Localização da ICMV

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domingo, 6 de novembro de 2011

Culto da Noite de Domingo de 06-11-11




É tempo de adorar verdadeiramente

O pastor Willian, depois de ministrar e conduzir a Igreja ao louvor e à adoração, trouxe a palavra à Igreja, fundamentado neste tema: adoração. O ministrante explicou que a adoração está intimamente ligada à gratidão. E leu com a Igreja João 12: 1-11


1 Foi, pois, Jesus seis dias antes da Páscoa a Betânia, onde estava Lázaro, o que falecera e a quem ressuscitara dos mortos.
2 Fizeram-lhe, pois, ali uma ceia, e Marta servia, c e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele.
3 Então, Maria, tomando uma libra de ungüento de nardo e puro, de muito preço, ungiu os pés de Jesus e enxugou-lhe os pés com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do ungüento.
4 Então, um dos seus discípulos, Judas Iscariotes, filho de Simão, o que havia de traí-lo, disse:
5 Por que não se vendeu este ungüento por trezentos dinheiros, e não se deu aos pobres?
6 Ora, ele disse isso não pelo cuidado que tivesse dos pobres, mas porque era ladrão, e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava.
7 Disse, pois, Jesus: Deixai-a; para o dia da minha sepultura guardou isto.
8 Porque os pobres, sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes.
9 E muita gente dos judeus soube que ele estava ali; e foram, não só por causa de Jesus, mas também para ver a Lázaro, a quem ressuscitara dos mortos.
10 E os principais dos sacerdotes tomaram deliberação para matar também a Lázaro, 11 porque muitos dos judeus, por causa dele, iam e criam em Jesus.

O ministrante lembrou a atitude das duas irmãs, como cada uma fazia a seu modo o que pensavam melhor agradar a Jesus. Nessa situação Marta se ocupava com os afazeres, assim como muitas vezes agimos quando temos visitas em casa na intenção de melhor receber. Por isso às vezes ficamos mais à vontade quando recebemos as pessoas mais chegadas. Mas a outra irmã, Maria, estava aos pés de Jesus, mais preocupada em lhe dar atenção e estar próxima Dele do que em fazer o serviço da casa. Marta se incomodou com isso e queixou-se com o Senhor. Mas Jesus repreendeu-a porque via em Maria uma atitude de adoração. Ela pega o nardo precioso e derrama-o aos pés de Jesus, misturando-o com suas lagrimas. Certamente neste momento ela se lembra dos feitos de Jesus em sua vida, lembra, provavelmente da passagem de Jesus vindo para a ressurreição de seu irmão, Lázaro. Ela talvez não tivesse antes tanto acesso a Jesus, mas naquele momento ela deixa os afazeres domésticos, como era o costume e a obrigação da época, para ficar aos pés de Jesus, ponderou o pastor. Vemos hoje mulheres valorosas que se derramam aos pés de Jesus. Em geral são as mulheres que primeiro se debruçam em oração pela conversão de sua família, lembrou o pastor, estimando o custo daquele perfume que ela derramou nos pés de Jesus. Não é o valor material, mas o espírito da adoração ali presente. Muitos são os que como Judas não se preocupam verdadeiramente com as pessoas, nem com a pregação, mas com o proveito que podem tirar daquela ação. Apenas usam esse argumento para justificarem suas ações que aparentemente são devotadas ao Senhor. Mas a genuína adoração vai contra os preceitos, explicou o ministrante lembrando a passagem daquela mulher que padecia havia anos com um fluxo de sangue. Jesus percebe no meio da multidão a verdadeira adoração daquela mulher. O adorar não consegue se esconder no meio da multidão. Não para Deus, reiterou o pastor. Ele adora em espírito e em verdade. À semelhança daquela mulher, Maria também adora genuinamente. Mesmo sem saber ela prepara o corpo do Senhor para o que viria depois. Uma das maneiras mais propicias para demonstrar adoração é ter as mãos estendidas ao próximo. Mas somente isso não basta. A Bíblia nos mostra que nosso galardão os céus é conquistado hoje, ensinou o pastor. Hoje não é diferente dos tempos em que Jesus esteve na casa de Marta e Maria. Precisamos nos derramar em adoração aos pés de Jesus. Quando adoramos ao Senhor e entregamos o nosso coração contrito, Ele jamais desprezará essa atitude. A adoração está intimamente ligada à gratidão. Em Lucas 7: 36-47
36 Convidou-o um dos fariseus para que fosse jantar com ele. Jesus, entrando na casa do fariseu, tomou lugar à mesa.
37 E eis que uma mulher da cidade, pecadora, a sabendo que ele estava à mesa na casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com ungüento;
38 e, estando por detrás, aos seus pés, c chorando, regava-os com suas lágrimas e os enxugava com os próprios cabelos; e beijava-lhe os pés e os ungia com o ungüento.
39 Ao ver isto, o fariseu que o convidara disse consigo mesmo: Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, porque é pecadora.
40 Dirigiu-se Jesus ao fariseu e lhe disse: Simão, d uma coisa tenho a dizer-te. Ele respondeu: Dize-a, Mestre.
41 Certo credor tinha dois devedores: um lhe devia quinhentos denários, e o outro, cinqüenta.
42 Não tendo nenhum dos dois com que pagar, perdoou-lhes a ambos. Qual deles, portanto, o amará mais?
43 Respondeu-lhe Simão: Suponho que aquele a quem mais perdoou. Replicou-lhe: Julgaste bem.
44 E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; esta, porém, regou os meus pés com lágrimas e os enxugou com os seus cabelos.
45 Não me deste ósculo; ela, entretanto, desde que entrei não cessa de me beijar os pés.
46 Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta, com bálsamo, ungiu os meus pés.
47 Por isso, te digo: perdoados lhe são os seus muitos pecados, porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama.


A quem muito se perdoa, muito se ama, reiterou o ministrante retomando a reação entre a adoração e a gratidão. Mas há quem nunca está satisfeito com as bênçãos e jamais agradecem. Vivem os milagres momentaneamente e se esquecem das promessas do Senhor. A palavra do Senhor nos ensina que a leve momentânea tribulação não se compara com a Gloria de vermos o Senhor. Quantas passamos despercebidos das coisas que o Senhor fez e mais reclamamos do que não temos ou queremos ter de imediato. Nós nos esquecemos de nos entregar completamente a Deus, permitindo que as tribulações turvem nossas mentes e nos esquecemos de agradecer. Precisamos reconhecer os feitos do Senhor em cada momento de nossa vida, exortou o pastor, lembrando que fomos perdoados e também precisamos liberar perdão. Quando amamos o nosso próximo, estamos adorando a Deus. Não precisamos de aplausos e holofotes, mas de um coração quebrantado para nos chegar a Deus. E Ele com toda certeza responderá, garantiu o ministrante, conduzindo a Igreja a um cântico de louvor e adoração

domingo, 16 de outubro de 2011

Culto da Noite de Domingo de 16-10-11




É tempo de pregar o Evangelho em todo tempo e lugar

O ministrante da noite, pastor Luiz Cláudio, lembrou a Igreja que precisamos colocar Deus como prioridade em nossas vidas, principalmente nesses dias em que as atribuições seculares têm concorrido para tomar nosso tempo. O pastor compartilha com a Igreja o texto de Atos 11: 16-18
16 E lembrei-me do dito do Senhor, quando disse: João certamente batizou com água; mas vós sereis batizados com o Espírito Santo.
17 Portanto, se Deus lhes deu o mesmo dom que a nós, quando havemos crido no Senhor Jesus Cristo, quem era então eu, para que pudesse resistir a Deus?
18 E, ouvindo estas coisas, apaziguaram-se, e glorificaram a Deus, dizendo: Na verdade até aos gentios deu Deus o arrependimento para a vida.
Os discípulos estavam esperando que o Espírito Santo viesse sobre eles para que pregassem o Evangelho.
Precisamos ouvir a vontade de Deus, afirmou o pastor explicando que muitas vezes fazemos a nossa vontade insistindo ser a vontade de Deus. Isso acontece em alguns casamentos que iniciam sem que Deus seja consultado. A Bíblia diz: o que Deus uniu o homem não separe, mas será que Deus uniu, ou foi a vontade do homem que insistiu em fazer algo contrário à vontade de Deus, questionou o pastor, depois de ilustrar com uma passagem de sua vida, em que foi levado a pregar para uma pessoa que encontrou ocasionalmente no aeroporto de São Paulo e que lhe revelou subitamente estar com problemas em seu casamento de 10 anos. Naquele momento ele aproveitou para falar de Jesus e de como Ele espera que sejam os relacionamentos. Se o Espírito Santo já está sobre nós no podemos ficar tímido e devemos abrir a boca para falar do Evangelho em todas as ocasiões e lugares.
O pastor afirmou que o Ministério de Jesus é mais eficaz do que qualquer coisa e por isso não podemos brincar de ser cristãos. A palavra deve ser pregada, reiterou exortando a Igreja a fazer isso em todos os momentos porque o Reino de Deus está chegando.


Está na hora de pararmos de brincar, precisamos falar de Jesus, enquanto há tempo. Precisamos alertar as pessoas que estão sofrendo.
Muitas vezes a palavra não é suave, mas é o tratamento de Deus que dói, mas não deixa cicatrizes e não traz efeitos colaterais, explicou o pastor, encerrando com uma pergunta. Você está feliz com Jesus, mas Ele está feliz com você?

