos visite temos que decidir se vamos seguir aquilo que Ele está determinando. Quando Ele nos visita, o Senhor nos diz “ quero que estenda mão e conserte os seus relacionamentos. Nele Eu serei glorificado” e o Senhor ao nos visitar vai falar dos problemas de cada um. Então não podemos apenas decidir, mas obedecer. Temos que ser obedientes às instruções de Deus. Quando Ele no visita é para alcançar e consertar coisas a nosso respeito, ou da nossa cidade.
A missionária lembrou que essa é a sua nona visita ao Brasil e que desde a sua primeira vinda muitas coisas aqui ainda estão como antes e em algumas ela já viu mudanças. Assegurou que tem que haver mais unidade no corpo de Cristo, explicando que em agosto, quando estava nos EUA, Deus lhe revelou que faria uma visitação ao Brasil e que nesse país haverá mais unidade. Por isso ela é portadora da palavra de que temos que consertar nosso relacionamento com Deus, para que possamos andar em unidade.
E simples, afirmou. Não é nada fora do nosso alcance. Mas é uma responsabilidade muito séria, quando pedimos a Deus que nos visite, porque significa que precisamos mudar. Quando Jesus ministrava na terra muitos lugares não eram transformados, mesmo depois dos milagres, lembrou, citando Carfanum. Ali não se via mudanças, como em muitas partes da Galiléia. E Deus visitava em carne. Agora é Deus em Espírito que está nos visitando. Quando Deus visita verdadeiramente nossas vidas são transformadas. Deus nos corrige.
A missionária lembrou que a primeira vez que veio ao Brasil há 17 anos, fez um voto de visitar o Nordeste porque havia estudado muito sobre as condições do povo nordestino e conhecia de ler e ouvir falar sobre a pobreza, o espiritismo, o distanciamento de Deus. E então, quando soube que viria novamente pediu a Deus que permitisse que trabalhasse no Nordeste.
No entanto, foi a Porto Alegre, a Curitiba, Uberlândia, São Paulo, Rio, Florianópolis, Goiânia e menos no Nordeste. Mas Deus é tão bom e generoso, testemunhou, que permitiu que dessa vez ela pudesse passar dez dias em Maceió, passando pela Bahia. Assim ela irá orar em alguns lugares da Bahia e irá também ao Recife. Tudo isso é para explicar que quando fazemos o melhor para Deus e confiamos Nele, Ele nos ajuda a cumprir nossos votos. Quando Ele nos visita, pede que façamos algumas coisas.
E assim, obedecendo ao chamado de Deus, a missionária orou particularmente por alguns grupos. Em especial pelas crianças porque Deus disse que não devemos negligenciar as crianças, pois elas têm o coração aberto para Ele e estão mais facilmente dispostas a fazer a Sua vontade, assegurou.
Orou pelos jovens, chamando-os à frente para que recebessem a unção, porque estão destinados a falar a outras gerações sobre o amor de Deus. Portanto é necessário que sejam guardados para não se desviarem e caírem em armadilhas sempre armadas para tiram-nos da direção de Deus. A missionária lembrou a necessidade de a Igreja cobrir os seus jovens com orações porque são a força de Deus.
Orou pelas moças, ungidas pela anciã Irmã Beré, para que representassem todas a moças da Igreja que ali não estavam, afirmando que elas precisam entender o seu papel e a sua função na Igreja. Exortando que continuem puras até o casamento, porque o Senhor pretende usá-las para a Sua obra. Para tocar e alcançar outras mulheres em outras partes do país, sendo sensíveis à presença de Deus, conhecendo e aprendendo sempre.
E concluiu orando pelos líderes da Igreja. Agradecendo pelo tempo em que está na presença do Senhor. Pedindo ao Senhor que, ao nos visitar, restaure e renove nossas vidas e que no ano de 2009, a Sua vontade seja feita entre nós.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Culto dos Jovens- Varjão em 03-01-09

É tempo de viver em santidade!

I João 1: 10

1 O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida
2 (Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos dela, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e nos foi manifestada);
3 O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo.
4 Estas coisas vos escrevemos, para que o vosso gozo se cumpra.
5 ¶ E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele trevas nenhumas.
6 Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade.
7 Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.
8 ¶ Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.
9 Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.
10 Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.

1 João 2: 1-6

1 Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.
2 E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.
3 ¶ E nisto sabemos que o conhecemos: se guardarmos os seus mandamentos.
4 Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade.
5 Mas qualquer que guarda a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado; nisto conhecemos que estamos nele.
6 Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou.


I João 5: 18-19
18 Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca.

19 Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno.

O ministrante, Bispo Roberto, iniciou sua preleção perguntando aos presentes se nós ingerimos alimentos todos os dias, para se referir ao fato de que o homem natural precisa fazer várias refeições diárias para que sobreviva, mas que sendo corpo, alma e espírito, o nosso homem espiritual também precisa se alimentar todos os dias e não apenas aos domingos, quando vão à igreja cultuar a Deus e ouvir a Sua palavra. O bispo exortou a Igreja a começar a ler a palavra de Deus todos os dias, iniciando com poucos capítulos até que toda a Bíblia seja lida. Bastam 3 capítulos por dia, explicou o bispo, e ao final do ano todos os livros terão sido lidos. Eis um desafio, incentivou o ministrante. Comecemos a ler por uns 21 dias e ao final deles não vamos mais querer deixar de ler. Vamos sentir falta dessa atividade, como sentimos falta de pão. Esse alimento espiritual irá fortalecer o nosso homem interior, o nosso espírito. E o espírito forte tem domínio sobre nossa alma e ela dominará nosso corpo, protegendo-nos contra a concupiscência da carne.
O bispo contou à Igreja que o apóstolo João tinha apenas dezesseis anos quando começou a seguir Jesus. E ele ficou conhecido por ser o apóstolo do amor. E era amado por Jesus. Ele escreveu três cartas à Igreja no período em que estava na Ilha de Ptmos, já mais velho. Não fez, como Paulo, cartas endereçadas a igrejas em particular: `a igreja de Éfeso, de Pérgamo, de Corinto, de Filipo, de Colosso, de Tessalônica, de Roma.... Ele escreveu à Igreja em geral. A Igreja que somos nós, o corpo de Cristo. E João fala no início que foi testemunha ocular, não fala do que ouviu falar, mas do ele próprio viu e ouviu. Então, assegurou o bispo, ele tem autoridade para falar. A carta de João a nós é para que a Igreja se mantenha em santidade. Ele se reporta á transgressão, ao pecado. Mas o que é pecado? Perguntou o ministrante, aos jovens. Pecar é errar o alvo. É ir contra a vontade de Deus, confirmou o bispo, lembrando que há por aí uma idéia de que somos pecadores e isso não é verdade, explicou, usando uma analogia. Nem todos que cozinham são cozinheiros, nem todos que fazem pão são padeiros. Podemos alguma vez cometer um pecado, mas isso não significa que somos pecadores. O pecado na vida do convertido é exceção, não regra. É acidente, não prática constante. Quem é nascido de novo não é pecador. Nós não somos pecadores fugindo do pecado, mas santos resistindo ao pecado, reafirmou o bispo. Pecado na vida do cristão não pode ser habitual, mas acidente e ninguém gosta de viver em acidentes. Pecado é o que nos afasta de Deus. Quanto mais pecamos, mais afastados do Senhor ficamos.
João escreve essas cartas porque a Igreja estava se afastando da idéia de que o pecado não pode ser uma regra, mas uma exceção e ele quis mostrar que é equivocado agir como se nosso destino é pecar, porque herdamos o pecado original.
Nenhum homem pode afirmar que não tem pecado, ou tendência ao pecado. Pois esse pecado vem do nascimento. Veja o que diz os Salmos 51:5 “Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe”. Mas por esse pecado Jesus morreu na cruz do calvário. Nós não iremos para o inferno por conta do pecado original, por esse pecado Jesus já pagou o preço. João afirma que Jesus não só morreu pelo pecado original, mas pelos nossos pecados, quando saímos do alvo e vamos contra a palavra de Deus.