domingo, 9 de outubro de 2011

Culto da Noite de Domingo de 09-10-11




É tempo de vencermos a angústia, regozijando-nos com os irmãos

O ministrante da noite, o Pastor Luiz Nolasco leu com a Igreja Filipenses 4: 1-7
1 Portanto, meus amados e mui queridos irmãos, minha alegria e coroa, estai assim firmes no Senhor, amados.
2 Rogo a Evódia, e rogo a Síntique, que sintam o mesmo no Senhor.
3 E peço-te também a ti, meu verdadeiro companheiro, que ajudes essas mulheres que trabalharam comigo no evangelho, e com Clemente, e com os outros cooperadores, cujos nomes estão no livro da vida.
4 Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.
5 Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor.
6 Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças.
7 E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.
E, após orar e pedir a Deus a iluminação para o entendimento da palavra, informou que à luz deste texto iria compartilhar com a Igreja a palavra que Deus lhe deu sobre como reagir no momento de angústia e à luz deste texto. E, explicou que o autor deste texto, o apóstolo Paulo, estava preso em Roma. E certamente estava imaginando como estariam os irmãos filipenses ao saber de sua prisão. Neste texto ele traz seis princípios que serão compartilhados também com a Igreja de hoje, afirmou o ministrante. O primeiro princípio que Paulo diz àqueles irmãos que estavam aflitos está no versículo primeiro: estar firmes. E à luz da palavra isso significa continuar na mesma conduta de fé, na mesma trajetória. Não é porque o líder estava preso que iriam esmorecer. Todos passaremos por momentos difíceis, afirmou o pastor, lembrando que a nossa reação natural ou é entrar em desespero, ou ficar na inércia, sem fazer absolutamente nada. Mas o apóstolo ensina que nenhuma situação adversa que foge ao nosso controle pode nos levar a não dar continuidade à fé que abraçamos. O segundo princípio nos diz que ao passarmos por angústia, precisamos nos unir aos irmãos neste momento, mesmo que tenhamos diferenças. Quando passamos por angústia a Igreja, como Corpo de Cristo é o nosso melhor abrigo. Em I Coríntios 12, Paulo nos fala que se uma parte do corpo perece o restante também sofre. Se somos corpo, precisamos estar juntos. O sábio diz que um cordão de três dobras não se parte facilmente. Se passamos por angústia e tristeza o diabo lança a mentira de que devemos nos isolar. A conduta de ficar preso dentro do quarto é uma mentira. O isolamento é exatamente o que Deus não recomenda. Procure um irmão, um amigo. Se você não tem ninguém com quem possa contar, peça a Deus e esta pessoa aparecerá. Quantos testemunhos já ouvimos de pessoas que estavam passando por momentos difíceis e de alguma forma o livramento apareceu, pela mão de amigo, de um irmão, ou até de um desconhecido. É Deus enviando o livramento. Se estivermos juntos, o Senhor trata a nossa angústia. É o que o Senhor fala no Salmos 133 “Como é bom que os irmãos estejam em união”. A Igreja é um grande hospital. É lugar de doentes em busca de cura. O terceiro princípio está no versículo 4, quando Paulo exorta aos angustiados a se alegrar no Senhor. Se estamos passando por angústia, devemos falar de Jesus, porque quando falamos Dele o Espírito de Deus vem sobre nós e assim não sentimos a nossa dor, ensinou o pastor, lendo Lucas 15: 8-10:
8 Ou qual a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma dracma, não acende a candeia, e varre a casa, e busca com diligência até a achar?
9 E achando-a, convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a dracma perdida.
10 Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.
Quando estamos passando por angústia e falamos de Jesus nossa própria dor se vai. Deus encherá o coração daquele que fala de Seu amor, em vez de se remoer em sua dor.
O quarto princípio diz que quando passamos por angústia também temos a ilusão de que Deus virou as costas para nós. Se as coisa não acontecem conforme esperávamos não significa que Ele nos esqueceu. Se o casamento não foi restaurado, se o processo não foi ganho, não significa que Ele está distante. Muitas vezes o que sentimos não é o que Deus quer para nós. O nosso coração é enganoso e não vemos conforme Ele vê. Mas Ele prometeu que estaria conosco e está mais perto e mais atento do que imaginamos. Ele está cuidando de você, asseverou o ministrante, citando Davi em Salmos 139: 1-16
1 SENHOR, tu me sondaste, e me conheces.
2 Tu sabes o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento.
3 Cercas o meu andar, e o meu deitar; e conheces todos os meus caminhos.
4 Não havendo ainda palavra alguma na minha língua, eis que logo, ó SENHOR, tudo conheces.
5 Tu me cercaste por detrás e por diante, e puseste sobre mim a tua mão.
6 Tal ciência é para mim maravilhosíssima; tão alta que não a posso atingir.
7 Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face?
8 Se subir ao céu, lá tu estás; se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali estás também.
9 Se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar,
10 Até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá.
11 Se disser: Decerto que as trevas me encobrirão; então a noite será luz à roda de mim.
12 Nem ainda as trevas me encobrem de ti; mas a noite resplandece como o dia; as trevas e a luz são para ti a mesma coisa;
13 Pois possuíste os meus rins; cobriste-me no ventre de minha mãe.
14 Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.
15 Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra.
16 Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia.
Não podemos abrir mão deste princípio, conforme reconheceu o salmista, exortou o ministrante, anunciando o quinto princípio: além de perto, o Senhor está atento à nossa voz, ao nosso clamor. A Bíblia dá a entender que quando estamos quebrantado Deus deixa tudo para nos ouvir. Ele está atento a cada suspiro de nossas orações, porque quando chegamos em Sua presença Ele se revela a nós, garantiu o pastor, exortando a Igreja a não se calar, a continuar clamando e elevar a voz a Deus, pois quando menos esperamos, Ele se revela. Quando clamamos a Ele, o Senhor assume a responsabilidade de nos responder. Ele jamais nos deixará enganados. Esteja pronto apenas para ouvir, pois a resposta pode vir quando e de onde menos esperamos. Orar, gritar e gemer na presença de Deus não faz mal algum, mas é preciso estar na presença de Deus para ouvir a resposta, explicou o ministrante.
O último princípio está em aplicarmos todos esses princípios em nossas vidas. Quando Deus nos cobre com Sua mão poderosa. Podemos ver a Sua mão nos protegendo, nos envolvendo e nos colocando no colo. É fácil percebermos que Ele está perto, que Ele quer que continuemos firme em Sua presença, que Ele está ao nosso lado. Ele sabe o que esse momento de angústia significa, mas não nos deixa só. Às vezes o Senhor usa pessoas que também passam pelas mesmas dores para nos apoiar e nos fortalecer. Esse é um princípio de união, lembrou o ministrante. Não podemos nos isolar. Precisamos nos unir e nos fortalecer em Cristo, como membros de um Corpo, acrescentou o ministrante, orando por todos que se colocaram aos pés do Senhor.

domingo, 2 de outubro de 2011

Culto da Manhã de Domingo de 02-10-11



É tempo de um posicionamento de fé




O ministrante da manhã, Pastor Ricardo Hermes, leu com a Igreja o Livro de Jó, depois de refletir sobre quem são as nossas referencias, neste mundo em que as referências estão escassas. Quem são as pessoas que admiramos? Com quem gostaríamos de nos parecer? Com quem gostaríamos de ser relacionado? Quem é a pessoa para quem você olha e se sente estimulado? Quem faz seu coração se incendiar? Estamos nos sentindo órfãos de referência, e muitas vezes colocamos pessoas as quais não conhecemos o seu caráter, justamente porque elas mostram resultados. Antigamente, quando víamos os filmes policiais ficava muito claro quem era o bandido, quem era o xerife. Hoje, se vemos essas duas pessoas com armas nas mãos, nem sempre fica claro quem é o bandido, quem é o policial, refletiu o pastor, mencionando Jó, como uma referência para nós em termos de atitude de fidelidade, persistência e fé. O ministrante explicou que não se tem conhecimento sobre o autor desse livro, apenas pode-se inferir que foi escrito por um judeu, pelas características de seu texto. Sempre que se fala em Jó, pensa-se na paciência, outros o relacionam à fidelidade e quem se identifica com ele, relaciona-o ao sofrimento. Jô teve a torcida do próprio Deus, mas uma das características de uma torcida é não entrar em campo, mas ficar na arquibancada. Fomos criados para reinar, mas pela curiosidade que levou à desobediência, fez com que a humanidade abdicasse de sua vocação para reinar sobre todas as coisas do mundo. Jô é um personagem que parece não apresentar essa tendência à desobediência. O próprio Deus elogia esse comportamento de Jó. Ele parece ser um ser estranho, por isso parece que sua história na é real. Ele foi elogiado por Aquele que é justo na sua essência. Receber um elogio de Deus é algo tremendo: está vendo meu filho Jó? Não existe ninguém como ele. Jô era feito da mesma essência que nós, com a diferença de que mesmo não tido nenhuma experiência com Deus, ele . ele foi escolhido pelo próprio Deus para ser referência. Parece um prêmio às avessas. Ele foi escolhido para sofrer nas mãos de satanás para servir de referência. Não soa estranho isso? Quando Deus conversa com satanás, ele deixa claro ser contra Jó. E Deus aceitou o desafio lançado por satanás, apenas exigiu que não tocasse em sua vida. Da história de Jó, já conhecemos o final e pode ser usada como referência por nós. Primeiro golpe os árabes destruíram parte de seus bens, depois outra foi destruída. Logo depois vem o terceiro golpe, depois que satanás teve permissão para destruir os bens de Jó. Imaginemos a dor que Jó deve ter sentido depois de ouvir todas as notícias sobe o que sobrevinha sobre ele, mas sua atitude foi a de resignação constante. Ele recebeu golpes duríssimos e não blasfemou contra Deus. Você pode ter passado por muitos momentos de dor, mas isso não justifica perder a fé. Esse foi o grande exemplo de Jó. Sua atitude desmente a ideia lançada por satanás de que ao se perder os bens, também a fé se vai. Jô não atribuiu a Deus falta alguma. Mas satanás, mesmo depois do exemplo de fé e fidelidade não se contentou e afirmou que o coração de Jó era tão duro por isso não havia sentido a perda de seus filhos. Vemos que satanás não desiste e sempre tenta mexer com nosso caráter. Não importa o tamanho de nossa fé, ensinou o pastor, o que importa é a constância dela. E satanás não se dando por vencido foi novamente a Deus para insinuar que Jó apenas aceitou por não ter sentimentos e foi novamente a Deus e pediu que lhe tirasse a saúde. Não importa se passamos por problemas e tribulações, o que importa é a nossa firmeza. A perda dos bens, dos filhos e da saúde não fez Jó desmoronar, mas sua mulher não agüentou e aí Jó perdeu mais uma coluna: dentro de seu lar, perdeu o apoio de sua mulher. Aí Jó amaldiçoou o dia de seu nascimento. Nessa hora ninguém mais lhe poderia ajudar. Muitas vezes as pessoas preferem se isolar, preferem abdicar da presença de Deus. Isso é o uso do livre arbítrio. Os amigos de Jó são importantes nesta ocasião, mas nem de perto conseguem ajudar. Talvez o momento de Deus quebrar o silêncio com você esteja tão perto de chegar, ponderou o pastor, lendo Jó 38:1-8
1 Depois disto o SENHOR respondeu a Jó de um redemoinho, dizendo:
2 Quem é este que escurece o conselho com palavras sem conhecimento?
3 Agora cinge os teus lombos, como homem; e perguntar-te-ei, e tu me ensinarás.
4 Onde estavas tu, quando eu fundava a terra? Faze-mo saber, se tens inteligência.
5 Quem lhe pôs as medidas, se é que o sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel?
6 Sobre que estão fundadas as suas bases, ou quem assentou a sua pedra de esquina,
7 Quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus jubilavam?
8 Ou quem encerrou o mar com portas, quando este rompeu e saiu da madre;