Mas nós não devemos pecar. Nós conseguimos não pecar porque Jesus já morreu pelos nossos pecados. Ele diz em I João 2:6 “Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou”. Jesus foi tentado, teve todas as possibilidade de pecar porque era homem, como nós, mas não pecou para nos mostrar que nós também podemos andar como Ele andou: sem pecado. andou no mundo e não compactuou com as coisas do mundo. Nós podemos andar no mundo e não pecar. Para isso basta nos revestir do escudo que nos protege: a palavra de Deus.
Jesus fez a seguinte oração ao Pai, lembrou o bispo, citando João 17:15 "Não rogo pois que os tire do mundo, mas que os proteja do Maligno". A idéia que vigorava na Idade Média de que para ser santos, os homens deveriam se isolar em mosteiros para fugirem das tentações e do pecado não é legítima, asseverou o bispo, pois nega o que Jesus pregou. Não devemos nos afastar do mundo para vivermos em santidade, mas sim estarmos no mundo sem nos deixar contaminar por ele.
E como podemos no livrar dos pecados? Perguntou o bispo, já explicando que é necessário confessá-los e deixá-los, como ensina I João 1:9 “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça”. Andar em santidade é a nossa melhor escolha, assegurou o ministrante, lembrando que a tendência do pecado está em nós, mas a decisão de não pecar também é nossa. Andar conforme Jesus andou. Trilhar os passos do Senhor.
E nessa noite devemos ficar atentos para as palavras de João à Igreja, foi por esse motivo que Jesus nos reuniu. Para nos dizer que devemos procurar viver em santidade, porque o pecado nos afasta de Deus. E para que não pequemos devemos observar o que diz os Salmos 119:11 “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti”. Conhecer a palavra, guardar a palavra e viver a palavra, eis o segredo da proteção contra o pecado.
Se o salmista diz que guarda no coração e não na mente é porque não basta conhecer. É preciso viver, praticar. Não é na mente que armazena o conhecimento, mas no coração, órgão que bombeia o sangue para que todo o corpo tenha vida. Assim também deve ser com a palavra de Deus. Ela se bombeada por todo o corpo, mantém o homem vivo. A palavra nos recomenda a não apenas ser conhecedores, mas a praticantes.
No final da carta em 5:18, o apóstolo João nos assegura que aquele que é nascido de Deus não pode ser tocado pelo maligno. E se, como nascido de Deus, resistimos ao diabo, podemos dizer que não pecamos.
A tendência ao pecado está em nós, mas com o nosso espírito fortalecido podemos chegar ao final do dia e dizer “ não pecamos”. Mas se porventura fraquejarmos e acontecer um acidente, devemos confessar o nosso pecado, dando-lhe nome (mentira, adultério, prostituição, ira, porfíria, dissensão, fofoca, injúria, etc ), Deus é fiel e justo para nos perdoar e levar nossos pecados ao mar do esquecimento.
No momento em que nascemos de novo, uma pessoa muito especial vem habitar dentro de nós: o Espírito Santo de Deus. E então, quando pecamos, nós sabemos que pecamos, porque o Espírito Santo nos leva ao constrangimento e ao arrependimento. E arrependimento, lembrou o bispo, é mudança de atitude. É não somente confessar, mas deixar o pecado. não importa quão negro seja o nosso pecado, o Senhor pode torná-lo mais alvo do que a neve. Mas não podemos nos esquecer de que pecado começa com as pequenas transgressões. Uma mentirinha aqui, uma ira ali e um vai levando ao outro, um abismo chama o outro. Por isso Jesus nos disse "Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira", no texto que está em Efésios 4:26. O bispo nos alertou de que essa conversa de muitos “eu perdôo, mas não esqueço”, é apenas fachada para quem de fato não liberou o perdão e anda é escravo desse sentimento e do pecado que ele gera. E um abismo chama outro abismo, concluiu o bispo, exortando mais uma vez a Igreja a andar como Jesus Cristo andou, em uma vida de santidade.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Culto da Vitória de 02-01-09


É tempo de conhecer a palavra de Deus!

Salmos 91:

1 Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.
2 Direi do SENHOR: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.
3 Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.
4 Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel.
5 Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia,
6 Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.
7 Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.
8 Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.
9 Porque tu, ó SENHOR, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.
10 Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
11 Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
12 Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.
13 Pisarás o leão e a cobra; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.
14 Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.
15 Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.
16 Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.

O ministrante da noite, o Bispo Roberto Marques, falou á Igreja sobre o privilégio se estarmos sob a proteção do Senhor. Não há crise se estamos em Cristo. Não seremos atingidos, pois pertencemos á família de Deus. Mas o diabo não quer que tenhamos conhecimento acerca dos nossos direitos, pois se conhecemos, somos livres de suas investidas. Se estamos em Cristo ele não pode nos tocar e ele sabe disso. Mas faz de tudo para que não compreendamos o que isso significa, lembrou o bispo, explicando que é preciso verdadeiramente conhecer a Cristo e não apenas falar em nome Dele. Ele citou o episódio narrado em Atos 19: 13-15 “E alguns dos exorcistas judeus ambulantes tentavam invocar o nome do Senhor Jesus sobre os que tinham espíritos malignos, dizendo: Esconjuro-vos por Jesus a quem Paulo prega. E os que faziam isto eram sete filhos de Ceva, judeu, principal dos sacerdotes. Respondendo, porém, o espírito maligno, disse: Conheço a Jesus, e bem sei quem é Paulo; mas vós quem sois?”
Isso significa que não adianta apenas ter conhecimento teórico e não viver o que sabe. “Escondi a Tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra Ti” anuncia o Salmo 119:11. Citando esse versículo, o bispo explicou a Igreja a importância de conhecer a palavra e prosseguir conhecendo. Se sabemos que o diabo não pode nos tocar, não paramos mediante as investidas dele. A palavra de Deus em Tiago 4:7diz: “Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós”. Fazendo isso, não precisamos ter medo, temos que confiar e saber que o Senhor é Deus. Se há crise, não importa, assegurou o bispo, estaremos em Cristo e não em crise. O bispo reiterou essa afirmação, lendo o salmo 91. Estar á sombra do Altíssimo é refrigério e descanso, porque o nosso Deus é o nosso escudo e baluarte. Em quem podemos confiar. Há uma declaração de que é Deus. Quem tem conhecimento disso, sabe o que diz: é Deus falando: “Pois ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa. O servo de Deus afirma. E Ele fala para confiamos. Sabemos que estamos em Cristo e somos novas criaturas e assim somos vencedores. Se alguns confiam em carros ou em cavalos, nós confiamos no nome de nosso Deus, reiterou o bispo.
Conhecer e prosseguir, repetiu o ministrante. Conhecer e agir, de acordo com a vontade de nosso Deus, pois Ele é poderoso e não há impossível para Ele. Porque Ele é o Deus do impossível, afirmou o bispo.
Se o nosso Deus nos trouxe nessa noite de vitória é porque fomos escolhidos por Deus, para sermos vencedores. Para Ele, não somos um número, um CPF, somos pessoas. Ele nos conhece pelo nome. Somos importante para Deus e Ele quer que saibamos disso. Que tomemos posição, não importa o que estejamos passando. Quando assimilamos o conhecimento, tomamos posição e não vacilamos. Aprender é assimilar conceitos, explicou o bispo, dando o exemplo das cores: se sabemos que algo é amarelo, e nos é perguntado de que cor é, dizemos: amarelo.. Por mais apavorados que estivermos, não diremos que é vermelho. Quando assimilamos o conhecimento sabemos que seremos vencedores. Vamos lutar e vencer. Não importa quão negro esteja o mar, vamos chegar a um porto seguro. Esse conhecimento é muito importante, porque sabemos que não estamos debaixo dos pés do diabo, mas é ele quem está sob nossos pés, como afirma Romanos 16: 20 “E o Deus de paz esmagará em breve Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco. Amém”.