Em outras palavras Deus estava dizendo: levanta e vira homem, rapaz! Traduziu o ministrante lembrando o que Deus falava a Jó, ministrando sobre sua vida. Imaginemos a estrutura de um homem para receber de Deus palavras tão fortes. Jô fica em silêncio e recebe humildemente a preleção do Senhor. Jô reconheceu sua indignidade e começou a entender. Se antes havia se oposto a Deus, agora reconhece o Seu poder e autoridade. Imaginemos o nível de conversa que se entabulou ali, naquele momento. Jô começa a experimentar algo novo. Vemos, então, a diferença de posicionamento de Jó. A revelação da glória de Deus conduz a uma consciência do pecado tremenda. O homem de antes jamais poderia vivenciar isto, mas o novo homem sim, pode experimentar essa nova condição. Os argumentos são inúteis e Jó experimenta agora outra dimensão do conhecimento e torna-se referência de vida. Teve depois disso o dobro de tudo que antes tivera, a exceção de mulher, lembrou o ministrante. E tudo isso por uma mudança de posicionamento. Talvez passamos por situações as quais julgamos injustas, mas todas elas podem usadas por Deus par nos honrar. Assim como Jó, que foi elogiado inicialmente por Deus, se deixamos de agir com fidelidade, também podemos atrasar as honrarias que Deus tem para nós, ensinou o pastor, perguntando à Igreja quais são as nossas referências e lembrou que, mesmo em determinadas circunstancias, podemos ouvir um elogio de Deus, mas isso não nos impede de passar por lutas e nem nos coloca na condição de exigir de Deus qualquer explicação. Ele tem as razoes pelas quais passamos por dificuldades, mas se tivermos um posicionamento que agrade ao Senhor O honraremos e Ele nos honrará, reiterou o pastor, assegurando que em todas as lutas pelas quais passamos o Senhor está na torcida para nos mantermos firmes. Talvez você se questione por que precisou passar por algo, se Deus via em você alguém digno de receber elogios. Mas saiba que Deus está fazendo como fez a Jó, dando-lhe oportunidade de experimentar uma situação difícil, na qual Deus somente espera o seu posicionamento de fé e de confiança Nele. Jô era digno dos elogios de Deus, mas enquanto não tomou uma posição de confiar simplesmente não foi honrado como queria Deus.

domingo, 25 de setembro de 2011

Culto de Santa Ceia da Manhã de Domingo de 25-09-





É tempo de atender o chamado para evangelizar em todos os momentos

O ministrante da manhã, Pastor Luiz Cláudio, convidou a Igreja a ler Mateus 10: 5-42



5 Jesus enviou estes doze, e lhes ordenou, dizendo: Não ireis pelo caminho dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos;
6 Mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel;
7 E, indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus.
8 Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai.
9 Não possuais ouro, nem prata, nem cobre, em vossos cintos,
10 Nem alforjes para o caminho, nem duas túnicas, nem alparcas, nem bordão; porque digno é o operário do seu alimento.
11 E, em qualquer cidade ou aldeia em que entrardes, procurai saber quem nela seja digno, e hospedai-vos aí, até que vos retireis.
12 E, quando entrardes nalguma casa, saudai-a;
13 E, se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; mas, se não for digna, torne para vós a vossa paz.
14 E, se ninguém vos receber, nem escutar as vossas palavras, saindo daquela casa ou cidade, sacudi o pó dos vossos pés.
15 Em verdade vos digo que, no dia do juízo, haverá menos rigor para o país de Sodoma e Gomorra do que para aquela cidade.
16 Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas.
17 Acautelai-vos, porém, dos homens; porque eles vos entregarão aos sinédrios, e vos açoitarão nas suas sinagogas;
18 E sereis até conduzidos à presença dos governadores, e dos reis, por causa de mim, para lhes servir de testemunho a eles, e aos gentios.
19 Mas, quando vos entregarem, não vos dê cuidado como, ou o que haveis de falar, porque naquela mesma hora vos será ministrado o que haveis de dizer.
20 Porque não sois vós quem falará, mas o Espírito de vosso Pai é que fala em vós.
21 E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai o filho; e os filhos se levantarão contra os pais, e os matarão.
22 E odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até ao fim será salvo.
23 Quando pois vos perseguirem nesta cidade, fugi para outra; porque em verdade vos digo que não acabareis de percorrer as cidades de Israel sem que venha o Filho do homem.
24 Não é o discípulo mais do que o mestre, nem o servo mais do que o seu senhor.
25 Basta ao discípulo ser como seu mestre, e ao servo como seu senhor. Se chamaram Belzebu ao pai de família, quanto mais aos seus domésticos?
26 Portanto, não os temais; porque nada há encoberto que não haja de revelar-se, nem oculto que não haja de saber-se.
27 O que vos digo em trevas dizei-o em luz; e o que escutais ao ouvido pregai-o sobre os telhados.
28 E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo.
29 Não se vendem dois passarinhos por um ceitil? e nenhum deles cairá em terra sem a vontade de vosso Pai.
30 E até mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos contados.
31 Não temais, pois; mais valeis vós do que muitos passarinhos.
32 Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus.
33 Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus.
34 Não cuideis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer paz, mas espada;
35 Porque eu vim pôr em dissensão o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra;
36 E assim os inimigos do homem serão os seus familiares.
37 Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim.
38 E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim.
39 Quem achar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida, por amor de mim, achá-la-á
40 Quem vos recebe, a mim me recebe; e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou.
41 Quem recebe um profeta em qualidade de profeta, receberá galardão de profeta; e quem recebe um justo na qualidade de justo, receberá galardão de justo.
42 E qualquer que tiver dado só que seja um copo de água fria a um destes pequenos, em nome de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão.





O ministrante colocou em foco o fato de que fomos chamados a anunciar o Evangelho e isso significa fazê-lo em todas as circunstancias. Devemos estar atentos às necessidades do mundo que está carente de uma palavra de fé. Precisamos sair em campo e falar de Jesus e para isso precisamos estar preparados o tempo todo. Nossa boca é um instrumento, mas a mensagem é do Senhor, reiterou o pastor, lembrando que até mesmos as circunstâncias estranhas e complicadas que enfrentamos nos colocam na posição de falar sobre Jesus àqueles que carecem de uma palavra de orientação. Não precisamos nos preocupar com o que dizer, porque isso vem do Espírito, lembrou o pastor, retomando a palavra de Jesus em Mateus. Devemos nos armar para a batalha o tempo todo munindo-nos das armas que podem ser usadas a qualquer momento: uma Bíblia, um folheto, um versículo podem nos servir instantaneamente quando nos deparamos com alguém precisando da palavra em dado momento. O texto de Mateus nos alerta de que não será fácil, enfrentaremos as mais diversas lutas, mas em todas elas seremos vencedores quando estivermos falando em nome de Jesus. Deus usa até o mal para o bem, pois todas as coisas cooperam, segundo o propósito de Deus. Mas é necessário que estejamos preparados para aquilo que Jesus nos comissiona. Precisamos ter um tempo de comunhão com o Senhor e nos colocar como um vaso a ser usado. Deus coloca o tempo todo as pessoas para que abramos a nossa boca e falemos de Jesus. Precisamos nos colocar à disposição para sermos usados por Deus. Nossa tarefa é levar o evangelho, anunciar as boas novas, falando do amor de Jesus, assegurou o pastor. somos chamados a isso, pois muitos precisam de Jesus. Na celebração da nova aliança, devemos lembrar que ele não pode ser quebrada. Ide e pregai é a exortação que não pode ser mais adiada, enfatizou o ministrante. O que você tem feito nesse sentido?

domingo, 11 de setembro de 2011

Culto da Noite de Domingo de 11-09-11





É tempo de Servir


A ministrante da noite, a Pastora Rachel Hall, com a tradução simultânea do Pastor Luiz Cláudio, compartilhou com a Igreja sobre a importância do serviço de obreiros. Ela explicou que teve de Deus uma visão da assembléia, durante o Júbilo. Deus estava expandindo as fronteiras da ICMV, como se estivesse colocado um patamar acima. Era algo espiritual. E viu que o Senhor havia aumentado o nível espiritual dos bispos da Igreja e de outros ministros também. E Deus disse que quer fazer grandes coisas neste local. Temos que servir a Deus com mais consistência, porque Sua presença estará mais elevada nesta casa, exortou a pastora. No mundo em vivemos ninguém quer servir, todos querem ser o chefe, mas no Reino do nosso Pai, Ele espera um comportamento diferente de nós porque somos diferentes do mundo. A maneira de ir ao topo com Deus é servir, totalmente diferente do que ocorre no mundo, garantiu a pastora ao ler com a Igreja Filipenses 2: 3-, explicando que o Espírito de Deus quer ministrar também na vida de muitas pessoas presentes.
Não atente
Jesus tirou as suas vestes de divindade e vestiu as vestes de escravo. Ele retirou dele os seus privilégios e colocou as vestes de um servo. E se Ele pode fazer isso, é nosso exemplo e é isso que temos que fazer. Devemos permitir que Deus esvazie as nossas vestes daquilo que imaginamos ser e nos vista com as vestes do serviço. Ele está edificando a Sua Igreja, somos trabalhadores com Ele, explicou a ministrante lendo em Provérbios 27: 18 lemos:
É isso que um escravo faz. Ele ouve e obedece o seu mestre. Ele guarda e cumpre aquilo que seu mestre decide o que deve ser feito. Jesus disse: Eu vim para cumprir a vontade de meu Pai. Nós temos que perguntar ao Pai qual é a Sua vontade, ensinou a ministrante. Temos que servir a Deus com paixão, nós obtemos essa paixão assim como obtemos a revelação do Pai. Deus é o Altíssimo, Aquele que mantém a nossa respiração, o nosso sopro de vida. É Aquele que se assenta entre os querubins, por isso temos que pedir a Ele “Pai revela-se a mim”. Ele não é o que traz a provisão, não é apenas aquele que nos cura. Ele é Aquele que está no centro do Universo. Em 2 Samuel 22: 1-3 lemos que Davi disse em forma de música ao Senhor. Davi teve uma revelação de Deus e nós temos que ter essa revelação, sabendo que Ele se manifesta de forma diferente a cada um. Mas para todos nós Ele é a nossa Rocha. Ele é o nosso refúgio. Paulo teve a revelação sobre Deus e assim diz em Filipenses 3: 8
Temos que buscar a revelação de Deus para saber como servi-Lo. Temos que ter sempre na mente que o nosso serviço é ao Rei. Nesse momento, o Pastor Luiz Cláudio está traduzindo para a Rachel, mas é ao Rei que ele serve, explicou a ministrante, dando o exemplo da situação presente. Se entendermos isso, o serviço jamais será pesado, porque servimos ao nosso Rei. Servir é como esperar no restaurante. Lá estão garçons que nos perguntam se estamos sendo bem servidos. Eles esperam para nos servir e ficam de olho para ver se temos alguma necessidade. É a mesma coisa com o Pai e como os nossos líderes. Temos que antecipar o que precisa ser feito. Nos melhores restaurantes todos os garçons vestem o mesmo uniforme e é assim que temos que fazer aqui, observou a pastora, afirmando que Deus tem colocado no coração de cada um sentido para servir e exortou a Igreja para examine cada um o seu coração a fim de saber se está servindo a Deus da melhor forma que pode.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011









Momentos de Comunhão e de Edificação na Manancial

12-03- Culto de Ação de Graças pelos 80 anos de vida da irmã Rosa. A ICMV, juntamente com a família dessa anciã que tem dedicado sua vida a servir ao Senhor, viveu momentos de comunhão e de agradecimento a Deus pela irmã Rosa, incansável na evangelização.




21-07- Culto de Aniversário da Igreja Cristã Manancial de Vida. Ação de Graças e reconhecimento pela misericórdia do Senhor na vida da Igreja e de seus membros. Coquetel, bolo e bombons complementaram o momento de agradecimento a Deus pelas bênçãos recebidas ao longos desses anos.

28-07- Culto de Ação de Graças e Testemunho do irmão Floriano Sá Neto. Noite de caldos e confraternização entre a Igreja, amigos e colegas do irmão que reconheceu de púlpito as alegrias e dificuldades de sua conversão. Numa retrospectiva de sua vida antes e depois de sua entrega ao Senhor Jesus, o irmão Floriano testemunhou a mudança em sua vida após o seu novo nascimento para Cristo.



29-07 a 01-08- Teatro Santa Cena evangelizando na Igreja de Porto Alegre. Os líderes da Igreja e o grupo de teatro, formado pelos jovens da ICMV Sede estiveram em Porto Alegre para levar a palavra de Deus aos irmãos e convidados gaúchos.


06-08- Baile de Debutante. A irmã Afonsina reuniu amigos e irmãos para comemorar e dar graças a Deus pelos quinze anos de vida de sua filha Débora. Noite de homenagens e comunhão entre a Igreja.



07-08- Casamento dos irmãos Karen e André. Celebrado pelos bispos da Igreja, com coquetel e almoço servido numa bucólica chácara, quando os jovens irmãos trocaram votos de fidelidade e amor diante da Igreja, da família e dos amigos. A palavra do ministrante enfatizou a responsabilidade dos votos e a aliança assumida, destacando que o casamento é um compromisso de união a três, no qual Jesus deve estar sempre presente para que os momentos difíceis que não estão isentos de ocorrerem sejam vividos com serenidade.

domingo, 4 de setembro de 2011

Culto de Júbilo da manhã de Domingo de -04-09-11




É Tempo de Santificação para contemplarmos a Glória de Deus

O Bispo Roberto Marques, ministrante da manhã, conclamou a Igreja a viver em santidade e reiterando a palavra ministrada pelo Reverendo Eugene Seibert, na noite de sábado, reafirmou que nossa vocação é a santidade. Fomos chamados para sermos santos e o pecado em nossa vida não pode ser regra, mas algo fortuito. Não somos pecadores, somos santos que podem eventualmente cometer pecados. Contudo, o pecado não é a nossa condição. Na carne estamos sujeitos à tentação do pecado, mas na força de Deus somos impelidos a vencer o pecado. Precisamos romper o dia sem pecado, chegar ao final da noite e agradecer a Deus por mais um dia sem pecado, como fazem os Alcoólicos Anônimos em sua oração diária. Essa busca de fugir do pecado deve ser diária, afirmou o bispo, lendo com a Igreja Josué 3:5 “Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o SENHOR maravilhas no meio de vós. ”
Este chamado de Josué tem dois momentos, o primeiro refere-se à preparação para tomar posse da promessa, o corte na carne, o quebrantamento. O segundo diz respeito à entrada na Terra Promessa, a posse da promessa. Josué estava assumindo a liderança do povo de Israel que estava vindo de uma trajetória de quarenta anos de travessia no deserto, depois de ter sido liberto da escravidão, no Egito. Mas era um povo que continava de coração duro. Ainda hoje, quem tem o coração duro atravessa o deserto, asseverou o bispo. Esse povo tinha uma promessa de Deus, assim como muitos de nós. Temos promessas individuais e coletivas. Esse povo saiu do Egito, não por forças humanas, nem por braços fortes, mas pela graça. Entretanto. o povo sai do Egito, mas permanece no deserto. Quantas vezes deixamos de entrar na promessa, porque temos nosso coração endurecido. Santidade pressupõe quebrantamento, ensinou o ministrante. O povo contempla o poder de Deus mas não ouve a Sua voz, porque tem pecado. Quantos têm contemplado a Glória de Deus, mas essa Glória não tem chegado em suas vidas? O diabo tem infiltrado a ideia de que somos pecadores, por isso vivemos em pecado. A verdade é que somos chamados à santidade. Moisés levou o povo do Egito, mas o coração endurecido impediu o povo de entrar na promessa. Não podemos abrir mão de nenhuma promessa. O povo andou no deserto por quarenta anos e Moisés que guiava esse povo morreu. E quando há uma morte, acontece uma quebra de ciclo e o início de outro, ensinou o bispo. É isso que acontece aqui também. O povo das promessas entrará nelas. Josué vislumbrou as maravilhas para seu povo. Josué se preparava porque já sabia das dificuldades. A terra continuava com grandes cidades fortificadas. As dificuldades até aumentaram, mas o que mudou foi o coração desse povo. O seu coração estava quebrantado. O deserto é período para quebrantamento, ensinou o bispo, afirmando que o nosso deserto dura até o nosso quebrantamento. A dureza de nosso coração muitas vezes nos impede de fazer a primeira entrada, assim como foi com o povo guiado por Moisés. Fazemos a entrada, mas não tomamos posse. Às vezes precisamos entrar novamente. Chegou o momento prometido ao povo de Israel e Deus deu essa palavra a Josué, a quem é incumbido de espiar Jericó. O povo agora estava disposto a obedecer. O que antes não fazia. Santidade pressupõe obediência. Mesmo que não saibamos porque, devemos obedecer. Muitos têm entrado no deserto e agora precisam sair para entrar na terra que Ele prometeu, asseverou o bispo. Da mesma forma que Deus falou com Moisés, falou com Josué: Então disse o príncipe do exército do SENHOR a Josué: Descalça os sapatos de teus pés, porque o lugar em que estás é santo. E fez Josué assim. Josué 5:15 ".Tirar as sandálias significa despir-se dos direitos, ensinou o ministrante. Josué instou o povo a se preparar. É preciso fazer algo para tomar posse da promessa. Em quarenta anos o povo se esqueceu das alianças. A primeira coisa que Josué fez, depois de atender o chamado de Deus foi circuncidar todos os incircuncisos. Josué 5:2-3 “Naquele tempo disse o SENHOR a Josué: Faze facas de pedra, e torna a circuncidar segunda vez aos filhos de Israel. Naquele tempo disse o SENHOR a Josué: Faze facas de pedra, e torna a circuncidar segunda vez aos filhos de Israel.” Deus quer que renovemos as alianças e isso significa abrir de coisas. É preciso cortar na carne. É tirar o mundo de nós. É isso dói. É o mesmo que ser cortado com a faca. Jesus disse em João 15: 1-2 “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto.”
Quem está ligado e não der fruto vai ser cortado, mas também quem dá frutos será cortado para que frutifique mais. Deus está nos dando um tempo para frutificarmos, mas Ele não manterá ramos infrutíferos. Quem não está ligado a Jesus Cristo será cortado. Quem não estiver conectado será desligado, afirmou o ministrante, empregando um termo atual. Para que haja transformação é necessário renovar as alianças com Deus e para isso é imprescindível a santificação. Deus não quer 99%. Ele nos quer integralmente puros. Deus tem alergia a santo misto. Ele nos quer quente, pois morno ele dispensa. Ou é tudo, ou nada, para Deus. Josué sabia disso, por isso ensinou o povo a se santificar e a não cair no mesmo erro dos pais. Não foi algo simples. Primeiro teve que passar pela faca de pederneira.
O bispo lembrou a passagem da figueira infrutífera, amaldiçoada por Jesus que não encontrou frutos naquela planta que tinha aparência de frutos, mas não os apresentava, explicando que Jesus não amaldiçoou a figueira pela falta de frutos, porque não era tempo de frutos, mas porque ela apresentava uma aparência que do que não tinha. Isso serve para muitos que demonstram o que não são. Deus não quer aparência. Ele quer obediência garantiu o bispo.
O povo de Israel deixou de celebrar a libertação e isso muitos de nós temos feito. Deixamos de lembrar e de celebrar o melhor de Deus em nossas vidas. O melhor de Deus já veio: foi a nossa salvação. A única coisa que levaremos para a eternidade é a nossa salvação em Cristo Jesus. Tudo mais que Deus acrescentar em nossas vidas, ficará aqui, bens, prosperidade, saúde... É certo que teremos coisas melhores quando confiamos em Deus, mas nada pode ser comparado ao que Deus já nos deu. Tomamos conhecimento pelas estatísticas de o número de evangélicos tem crescido. Mas atrás disso ficamos estarrecidos em saber que muitos têm se convertido em evangélicos nominais. Ou seja se auto denominam evangélicos mas não praticam o evangélico, não congregam, não vivem a palavra, são apenas número nas estatísticas. E não é isso que Deus espera. Ele quer um povo santo e separado. Josué enfrentou os mesmos problemas que Moisés, os gigantes continuavam lá, mas a diferença é que o povo estava com o coração diferente. E consciente de que Deus estava à frente para mostrar o caminho. Deus faz maravilhas quando estamos em santidade. Depois de passar pela faca de pederneira é tempo das conquistas. O Senhor restitui o tempo perdido, mas para isso tem de haver santidade. Não adianta continuar na mesmice. A aparência não salva. Se somos filhos de Deus, devemos apresentar o seu DNA e esse DNA é santo. Se fizer em nós o exame de DNA, há que ser encontrado os aspectos da santidade. Certamente só entrará na presença de Deus aqueles que são iguais a Ele, por isso Deus nos exorta à santificação, pois sem ela não veremos a Deus. João diz em sua carta que naquele dia seremos como Ele é. Está chegando esse dia. Ele está mais perto do que pensamos. Os santos serão arrebatados quando soar a trombeta. Seremos atraídos pela santidade de Deus. Só santo será atraído. Quando a Igreja for arrebatada o período da graça será findo, assegurou o ministrante. A volta de Jesus está por poucos dias, e devemos nos santificar para esperar por ela, reafirmou o bispo conclamando a Igreja a rever as áreas da sua vida que precisam ser restauradas para chegar à santificação.


O bispo anunciou o tema do Júbilo 2011, marcado para o período de 06 a 08 de setembro: "Por amor a Deus". Por amor vamos continuar nos santificando, exortou o bispo, ao encerrar o Júbilo 2011.

sábado, 3 de setembro de 2011

Culto de Júbilo da noite de Sábado-03-09-11




É Tempo de Conhecermos a Verdadeira Graça de Deus

O ministrante da noite, o Reverendo Eugene Seibert-(USA), depois de louvor intenso ministrado pelo músico missionário Luiz Cláudio, e da oração de fogo ministrada pela Pastora Rachel Hall (USA) e pela Bispa Waldinéia Marques, iniciou a palavra da noite, com a tradução do Pastor Luiz Cláudio, afirmando que seu coração está cheio com a presença forte do Senhor. O ministrante exortou a Igreja a não perder o que está aqui, pois a unção funciona em duas vias e isso deve ser captado. Deus não teve nenhuma dúvida em sacrificar Seu filho por nós, por isso devemos louvá-Lo sempre. As crianças não têm medo, lembrou, não podemos ter medo, assim como também não devemos fazer as coisas por Deus. Mas as crianças crescem e pensam que não precisam mais dos pais, assim também fazemos com Deus. Hoje nossa agenda é nos encontrar com Deus, destacou.
Devemos andar sempre em santidade. Se temos um problema de coração, precisamos de uma cirurgia, não precisamos fazer nada a não ser deixar que o cirurgião restaure nosso coração. É isso que precisamos fazer com Deus. Você tem a promessa no Novo Testamento. No livro de Apocaplise existe um tema que nos ensina a ficar livre do pecado. O livro de Hebreus nos fala que Jesus travou uma luta com todas as tentações, mas não pecou. No NT o tema é falado em apenas uma palavra, que aprendeu de forma errada quando criança, contou o ministrante. A palavra “graça”. Graça conforme aprendeu significava misericórdia, isso significa que se continuarmos pecando Ele vai dizer “tudo bem”. A diferença entre o NT e VT é a graça, mas o pecado nunca foi certo e essa compreensão da Graça é uma vergonha para o sacrificio de Jesus. Ele não mandou seu filho para que vivêssemos no pecado. No VT a palavra misericórdia aparece 208 vezes e palavra graça aparece apenas 36 vezes. Jesus veio e trouxe um novo testamento. Ninguém gosta que alguém lhe aponte o erro, ou o dedo da condenação. Isso nos faz sentir derrotado. Você já teve alguém que tinha uma expectativa tão alta e você se sentiu responsável por que decepcionou?
No NT a palavra misericórdia aparece três vezes menos que a palavra graça isso significa que existe três vezes mais graça do que misericórdia no NT. A palavra graça significa a influência Divina em nosso coração e a reflexão é vista em nossa vida. A graça não aparece em nossa vida porque pecamos, ela aparece e não pecamos mais e as pessoas veem essa mudança. Se no passado você era levado à luxuria e não faz mais isso: é a graça de Deus. Se antes você era ambicioso e agora é generoso. É Deus que o libertou, afirmou. O ministrante lembrou vários nomes bíblicos que testemunham a graça em sua vida. Lembrou Pedro que negou a Jesus três vezes, lembrou Tomé que só acreditava vendo, lembrou os discípulos que tiveram medo no barco. A mudança de comportamento desses e de outros tantos é pela graça de Deus, afirmou lembrando a perseguição dos discípulos que não negaram a Cristo, apesar disto, em Atos 4, pode ser vista essa passagem, ensinou o ministrante.
Nós conhecemos Efésios 2:8 e entendemos que só a graça nos salva e que não podemos nada sem a graça de Deus. Mas como as crianças também crescemos e agimos com independência, pensando ficar de pé. É a graça de Deus que mantém de aqueles que caem. É melhor não cair¸afirmou, mas quando caímos temos a graça de Deus, porque existe apenas um que nunca precisou da graça de Deus porque nunca caiu: Jesus Cristo. A graça nos ensina a dizer não para as coisas que não são de Deus. Nunca falamos não na nossa força. O que nos dá resistência é a graça de Deus. Em Romanos 6, o apóstolo afirma que o pecado nunca mais nos dominará, porque não estamos mais sob a lei. Existe uma grande diferença entre a graça e a lei. A lei não briga por nós, ela apenas nos diz que estamos errados. Mas a graça briga por nós, afirmou. Não podemos ser cristãos fora da presença de Deus. Os discípulos não entendiam quando Jesus dizia que não podia fazer nada sem o Pai. É por isso que Ele fazia todas as coisas, porque a força de Deus estava sobre Ele. Você pode não ter forças para sair do pecado, pode não ter resistência, mas em Deus pode todas as coisas. Graça não é misericórdia. O poder de Deus é trabalha na nossa vida e isso pode ser visto pelas pessoas e glorificarão a Deus por isso. Se tentarmos ficar na nossa força caímos, porque somos fracos, mas nessa fraqueza somos fortes, porque Deus nos dá a graça. Deus é a nossa força. E se confiarmos Nele nunca cairemos. Nós lutamos contra a nossa carne. Santificação é o que nos livra das lutas que travamos. Os demônios não são problemas, pois eles já foram esmagados por Jesus. Nosso problema é a nossa carne. Lutamos com o inimigo por conta de nossa carne, mas a misericórdia de Deus nos livra. Lutamos, caímos e contamos com a misericórdia de Deus. Mas a graça de Deus está ali, ela é ilimitada, mas não é automática. Se assim fosse todo cristão viveria em total vitória o tempo todo, porque a graça não pode perder. Mas há uma coisa que precisamos fazer para obter a graça e não a misericórdia: temos que nos humilhar. Deus dá graça aos humildes e abate os orgulhosos. No orgulho pensamos poder combater a nossa carne e ficarmos fortes, mas não é assim. Quando nos humilhamos, Deus nos exalta. Ele nunca despreza um coração humilde e o pecado não terá mais domínio sobre nós por causa da graça.
Hebreus 4: 14- 16





14 Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão.
15 Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.
16 Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.



Porque Jesus já fez esse caminho, a palavra nos fala de forma humilde, para pedirmos com vontade e receberemos misericórdia para que nos ajude que venhamos de forma humilde pedir a Deus o que precisamos e Ele virá ao nosso socorro e nos ajudará no tempo de necessidade. Somos fracos e precisamos reconhecer isso, assim como os discípulos que conheceram a graça de Deus depois de se humilharem, concluiu o pastor, ministrando a graça e Deus sobre a Igreja.

domingo, 31 de julho de 2011

Culto da Manhã de Domingo de 31-07-11




É tempo de guardar a palavra

O ministrante da manhã, Pastor Ricardo Hermes, antes de ler o Salmo 119: 1-16 perguntou à Igreja: Sabendo que Jesus morreu por nossos pecados, e se pudéssemos o que faríamos para retribuí-Lo por esse sacrifício?
1 Bem-aventurados os retos em seus caminhos, que andam na lei do SENHOR.
2 Bem-aventurados os que guardam os seus testemunhos, e que o buscam com todo o coração.
3 E não praticam iniqüidade, mas andam nos seus caminhos.
4 Tu ordenaste os teus mandamentos, para que diligentemente os observássemos.
5 Quem dera que os meus caminhos fossem dirigidos a observar os teus mandamentos.
6 Então não ficaria confundido, atentando eu para todos os teus mandamentos.
7 Louvar-te-ei com retidão de coração quando tiver aprendido os teus justos juízos.
8 Observarei os teus estatutos; não me desampares totalmente.
9 Com que purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra.
10 Com todo o meu coração te busquei; não me deixes desviar dos teus mandamentos.
11 Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.
12 Bendito és tu, ó SENHOR; ensina-me os teus estatutos.
13 Com os meus lábios declarei todos os juízos da tua boca.
14 Folguei tanto no caminho dos teus testemunhos, como em todas as riquezas.
15 Meditarei nos teus preceitos, e terei respeito aos teus caminhos.
16 Recrear-me-ei nos teus estatutos; não me esquecerei da tua palavra.
O ministrante lembrou que esse Salmo é uma instrução engenhosa e que comunica a ideia de que a palavra de Deus contém tudo o que o ser humano precisa. Todos os outros códigos e ensinamentos podem ser importantes para nossa conduta, mas devem estar de acordo com a palavra. Os primeiros versículo citam os princípios gerais daquilo que Deus faz em nossas vidas. Isso também é um código. Pelos testemunhos vemos os princípios de Deus sendo aplicado em nossas vidas. É como se fossem os códigos de éticas sendo aplicados em nossos relacionamentos. O versículo 7 trata das ordenanças. Temos leis a cumprir e quando não o fazemos há um julgamento. Deus espera que reconheçamos, peçamos perdão e voltemos ao caminho que Ele determinou. Deus não tem prazer em condenar ninguém. Ele nos permite e nos as condições ideais para que andemos na justiça, mas Ele sendo justo, reto e íntegro conhece nossas limitações. O versículo 9 mostra a vontade declarada de Deus acerca de suas promessas. O ministrante chamou a atenção para o versículo 11 que expressa um discurso de Deus acerca do que espera de nós. Para que o jovem guarde os caminhos de Deus é necessário que preste atenção ao que a palavra comunica. Todos nós, independente de nosso histórico familiar, raça, formação precisamos ficar atentos à palavra de Deus. Seja ela em forma de profecia, ou em pela própria mensagem bíblica que comunica a nós a vontade de Deus pra nossas vidas. Jesus morreu pelos nossos pecados, mas por que ainda hoje não conseguimos levar uma vida reta, perguntou o pastor, explicando que isso se dá porque não guardamos a palavra que nos é comunicada sob várias formas.
Os versículos de 7 a 9 dos Salmos 19 expressam a importância da palavra de Deus:
7 A lei do SENHOR é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do SENHOR é fiel, e dá sabedoria aos símplices.
8 Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro, e ilumina os olhos.
9 O temor do SENHOR é limpo, e permanece eternamente; os juízos do SENHOR são verdadeiros e justos juntamente.
O dia em que você tiver com muita sede da palavra de Deus, mesmo que tenha a Bíblia física lembre-se de que isso não nos tira da responsabilidade de seguirmos os preceitos de Deus. Mas a única forma de guardamos a palavra de Deus é lendo e conhecendo essa palavra, afirmou o pastor. Essa forma apaixonada em que o salmista comunica essa impressão sobre a palavra de Deus nos mostra que ela é uma conseqüência de uma rica experiência pessoal com Deus. Experiências pessoais quando Deus fala diretamente com aqueles que se deixam entrar nesta intimidade. Essa experiência nos mostra o quanto Deus pode se comunicar conosco naturalmente. Deus não espera orações rebuscadas, palavras difíceis, frases complexas, Ele quer a nossa espontaneidade, garantiu o ministrante.
Quando temos essa intima experiência com o Senhor nossa vida fica entrelaçada com o Senhor ao ponto de as pessoas que nem sequer nos conhecem percebam isso em nós.
Filpenses 3: 7-8
7 Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo.
8 E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo,
Sabemos que por um principio de economia nunca temos recursos suficientes para termos tudo, mesmo sendo milionários. Para termos alguma coisa temos que abrir mão de outra. Se queremos uma casa própria, temos que abrir mão de festas, se queremos um carro novo temos que abrir mão de uma viagem, se queremos estar na igreja, temos que abrir mão de estar lá fora, exemplificou o pastor, explicando que Paulo clareia esse princípio afirmando o quanto percebeu que foi abrir mão do que parecia ser ganho. Paulo percebeu a importância de entender a palavra de Deus e vivê-la perfeitamente. Isso pode ser visto em Romanos 7: 5-11
5 Porque, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, que são pela lei, operavam em nossos membros para darem fruto para a morte.
6 Mas agora temos sido libertados da lei, tendo morrido para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra.
7 Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás.
8 Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, operou em mim toda a concupiscência; porquanto sem a lei estava morto o pecado.
9 E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri.
10 E o mandamento que era para vida, achei eu que me era para morte.
11 Porque o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, me enganou, e por ele me matou.

Paulo quer dizer que enquanto não conhecia a palavra vivia na escuridão, mas pensou que ao conhecer a palavra de Deus as coisas iriam ficar bem e não foi assim. Ao conhecer a palavra de Deus veio a tristeza sobre a sua vida porque percebeu a lama em que estava. A revelação da palavra nem sempre nos traz paz, porque ela mexe profundamente conosco. É a isso que se refere Paulo. Talvez você, assim como Paulo, esteja percebendo isso em sua vida. Muitos pensam que entregar a vida a Jesus basta para nos trazer tranqüilidade, mas mexe com o que era pecado muitas vezes dói, explicou o mistrante citando Hebreus 12: 3-
3 Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos.
4 Ainda não resististes até ao sangue, combatendo contra o pecado.
5 E já vos esquecestes da exortação que argumenta convosco como filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor, E não desmaies quando por ele fores repreendido;
6 Porque o Senhor corrige o que ama, E açoita a qualquer que recebe por filho.
Quando escondemos a palavra em nosso coração é para que não seja roubada. Muitas vezes o que diabo nos sugere tem muito mais lógica do que a palavra de Deus. Muitas vezes não é pela lógica, mas pela fé que cremos naquilo que ela diz, afirmou o pastor exemplificando com as passagens da abertura do Mar Vermelho, a ressurreição de Lázaro dentre outras narrativas que nos pareceriam sem lógica, não fosse a fé.
A parábola do semeador é bastante eficiente para nos explicar isso, asseverou o ministrante, lendo-a com a Igreja para que tenhamos consciência acerca desta palavra. Quantas vezes a palavra nos vem e é roubada. Roubada pelo medo, pela insegurança, pelo receio de que os outros não entendam.
Mateus 13: 18-23
18 Escutai vós, pois, a parábola do semeador.
19 Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a entendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho.
20 O que foi semeado em pedregais é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria;
21 Mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e, chegada a angústia e a perseguição, por causa da palavra, logo se ofende;
22 E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera;
23 Mas, o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta.

O conhecimento da palavra nos mostra o nosso pecado e nos abre a consciência para que possamos, depois de reconhecer, arrependermos. Se confessar os nossos pecados Ele é fiel e justo para nos perdoas. Nesta manhã, exortou o pastor, precisamos fazer como Paulo. Precisamos estar inteiramente na presença de Deus, sabendo que muitas vezes o racional somente não funciona. Se você está carregando algum peso e precisando se livrar dele, o Senhor nesta manhã está lhe dizendo que no inicio a palavra pode lhe trazer dor, como um remédio amargo. Nem sempre o remédio é bom, mas cura. Talvez o seu choro dure uma noite, a dor prevaleça por algum tempo, mas o sol brilha pela manhã e o remédio amargo cura a sua dor. O Senhor de nós o que fez o salmista: esconda a palavra para que ela não seja roubada, como na parábola do semeador. Se a palavra cair em pouca terra ela nascerá rápido, mas sem raízes secará breve. Se cair entre os espinhos será sufocada. Por isso deixe que a palavra encontre boa terra e dê fruto, exortou o pastor encerrando a ministração orando com a Igreja para que tenha forças para buscar essa intimidade com Deus, retendo a palavra e deixando-s crescer com raízes profundas.

domingo, 24 de julho de 2011

Culto de Santa Ceia da noite de 24-05-11




É tempo de ser luz do mundo

O ministrante da noite, o Bispo Roberto Marques, antes de dar continuidade à série de preleções baseadas no Sermão do Monte, lembrou a todos que o princípio da prosperidade é dar a Cesar o que é de César e a Deus o que é de Deus, exemplificando com a determinação de se manter íntegro e correto diante das leis dos homens na compra das cadeiras da igreja. Imposto é imposto e deve ser pago, assegurou.
E orando a Deus em agradecimento leu com a Igreja Mateus 5: 13 a
13 Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.
14 Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;
15 Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa.
16 Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.
O bispo afirmou que é sobre o propósito de se manter íntegro que esse texto fala. É interessante observar que quando falamos em acender a luz a primeira coisa que nos vêm à mente é iluminar, embora hoje a luz seja original: evitar que os alimentos se degenerem. Jesus disse “Eu sou a luz do mundo” e quando nos salvou Ele teve um propósito: que ficássemos visíveis porque ninguém acende uma lâmpada para colocá-la debaixo do armário. Ela é acesa para iluminar a todos, para ser referência a todos. Nós fomos acesos para iluminarmos, fomos feitos sal com a função de evitar a degeneração da raça humana. Fomos feitos luz para tirar a humanidade das trevas. Fomos chamados para a posição de evidência, não para estarmos disfarçados. Jesus deixa isso claro nesta passagem, assegurou o ministrante. Jesus tem um propósito de ter nos tocado, regenerado e salvos. Ele nos deu a função de sermos sal e luz, para iluminarmos ao nosso redor. Fomos colocados para ser sal do mundo, evitando a sua putrefação. Se não estamos exercendo essa função, há algo errado. Jesus falava bem claro: assim brilhe a nossa luz diante dos homens. Precisamos ser referencial para o mundo. Paulo nos ensina a ser imitadores de Cristo. Nós precisamos estar no velador. Hoje estamos na era tecnológica e muitos podem ter como referência a lâmpada elétrica. Mas no tempo de Jesus para se produzir luz era necessário o azeite na candeia que era colocada no velador, explicou o bispo. Onde está a sua luz, perguntou à Igreja. O azeite na palavra de Deus simboliza o Espírito Santo. Se não tivermos o Espírito Santo não podemos iluminar. Jesus nos lembra disso na parábola das 10 virgens. Não eram cinco virgens e cinco prostitutas ou adúlteras. Todas eram virgens, mas cinco não eram prudentes. Elas não cuidaram do azeite e na chegada do noivo foram surpreendidas sem luz. Como você está, perguntou o ministrante. Você tem orado, buscado, lido a Bíblia diariamente? O sal sem sabor é inútil, a lâmpada acesa debaixo da cama é inútil, afirmou perguntando: você tem sido útil ou inútil para Deus? Jesus deixa claro que lhe acendeu, asseverou o bispo e Ele o colocou em destaque. Deus não quer nenhum agente secreto. Ele quer que você assuma a sua posição de cristão, não aceitando as propostas do mundo. Se voltarmos à analogia da lâmpada, vamos observar que para ser acesa ela precisa de um pavio. Quando esse pavio vai fixando sujo é necessário que seja cortado para que a luz volte a brilhar em sua força total. Muitas vezes precisamos aparar nosso pavio. Acertar o passo, fazer a devida limpeza para que a nossa luz brilhe intensamente a ponto de ser vista pelos homens. Não precisamos ser vistos para sermos glorificados, mas para que os outros vejam Cristo através de nós. Não podemos ser cristãos apenas nos discursos, mas nas nossas atitudes. Glória significa brilho. E a glória a ser vista deve ser a de Deus. Ele deve ser glorificado nas nossas atitudes. Uma lâmpada precisa de ter pavio, azeite e ser acesa sobre o velador, para que seja vista pelos homens e Deus seja glorificado, reiterou o bispo, orando pela Santa Ceia que foi servida a todos os presentes.

domingo, 3 de julho de 2011

Culto da Noite de Domingo de 03-07-11




É Tempo de Acreditar nos Sonhos





O ministrante da noite, o Pastor Luiz Cláudio iniciou a palavra exortando a Igreja a não abandonar os seus sonhos. Se temos uma palavra de Deus, devemos esperar pela sua concretização, afirmou citando a história de Abraão e lembrando a história da ICMV, quando o bispo recebeu a palavra de que deveria se transferir da Asa Norte para o Lago Norte. Ele se reportou aos que estavam nessa época e lembrou que era um lugar ermo, onde só havia terreno e animais pastando. Muitos não acreditaram na promessa, ninguém a não ser pela fé poderia enxergar que em pouco tempo o local seria urbanizado e uma grande avenida abriria espaço para que pudéssemos estar aqui hoje cultuando a Deus em um lugar abençoado e confortável. A palavra de hoje é sobre a importância de esperar em Deus, ainda que as circunstancias sejam contrárias. Muitas vezes pedimos a Deus, que libera a bênção ao setor de bênçãos, mas não estamos no lugar para receber, afirmou o ministrante usando a analogia dos serviços dos Correios que leva uma encomenda à casa do destinatário e não encontrando ninguém para receber leva o pacote de volta, deixando um aviso. A agência faz algumas tentativas, mas há um limite. Não encontrando quem receba na posição de receber, acaba devolvendo ao remetente. Essa é a diferença entre os Correios e o setor de bênçãos de Deus, ilustrou. Deus é tão misericordioso que não revoga as bênçãos. Ele insiste em entregar. El faz tantas tentativas quantas forem necessárias, mas você precisa estar no lugar de bênçãos.
O pastor lembrou que a desobediência é um fator muito sério que atrasa a entrega das bênçãos de Deus, afirmou o pastor lembrando a história de uma moça que não aceitou a palavra de que não deveria se unir a um rapaz. Ele insistiu mesmo sem o aval do líder, com o tempo passou a ter problemas. Deus foi misericordioso e a livrou da situação em que se encontrava, mas ela teve que pagar as conseqüências da desobediência, disse o pastor.
E abrindo com a Igreja a Bíblia em Tiago 1: 19-27
19 Portanto, meus amados irmãos, todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar.
20 Porque a ira do homem não opera a justiça de Deus.
21 Por isso, rejeitando toda a imundícia e superfluidade de malícia, recebei com mansidão a palavra em vós enxertada, a qual pode salvar as vossas almas.
22 E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.
23 Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural;
24 Porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era.
25 Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito.
26 Se alguém entre vós cuida ser religioso, e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã.
27 A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo.





O pastor relembra à Igreja da necessidade de obedecer e de dar testemunho do Evangelho, saindo do lugar de comodismo e indo em busca das almas que estão se perdendo lá fora. Muitos se perdem, até mesmo dentro das igrejas porque desobedecem, por não esperam pelas bênçãos, porque não dão importância aos sonhos e visões que vêm de Deus.

Em Provérbios 4: 1-10 Salomão dá esse conselho ao filho e esse conselho serve a todos nós:
1 Ouvi, filhos, a instrução do pai, e estai atentos para conhecerdes a prudência.
2 Pois dou-vos boa doutrina; não deixeis a minha lei.
3 Porque eu era filho tenro na companhia de meu pai, e único diante de minha mãe.
4 E ele me ensinava e me dizia: Retenha o teu coração as minhas palavras; guarda os meus mandamentos, e vive.
5 Adquire sabedoria, adquire inteligência, e não te esqueças nem te apartes das palavras da minha boca.
6 Não a abandones e ela te guardará; ama-a, e ela te protegerá.
7 A sabedoria é a coisa principal; adquire pois a sabedoria, emprega tudo o que possuis na aquisição de entendimento.
8 Exalta-a, e ela te exaltará; e, abraçando-a tu, ela te honrará.
9 Dará à tua cabeça um diadema de graça e uma coroa de glória te entregará.
10 Ouve, filho meu, e aceita as minhas palavras, e se multiplicarão os anos da tua vida.
Deus lhe colocará em forma e lhe preparará para a Sua obra. Deus tem pressa em atingir mais vidas com Seu amor e por isso chamou a cada um para anunciar o Evangelho. E para isso não precisa decorar versículo. Basta viver a palavra, as pessoas verão os seus testemunhos e você fará a diferença, assegurou o pastor. se você vive a palavra , como ensina Tiago e não apenas a lê, você será percebido pelo Evangelho vivo, coerente e estará pregando a palavra. Não abra mão das promessas de Deus em sua vida. Não importa qual seja a promessa de Deus em sua vida, Ele cumprirá, creia, garantiu o pastor, comentando a sua própria experiência.
Não queira fazer a parte de Deus, ensinou, basta crer e esperar que a palavra se cumprirá no tempo de Deus. Deus tem prazer em cumprir as Suas promessas. Deus não mudou e nem revoga Sua palavra, nós é que mudamos, ou saímos do lugar da bênção. Precisamos viver um novo tempo, nós fazemos parte da promessa de Deus de que esta casa seria abençoada e todos que aqui estiverem também. Muitas vezes colocamos os nossos problemas como uma barreira entre nós e Deus. Pensamos primeiro nos problemas, para depois buscar a Deus, quando devemos primeiro buscar a Deus e deixar que Ele aja.
Tiago nos ensina a nos guardar do mundo a não nos deixarmos contaminar por ele, antes devemos ser a diferença no mundo. O que você tem feito? A prática da palavra de Deus deve ser contínua. Quando a sua vida é transformada, ela transforma a vida de quem está por perto, afirmou o ministrante orando para que a Igreja receba os sonhos e deixa que eles aconteçam de forma a mostrar ao mundo que Deus é com aqueles que se aproximam Dele. Deus quer transformar a vida de quem O busca.

sábado, 2 de julho de 2011

Jantar dos Casais em 02-07-11



É Tempo de Amar na Perspectiva de Deus



Na noite de 02-07, sob a direção do casal de pastores líderes do Ministério de Casais, Pastores Andrea e Ricardo Hermes, aconteceu o romântico e abençoado Jantar dos Casais da ICMV, com direito a brincadeiras inspiradas nas palavras bíblicas, declarações de amor espontâneas e induzidas, sorteio de prêmios e momentos românticos de dançar coladinho à meia-luz, ao som de música inspirada pelo Espírito Santo para abençoar aqueles que fizeram ou estão prestes a fazer votos de viverem o compromisso de uma vida a dois, além da palavra do bispo que falou como líder da Igreja e como cabeça de um casal que vive a experiência de um relacionamento baseado na palavra de Deus há 24 anos. Depois, à luz de velas e num clima de comunhão entre casais que se dispuseram a viver em Jesus o amor ágape, ao tempo de vivenciar também as demais formas de amor baseadas na Palavra de Deus, foi servido um delicioso jantar.
Na palavra da noite, o ministrante Bispo Roberto falou de sua experiência conjugal, lembrando aos presentes que um relacionamento cristão não pode começar como acontece com muitos casais no mundo. Não pode ser iniciado de forma precipitada, nem baseado no amor romântico e na carência ou emoção da ocasião. Mas deve ser um compromisso racional, em que se espera um companheiro real, não um companheiro ideal, porque o ideal não tem defeitos, ao passo que o real é a condição de todo ser humano e é mostrado na convivência. Quando dois seres decidem se juntar para viver a vida a dois, devem saber que a paixão é cíclica e deve ser construída, por isso, quando se toma a decisão de um casamento, há que decidir também fazer isso apaixonadamente. O bispo ensinou que não há futuro nas relações nas quais se entram esperando ser feliz. O sucesso, ao contrário, está em esperar fazer o outro feliz. Quando se busca o ideal no companheiro, ou que ele seja o responsável pela felicidade do outro a tendência é a frustração e, assim como tem funcionado no mundo, se a expectativa não é suprida, o resultado é o fim da relação que já inicia com prazo definido para acabar. O bispo contou aos presentes que pode contabilizar mais experiências de sucessos entre os casais que aconselhou e também entre os que realizou o casamento, lembrando que o casal líder do Ministério de Casais da ICMV, Ricardo e Andrea, completam 15 anos de casamento abençoado por Deus sob a sua ministração. Mas também lembrou que os casais que lhe procuraram e não receberam os seus conselhos, que preferiram insistir em pactuar um casamento que, segundo a orientação de Deus não teria futuro, em pouco tempo tiveram suas relações desfeitas e antes disso viveram momentos complicados. O bispo lembrou que não é o amor que sustenta uma relação nas horas difíceis, pois nesses momentos o amor se esfria. O que sustenta uma relação e a mantém são as alianças, o pato, o compromisso, assegurou o bispo, afirmando que se as pessoas soubessem como Deus abomina aqueles que não honram as alianças, pensariam muito antes de fazer desse símbolo apenas uma peça ornamental. O bispo reiterou que aliança é a palavra empenhada e não deve ser usada precipitadamente, de qualquer forma, sem ser ponderada, por isso, assim como fez com os pretendentes a genro, ele sempre aconselha aos que lhe procuram, durante o namoro, que também deve ser entendido como um compromisso, não como uma curtição de momento como tem sido praticado no mundo, que é preciso abrir bem os olhos, porque depois do casamento vai ser preciso, muitas vezes, fechar os olhos. Para viver bem uma relação conjugal, não se pode pensar numa relação pronta, ela deve ser construída no dia-a-dia, com dedicação, renúncia e, sobretudo, alicerçada no pacto feito que deve ser lembrado a cada instante, principalmente nas horas de crise. Por isso, esse pacto não pode ser fruto de uma precipitação, ou de uma emoção do momento, porque ele trará conseqüências e a forma como é tratado determinará o resultado da vida a dois e da família construída a partir dessa decisão.

domingo, 26 de junho de 2011

Culto de Santa Ceia da 26-06-11



É tempo de sermos sal da terra




O ministrante da noite, o Bispo Roberto Marques, dando continuidade à serie de ministrações sobre o Sermão do Monte, leu com a Igreja Mateus 5 e depois de orar com Igreja afirmou que o ensinamento de Jesus é para os Seus discípulos. Se somos discípulos de Jesus, esse ensinamento é para nós, reiterou. O discípulo de Jesus é manso, humilde de espírito, chora pela humanidade, é pacificador, tem fome e sede da justiça de Deus e tem um perfil que é delineado do versículo três aos versículo doze. A partir daí ele mostra como é aquele que é filho de Deus. Todas as pessoas são criaturas, mas filhos são os que reconhecem o Seu senhorio. Jesus fala que a nossa função é ser sal da terra. Jesus está falando da humanidade que foi atingida pelo pecado e pela miséria. Ele fala de uma humanidade que está se deteriorando desde Adão. Deus destrói essa humanidade que estava se deteriorando e deixa apenas a família de Noé. Mas nela também estava a semente do pecado e Deus decidiu destruiu duas cidades que se contaminou com o pecado. E para interromper esse ciclo de destruição pós deterioração, Deus decidiu enviar Seu Filho e com Ele o Seu DNA de santidade. Você pode ter sido pecador, mas foi alcançado e transformado pela graça de Deus. Você é santo que resiste ao pecado, afirmou o ministrante, citando
1 João 3:9 “Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus”.
Há uma raça eleita, um povo de propriedade excusiva de Deus é o povo que confessa Jesus como Senhor, assegurou o bispo afirmou ser parte deste povo.
Jesus diz “vos sois o sal da terra”. O sal na época de Jesus nao era usado apenas como tempero, mas para evitar a putrefação da carne, explicou o bispo lembrando que a carne a qual não é adicionada sal apodrece. Mas o sal paralisa qualquer estado de apodrecimento. E isso que Jesus afirma quando diz que somos o sal da terra. É paralisar o apodrecimento, a putrefação da humanidade. Essa é a função da Igreja. Como instituição a Igreja tem o dever de evitar a putrefação da carne. Quando a Igreja levanta bandeira ela afasta o pecador do evangelho. O ministrante lembrou que somos sal da terra e fomos chamados para fazer diferença. Não é levantando a bandeira contra o homossexualismo que faremos a difernça, mas sabendo que onde há o pecado, há putrefação da carne, porque falta o sal. Se somos sal, na nossa presença a carne não se perde. Aquele que está fora do alvo, em presença do sal, muda de postura sem que precisemos levantar bandeira, afirmou o ministrante, lembrando que nos últimos vinte anos a humanidade vem se perdendo em proporção maior do que no período do dilúvio. Isso porque a proporção do sal diminuindo em relação à carne que se perde. A imoralidade, a promiscuidade tem se propagado, porque o sal não reage na mesma proporção. Falta sal na terra porque o sal está no saleiro. Não podemos nos isolar, quando Jesus nos manda ser sal da terra. Temos a função de fazer diferença porque somos filhos de Deus, reiterou o bispo, perguntando à Igreja “você tem sido sal da terra? As pessoas lhe respeitam? Quando você chega as pessoas mudam o tom da conversa, ou você entra no tom? Você está sendo sal ou está sendo insípido, perdendo o seu sabor?” O ministrante exortou a igreja a se cuidar para não perder o seu sabor, para não perder sua função. Se Deus nos chamou para ser sal, não podemos perder a nossa funcionalidade de fazer a diferença no mundo. Por isso Jesus disse: aquele que se acha em pé, cuide para que não caia. Homens e mulheres que foram expoentes na obra de Deus e não cuidam, quando caem, o diabo amassa e pisa, ponderou o ministrante. Deus pode lançar fora aquele que não tem função, disse o bispo afirmando que esta é uma palavra dura, mas precisa ser dita. Há vários textos bíblicos que afirmam isso: se não der fruto será lançado fora, se não for sal será lançado fora...
Cuidado, exortou o bispo, para não se contado como os ímpios. Outrora você pode ter sido pecador, mas agora que recebeu o DNA de Cristo não pode mais ser incluído nesse rol e se você não tem sido o sal, se sua via não tem incomodado o mundo, não tem transformado a situação, é preciso atenção e mudança. Deus quer sal, para que a humanidade não se perca e se somos esse sal precisamos agir como tal.

domingo, 12 de junho de 2011

Culto de Domingo da Manhã de 12-06-11






É tempo de demonstrar o caráter de Cristo ao mundo







O ministrante da manhã, o Bispo Roberto Marques, dando continuidade à serie de ministrações sobre o Sermão do Monte, leu com a Igreja Mateus lembrando que o cristão deve apresentar o caráter de Deus. E é disso que esse texto trata, em sua essência. O caráter que Jesus delineia nas bem aventuranças é o Seu próprio caráter. Jesus era homem humilde. Era homem que chorava. A Bíblia não diz que Ele sorriu, mas relata que ele chorava. Ele manso. Era misericordioso. Tinha fome e sede de justiça, tinha o coração limpo e era pacificador. Por isso foi perseguido. O mundo o odiou, lembrou o bispo, assegurando que o mundo odeia-nos não pelo que fazemos, mas que somos. O mundo odiava Jesus pelo que Ele era. Assim é também com os cristãos. O mundo nos odeia pelo que somos. Estamos no mundo, mas não somos dele. Jesus diz que temos que fazer diferença. Isso choca porque os incrédulos percebem o que não são. Isso incomoda, reitera o Bispo, mostrando que a última bem aventurança, contida no versículo 10 mostra que essa justiça incomoda. No versículo 11 Ele deixa claro que justiça é essa: o próprio Jesus. O mundo não mede esforços para torcer a verdade, assegurou o ministrante, mas é necessário ficar firmes porque isso trará a vitória a quem tem o caráter de Jesus. Se você tem o caráter delineado pelas bem aventuranças agirá com diferença. No mundo “é dente por dente, olho por olho”. O padrão cristão incomoda o mundo porque traz o caráter de Cristo “apresentar a outra face”. A diferença é como se reage. Jesus disse: alegrai-vos na perseguição. Isso é horrível para o mundo, que pensa “se me traem, eu traio; se me odeiam, eu odeio ”. Mas o cristão ama os que os perseguem. Faça uma análise: como você tem reagido à perseguição do mundo? Comece se perguntando: Você tem sido perseguido pelo mundo, não porque você é chato, irritadiço, mas porque demonstra o caráter cristão. Se não está incomodando o mundo, há algo com você, garantiu o bispo. Quem quer ser cidadão celeste, não pode ser cidadão do mundo. Precisamos fazer diferença. É interessante observar que o mundo odiou Jesus, mas guardou Suas palavras. Você tem falado de Jesus, tem comunicado ao mundo a Sua mensagem, perguntou o bispo, afirmando que não basta fazer isso por palavras, mas por atos e testemunhos cotidianos. O cristão é aquele que reflete e tem o caráter de Cristo. Que tem como exemplo o Senhor Jesus de Nazaré. Se você está sendo perseguido é porque tem o caráter de Cristo. O profeta é perseguido. Todo profeta é indigesto, não à toa Jonas foi vomitado pelo peixe. Quem está nesta manhã está sendo visitado pelo poder de Deus. É tempo de lavar. Porque água lava e purifica. Você está sendo chamado a um posicionamento. Temos que mudar nossa conduta. As bem aventuranças são perscrutadoras e mudam nossas vidas. Deus quer que você mude para melhor, para o caráter e Jesus Cristo. É necessário mudar, reiterou o bispo, lembrando que falar é fácil, mas viver é difícil. Precisamos buscar essa atitude de posicionamento, não só no culto, mas em todos os momentos, em todo o tempo e lugar. Você tem sido um cristão autêntico, perguntou o Bispo, ministrando sobre a vida da Igreja e suplicando a Deus por essa unção na vida dos Seus filhos, abençoou a Igreja.

domingo, 29 de maio de 2011

Culto de Santa Ceia e da Família Manancial de 29-05-11




É tempo de congregar

O ministrante da manhã, o pastor Silas, da Igreja da Paraíba, convidado a ministrar neste dia de comunhão da família Manancial leu com a Igreja os Salmos 126: 1-6
1 Quando o SENHOR trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham.
2Então a nossa boca se encheu de riso e a nossa língua de cântico; então se dizia entre os gentios: Grandes coisas fez o SENHOR a estes.
3 Grandes coisas fez o SENHOR por nós, pelas quais estamos alegres.
4 Traze-nos outra vez, ó SENHOR, do cativeiro, como as correntes das águas no sul.
5 Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria.
6 Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos.





E suplicando a Deus para que faça o povo regressar agradeceu ao Senhor e lembrou que todos nós um dia saímos do cativeiro até que chegamos aos pés de Jesus. Os israelitas estavam assim, rejeitados, desprezados, mas recebeu do Senhor uma palavra de libertação. O salmista registra isso nos salmos 137. O salmo fala da saudade que o povo sentia de sua terra, do choro saudoso que deu lugar às músicas outrora cantadas.
Hoje quando olhamos para a sociedade vemos que o povo se alegra pelos seus bens, pelo seu status, mas não se alegra por ter o Deus de Sião. Nós podemos nos alegrar com a presença deste Deus a quem servimos. Muitas pessoas estão se alegrando com as coisas ou com o nome que possuem, mas nós nos alegramos pela salvação de Deus que tem feito grandes coisas em nossas vida. Muitos só conseguem ver as grandes coisas materiais, mas a nossa grande vitória está na libertação do cativeiro, na certeza da salvação do Senhor.
Livre, o povo de Israel pode se alegrar no Senhor e reconhecer “Grandes coisas fez o SENHOR por nós, pelas quais estamos alegres”. Israele vivia um tempo de paz, as lutas haviam cessado, assim como acontece quando entregamos nossa vida a Jesus. As lutas podem vir, mas vêm com o refrigério do Senhor. Quando não estamos na presença de Deus não entendemos isso, afirmou o pastor, mas quando saimos do cativeiro conseguimos viver um tempo de paz, que não se assemelha à paz do mundo.
Israel vivia um tempo de exílio, de vergonha, de sofrimento e precisa se consertar. Quantos estão na Igreja e continuam sofrendo, continuam envergonhados porque não mudaram seu estilo de vida. Santidade traz alegria, assegurou o ministrante. Muitos conseguem viver a alegria do mundo, cantar as músicas que até têm literatura, mas não têm espiritualidade. É tempo de santificação e a Bíblia diz que precisamos nos santificar para conhecer a Deus. As coisas espirituais refletem as coisas materiais. Quandto mais nos espiritualizamos, quanto mais buscamos, mais melhoramos, porque o espiritual mexe com o material. Israel sabia disso , mas estava no cativeiro porque se esqueceu de se santificar. Quanto mais a Igreja se santificar, mais alegria terá, a casa, a família, o financeiro melhorará. Ficamos como quem sonha. O pastor lembrou o que aconteceu com Miriã. Ela chamou as mulheres e dançou diante diante de Deus. Miriã tocou os tamborins porque sabia que a alegria do Senhor é a nossa força. É tempo de nos alegrar no Senhor por tudo aquilo que Ele tem promovido em nossas vidas, reiterou o pastor, conclamando a Igreja a santificar o pensamento, o comportamento, as atitudes. Como no trabalho, na universidade, na família você tem se comportado? Perguntou o pastor, citando os salmos 137:1 “Junto dos rios de babilônia, ali nos assentamos e choramos, quando nos lembramos de Sião.” Israel se lembrava como era bom estar na congregação. Não há nada melhor do que estar na congregação. O povo chorava porque sentia falta de congregar, reafirmou o pastor, exortando aos que irão se batizar a não deixar o primeiro amor. A não deixar de congregar por qualquer motivo, como tem acontecido com muitos. O ministrante lembrou a prisão de Paulo e Silas, quando, viram as cadeias sendo rompidas porque não deixaram de cantar. Há pessoas que só vêm à Igreja aos domingos e por qualquer motivo deixam de congregar, quando deveriam perceber que as benção vêm para aqueles que congregam. O Senhor está dizendo que quando a Igreja entender o que significa tempo de santificar, tempo de congregar, tempo de paz, certamente virá sobre ela um grande avivamento, profetizou o ministrante.
Quem serve o Senhor tem o melhor desta terra, afirmou o pastor contando sua própria experiência, quando recebeu um bom carro como bençãos de Deus. Quando o Senhor nos tira do cativeiro faz uma obra completa. E lembrou à Igreja que é tempo de oração, assim como foi para Israel no tempo do exílio. Como cantaremos a canção do SENHOR em terra estranha?, perguntava o salmista. É tempo de oração em todo lugar. Muita oração, muito poder. Pouca oração, pouco poder. Oração em todo tempo e lugar. Aproveite os momentos para orar, as caminhadas, os momentos de faxina. Orar sem cessar é o caminho. Nada vai acontecer se não orarmos, assegurou o pastor. Israel saiu do cativeiro, porque parou para orar. Se ajoelharmos diante do Senhor o céus se abrem. Não precisamos pegar carona na oração dos outros. Quanto mais oramos, mais gargalhadas o Senhor dá, afirmou o pastor lembrando que Deus fará grandes coisas em nossas casas, se orarmos, se nos santificarmos, se congregarmos. Aquelas situações mal resolvidas, a vida sentimental, financeira, profissional, tudo se resolverá e as pessoas à sua volta verão isso e dirão: grandes coisas fez o Senhor. Você atravessado muitos cativeiros, mas o Senhor libertará você deste cativeiro.

domingo, 22 de maio de 2011

Culto de Santa Ceia de domingo 22-05-11




É tempo de ser pacificador





O ministrante da noite, Bispo Roberto Marques, iniciou a ministração fundamentada no tema “O Sermão do Monte” e lembrou à Igreja quantos que esse sermão foi proferido por Jesus aos Seus discípulos e discípulos são os que seguem. Aqueles que hoje seguem a Jesus são seus discípulos. A base da palavra de hoje é o versículo “Bem aventurado os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus” registrado em Mateus 5:9. As três primeiras bem aventuranças nos mostram o reconhecimento da fragilidade humana. Quando somos realmente cheios da justiça e da presença de Deus somos misericordiosos, afirmou o bispo, ensinando que o homem natural não consegue alcançar o nível de humildade, de choro, de mansidão e misericórdia por si. Só conseguem aqueles que foram tocados e convertidos por Deus. As bem aventuranças se interligam, explicou. Aqueles que são pobres de si, enchem-se de Deus e, tocados, choram pelos seus pecados, por isso serão limpos. Só quem é limpo consegue ser pacificador. Pacificador não é apaziguador, mas aquele que está em paz com Deus. Não há como ser pacificador sem ser manso na visão de Deus. Pacificador não é aquele que não tem reação, mas aquele que busca a paz. Jesus não veio com poder bélico para libertar o povo dos romanos, como esperavam os judeus. Mas Ele veio trazer a paz, que não é conquistada pelo poder bélico, mas com Seu exemplo. Ele deve ser a nossa paz. Não há como desassociar a nossa paz da paz de Cristo, porque essa é diferente da paz que o mundo oferece. A paz de Cristo vai fazer diferença em nossas vidas. Precisamos ter paz com Deus, daí, teremos paz com os homens. quem resolve seu relacionamento com Deus também resolve seus relacionamentos pessoais. Se seu inimigo tiver fome, dê-lhe de comer, se tiver sede, dê-lhe de beber. Mas só fazem isso os que têm o DNA de Deus. O caráter de Deus é passado aos Seus filhos e nas bem aventuranças Jesus estava desenhando o caráter do cristão. Ao lermos esse Sermão devemos deixá-lo falar conosco, exortou o bispo. A sétima bem aventurança trata do pacificador. Jesus se intitulou “O Príncipe da paz”, e Ele nos quer pacificadores, e para isso a primeira coisa que devemos fazer é fechar a boca. Devemos se tardio em irar. Muitos problemas, muitas brigas, muitas dissensões e discussões não aconteceriam se falássemos menos e ouvíssemos mais. Aquele que ama encobre a falha, mas aquele que levanta o problema suscita a ira diz Tiago. Quando somos muito críticos, vemos o erro no outro e deixamos de ver o que precisa ser mudado em nós. Para nos aproximar do caráter de Deus começamos a nos esvaziar de nós mesmos, chegamos a ser misericordiosos e pacificadores e isso não nos livra da próxima bem aventurança, não deixaremos de ser perseguidos, afirmou o ministrante, porque o mundo odeia aquele que vive conforme Jesus ensinou. Não precisamos sair do mundo, mas não podemos viver conforme o mundo. O mundo não tolera quem oferece a outra face. Jesus muitas vezes ficou calado, principalmente quando estava sendo acusado. Como ovelha muda, seguiu para o matadouro, porque a sua missão era nos trazer a paz. Jesus sabia qual era a sua missão e nós também fomos chamados a ser pacificadores, nem sempre devemos falar o que pensamos, ensinou o bispo lembrando um ditado árabe “Você é senhor do seu silêncio e escravo de suas palavras”. Mostrar o erro do irmão a ele, mas os outros não precisam ficar sabendo. Isso é ser pacificador. Encobrir o erro não é encobrir ou ser conivente com o pecado, mas mostrá-lo ao pecador, com misericórdia, ensinou o ministrante orando com a Igreja para encorajá-la a seguir o caráter.