Esse conhecimento é que o diabo não quer que tenhamos para que continue a nos subjugar. Ele quer que estejamos na ignorância, mas o tempo da ignorância já passou. Para que possamos rebater as artimanhas de satanás é preciso saber que temos uma poderosa arma para destruir as fortalezas e que não podemos ser tocados.
O bispo lembrou que os pais de santo costumam dizer que têm o corpo fechado, o que não é verdade. Contra satanás somos nós que temos o corpo fechado, pois em nós ele não toca. Se ele vai a presença de Jesus pedir autorização para nos tocar, o Senhor não autoriza e sem autorização ele não pode nos tocar. Jesus tem intercedido por nós e diz “Eu paguei um alto preço pelos meus” o diabo só vai nos tocar se nós autorizarmos. Infelizmente, muitos têm dado legalidade a satanás para isso, abrindo brechas. Abrindo as portas, cujas trancas estão apenas do lado de dentro e só nós podemos abri-las, afirmou o bispo, citando Apocalipse 3:20"Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo."
O bispo reforçou que o diabo usa a nossa ignorância para ter domínio sobre nossa vida. O povo perece por falta de conhecimento, lembrou o ministrante, citando Oseias 4: 6 e conclamando a Igreja a seguir conhecendo a vontade de Deus, porque Ele a cada dia vai abrir as portas.
Conhecer o nome de Deus significa ter relacionamento com Ele, assegurou o bispo. O que nos mantém em segurança é conhecer o nome de Deus. Não adianta invocar o nome de Jesus se não O conhecemos. Invocar significa servir, adorar e se entregar a Deus.
Jesus nunca prometeu que não passaríamos por lutas. Mas disse que estaria conosco todos os dias e que já venceu por nós. Na cruz do calvário, as Suas últimas palavras foram: “ ... Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito”. Assim, já entramos na luta como vencedores. Com a certeza da vitória.
O bispo explicou á Igreja que a estratégia do diabo para minar nossas forças e nos fragilizar para nos abater é a mesma da leoa. Ela ruge para que a presa que está em um lugar seguro comece a se inquietar com o rugido e assim sai de sua posição e se expõe ao predador. Se a corça soubesse que bastava ficar quieta no lugar onde está para não ser devorada, ela não sairia com a ameaça. Mas ela não tem conhecimento por isso é abatida. Com esse exemplo o bispo nos orientou a não sairmos de nossa posição. A não darmos ouvidos aos rugidos do diabo e nos exortou a iniciar o ano sabendo que ainda temos 363 dias de bênçãos e que a cada dia gozaremos dessas vitórias.
Quando temos conhecimento que o diabo não pode nos tocar, que não depende do que sentimos, mas do poder de Deus, nossa vida é traçada. Deus estará conosco na angústia e nos glorificará. Glorificar é fazer brilhar, explicou o bispo. E Ele nos fará destacar. As promessas do Senhor são ainda maiores, afirma o bispo, concluindo a reflexão acerca do salmo em epígrafe. Ele nos saciará com longevidade. Isso significa que nos acrescentará dias com saúde e abastança. E nos mostrará a salvação. Tendo conhecimento e continuando a conhecer, porque Deus tem muito mais para aqueles que O conhecem. E, assegurou o bispo, antes de encerrar sua preleção, nessa primeira noite de vitória do ano de 2009, nós temos autoridade dada pelo Senhor, por isso é preciso que tomemos posição e sigamos o conselho de Oseias 6:3 “Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao SENHOR; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra”.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Culto de Final de Ano




É tempo de unidade!

Antes do romper do novo ano, o ministrante da noite, Bispo Roberto Marques, lembrou a Igreja que no ano de 2008 as palavras de ordem foram: vitórias, conquistas, cumprimento de promessas, realizações. Essas palavras motivaram o ano de 2008, que realmente foi um ano de muitas conquistas. E não há conquistas sem lutas, sem empenho, sem trabalho, lembrou o bispo.
Muitos tiveram vitórias. E a nossa maior conquista foi na esfera espiritual. Deus é tão bom que deu uma nova unção ao líder da Igreja. Enquanto ele abençoava outra vida, o Anjo do Senhor ministrava sobre ele, derramando-lhe uma nova unção, contou-nos o bispo, ponderando com a Igreja que o que Deus tem para fazer não cabe em um ano, portanto, muitas bênçãos ainda virão nesse ano que se inicia.
O senhor vem movendo, agindo, dando as diretrizes, por isso 2008 foi um ano de realizações, quando Deus concretizou a sua vontade em nossas vidas. Ele agiu confirmando a Sua vontade. Não foi a nossa vontade, mas a vontade do Senhor. O que ocorreu em 2008 foram realizações de Deus. Foi Deus agindo, operando, movendo-se, realizando. Muitos chegaram de uma forma que não estavam esperando, nem sonhavam que assim seria, porque tinham projetos que Ele realizou. Foi ano de cumprimento de promessas, porque Deus é fiel.
O bispo contou a Igreja que o Senhor lhe entregou as palavras-chave para o ano de 2009, que será o ano da unidade da Igreja. Nós estaremos unidos, conclamou o ministrante, citando o salmo 33 para mostrar o que a unidade traz para Igreja do Senhor. É como o azeite da unção que refrigera e dá nova vida. Deus esta trazendo unidade. Esse ano será marcado pela unidade da Igreja, reiterou o Bispo, exortando-nos a, doravante, usar o verbo na primeira pessoa do plural.
O ano que passou foi ano de conquistas, de realizações, de cumprimento de promessas e de vitórias, que continuarão, mas nesse ano que inicia teremos tudo isso unidos. Fazemos melhor quando estamos unidos. O trabalho do sacerdote fica mais leve. Há um zelo em não ver só o que é meu mas sim o que é nosso. Estaremos em família, pois será o ano da unidade da Igreja. Na unidade é que Deus determina a benção. O ano de 2009 será ano de benção, por isso entraremos o ano de joelhos na presença do Todo Poderoso. A nossa vitória virá por que Deus já determinou.
Assim como temos o norte como referência para encontrarmos também o leste, o sul e oeste, Deus nos deu quatro referências. Se o nosso norte é a unidade, para qual estaremos olhando, teremos também com a perseverança, um pacto de compromisso. O ano de 2009 será ano de perseverar em Deus e também ano de compromisso com Deus. Tempo de nos comprometermos com a obra do Senhor. Não vamos andar sós, considerou o bispo. Caminharemos juntos, seguiremos juntos e nos comprometeremos juntos com Deus. A unidade vai trazer compromisso. Então será um ano de comunhão. O bispo explicou que unidade é muito parecida com comunhão, no entanto, só tem comunhão quem está em unidade. O que significa ter tudo em comum. É compartilhar a benção, as lutas e também as lágrimas.
Deus vai fazer algo realmente muito grande, assegurou o ministrante, pois sabemos aonde Ele quer que cheguemos, porque esse ano será ano de resgate de vidas. Vamos ganhar almas para Jesus, exortou o bispo. Nossos amigos nosso companheiro, nossos familiares. Unidos teremos tudo em comum, teremos compromisso, se perseverarmos. Ao final de 2009, seremos comprometidos com a obra de Deus. Será ano de crescimento da Igreja cristã no Brasil. É o ano que Deus vai levantar sua Igreja neste país, garantiu o líder da ICMV. A Igreja vai mostrar a sua força. Uma Igreja unida com propostas definidas.
Quando é para o bem Deus faz a unidade quando é para o mal Deus quebra, Lembrou o pastor citando Gêneses 8, referindo-se ao fato de que o povo de Deus falava a mesma língua e isso era bom e sinal de unidade aos olhos de Deus, mas quando o povo se uniu contra os propósitos divinos, o Senhor quebrou a comunicação e em Pentecostes Deus devolveu essa unidade ao seu povo. O que Ele quebrou em Babel, Ele uniu em Pentecostes e isso vai ser retomado em 2009. É promessa do Senhor para sua Igreja.
Não abra mão de suas conquistas, conclamou o bispo a Igreja, assegurando que Deus fará por nós muito mais do que esperamos. Não será mais eu e sim nós. Teremos vitórias, conquistas, promessas cumpridas, porque vamos caminhar em unidade, em comunhão, em compromisso com Deus. E se temos compromisso com Deus, teremos compromisso com o irmão, pois conforme está em 1 João 4:20 “Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?”
Não há como dizer que temos compromisso com Deus se não tivermos compromisso com a Igreja. Nesse ano precisamos nos comprometer com a obra de Deus. Servir a Deus e apoiar o irmão, porque Deus quer unidade e compromisso. Essa foi a meta de seu filho. Jesus veio ao mundo para tirar o homem pecador das trevas, para o reino da sua maravilhosa luz. Temos que ganhar almas para Deus. Não podemos ser tímidos, ter medo de nos expor.Temos que ser ousados e não perder oportunidades, porque Deus vai colocar pessoas nas nossas vidas para que testemunhemos as suas bênçãos.
O bispo encerrou a mensagem de final do ano preparando a Igreja para receber de joelhos o novo ano, reiterando a necessidade de perseverarmos em unidade, comunhão e compromisso com a obra do Senhor, assegurando que assim teremos cumpridas as promessas de Deus em nossas vidas e na vida da Igreja, porque esse é o desejo do Senhor Jesus e é essa a oração que Ele fez por nós em João 17:23 “Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim”