Localização da ICMV

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sábado, 5 de setembro de 2009

É tempo de trazer a arca de volta





O ministrante da segunda parte da manhã, Pastor Raimundo Nascimento, relembrou a Igreja que Deus só sopra com um propósito e reiterou as palavras do primeiro ministrante da manhã. Assim iniciou sua preleção lendo I Samuel 4

O resgate fantástico para trazer a arca de volta.

O cristão não foi feito para ser derrotado e afirmou o pastor Raimundo, lembrando a importância de a igreja se derramar diante do Senhor quando ele fala em arca, está falando da Arca do Senhor. A promessa não nos deixa esvaziar. Não nos deixa perecer. Ela vai contra o tempo, por isso o cristão não fenece. Ele é renovado. Todos nós temos nossa luta, nossos desafios, mas não nascemos para perder. Israel nunca se preparou para perder, nem emocionalmente, nem psicologicamente, nem fisicamente. Mas a bíblia diz que saíram para pelejar contra os filisteus e eles ganharam a peleja. Morreram mais de não há maldição sem causa.
Manancial tem que ser chamada o centro de referência profética. Muitos aqui serão os pastores de vários lugares do Brasil, se não deixarem a arca, profetizou o homem de Deus. Deve haver uma conscientização do que cada um é. Israel saiu impulsionado pela promessa. E mandam buscar a arca. Eles trazem a arca. Houve trégua. Eles consultam a arca chegada. Os filhos de Eli estavam ali. Quando a arca chegou a situação mudou.
Eles sabiam que ninguém venceria Israel se a arca estivesse com eles. Quando o cristão dobra seus joelhos o inferno treme. Isso não acontece quando ele usa seus títulos ou status. O diabo não se importa com isso. Ele também tem seus graduados. Mas quando o cristão ora, o diabo se encolhe enfatizou o pastor lendo I Samuel 4:6:
“E os filisteus, ouvindo a voz de júbilo, disseram: Que voz de grande júbilo é esta no arraial dos hebreus? Então souberam que a arca do SENHOR era vinda ao arraial”.
A arca do Senhor está aqui nesta manhã. E quem disse isso foram os filisteus. Eles têm que saber quando a arca do Senhor está entre nós. Os demônios tremem quando o cristão chora na presença de Deus. Eles sabem quando estamos em plena comunhão com Deus, destacou o ministrante fundamentando-se em I Samuel 4:7:
“Por isso os filisteus se atemorizaram, porque diziam: Deus veio ao arraial. E diziam mais: Ai de nós! Tal nunca jamais sucedeu antes”.
O diabo não treme quando vê o cristão em luta, porque ele já sabe que ele é vencedor. Mas ele treme quando o vê com a Bíblia na mão. Quando ele persevera e não deixa a arca.
Observando que os filisteus conheciam o poder da arca, o pastor explicou que a estratégia dos filisteus não era lutar contra Israel, mas era roubar-lhe a arca, assim como tem sido a estratégia do diabo até os dias de hoje. Por isso nessa manhã o vento está soprando e a arca está sendo devolvida. Essa é a mensagem de júbilo nessa manhã. Muitos não estão sendo vencedores nas suas lutas, porque deixaram a arca. Muitos pereceram nas batalhas quando levaram a arca. Os filhos de Eli não mais valorizavam a arca. Eles violavam o sacrifício. Filhos de profeta não violeta sacrifício. Eles pelejam para manter a arca e assegurar a promessa.
I Samuel 4:8-12

8 Ai de nós! Quem nos livrará da mão desses grandiosos deuses? Estes são os deuses que feriram aos egípcios com todas as pragas junto ao deserto.
9 Esforçai-vos, e sede homens, ó filisteus, para que porventura não venhais a servir aos hebreus, como eles serviram a vós; sede, pois, homens, e pelejai.
10 Então pelejaram os filisteus, e Israel foi ferido, fugindo cada um para a sua tenda; e foi tão grande o estrago, que caíram de Israel trinta mil homens de pé.
11 E foi tomada a arca de Deus: e os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias, morreram.
12 Então correu, da batalha, um homem de Benjamim, e chegou no mesmo dia a Siló; e trazia as vestes rotas, e terra sobre a cabeça.
Não deixem a gloria de Deus ir embora, exortou o ministrante. Não sejam os causadores da arca de Deus ser roubada. Hoje você é o grande profeta. A grande profetiza que toma conta da arca de Deus. O diabo não está lutando contra você. Não está trabalhando contra seu esposo, contra sua esposa. Ele está trabalhando incansavelmente para roubar de você a coisa mais preciosa. Porque antigamente a arca tinha que ser levada. Mas depois de Jesus Cristo a arca veio para ficar, garantiu o pastor. Ela está dentro de você, assegurou. Por isso foi dito na nessa manhã que é de dentro para fora que o vento precisa soprar, porque a arca está dentro. Temos que tomar atitude de quem guarda a arca. Atitude santa. Quem tem a arca chora. Tem sentimento. Tem o Espírito Santo. O diabo só quer roubar o que está dentro porque, quando ele tenta roubar essa arca, ele está tentando roubar a glória de Deus. Mas Jesus está dizendo que a Glória de Deus não foi embora das nossas vidas, afirmou o ministrante lendo o versículo de I Samuel 5: 1-3:
1 Os filisteus, pois, tomaram a arca de Deus e a trouxeram de Ebenézer a Asdode.
2 Tomaram os filisteus a arca de Deus, e a colocaram na casa de Dagom, e a puseram junto a Dagom.
3 Levantando-se, porém, de madrugada no dia seguinte, os de Asdode, eis que Dagom estava caído com o rosto em terra, diante da arca do SENHOR; e tomaram a Dagom, e tornaram a pô-lo no seu lugar.
Dagon é aquele que quer dominar quando você está caído. Ele pensou que arca era aquele material. Ele não vai vencer, porque ele não sabe que quando você clama, quando ora, quando ergue as mãos, quando chora a arca está dentro de você. E Dagon cai todos os dias, sucessivamente, afirmou o pastor lembrando o episódio de I Samuel 5: 4
E, levantando-se de madrugada, no dia seguinte, pela manhã, eis que Dagom jazia caído com o rosto em terra diante da arca do SENHOR; e a cabeça de Dagom e ambas as palmas das suas mãos estavam cortadas sobre o limiar; somente o tronco ficou a Dagom..
Mulheres, moças fiquem firmes! Não tenham medo, se Dagon se levantar em suas vidas, ele vai cair de novo, afirmou o pastor. Para os caem e para os que já caíram, Deus tem uma palavra. Ele não tem para Dagon, mas para os Seus servos ele tem uma promessa. O cair é do homem, mas o levantar é de Deus. Dagon caiu para nunca mais se levantar. No terceiro dia Dagon foi degolado. Os homens da manancial vão degolar Dagon. A sua perseverança degolará Dagon. Você tem uma promessa. Creia e deixe a arca, pois só o Senhor de Israel é Deus.
O versículo
I Samuel 6:2 diz o que vai acontecer na semana. A arca está conosco. E a Glória de Deus também: “Os filisteus chamaram os sacerdotes e os adivinhadores, dizendo: Que faremos nós com a arca do SENHOR? Fazei-nos saber como a tornaremos a enviar ao seu lugar”.
Há uma promessa nessa manhã para essa igreja, para quem é mãe, pai, filho, para que tem desviados na família. Aquelas pessoas que o diabo tirou da igreja, do evangelho. O diabo se preocupa diante da posição da igreja, por conta da postura de fé e de perseverança de cada um. Por causa da sua postura nessas ministrações, observou o pastor que não é Deus que está trazendo a sua família de volta, mas os próprios filisteus. Então a arca será devolvida. As pessoas que sonhavam muito e não sonhamo mais, Deus diz que vai devolver esses sonhos. O diabo já se reuniu no inferno e disse que vai devolver tudo o que foi tirado daqueles que choram na presença de Deus. Porque o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã. Não deixe o diabo roubar a sua arca. Exortou o minstrante. Lembre quando você tinha prazer em evangelizar. Não era difícil pedir perdão, não era difícil obedecer. E Deus manda dizer que sua presença e perseverança vai fazer a diferença.
Deus impulsionou o primeiro pregador da manhã a dizer “Nação Manancial” porque tem muita igreja sem a arca. Volta ao Rio Grande do Sul e diga que a arca está com você. Volta ao Espírito Santo e repita isso, exortou o pastor, afirmando à Igreja que nossos filhos não morrerão, porque a arca está em nós.
Quando a arca está de volta as crianças sentem, quem prega sente, quem toca sente. Quando a arca está presente é isso que acontece: tomamos ciência e consciência do nosso papel sem a presença magna de Deus. O vento de Deus sopra neste lugar e traz de volta a arca! Aleluia!

Júbilo manhã de 05-09-09


É Tempo Kairos, quando o vento de Deus sopra sobre a Igreja


O ministrante da primeira parte da manhã, Pastor Luciano Tinoco saudou a igreja anunciando que o vento de Deus continua soprando nesta casa. E lembrou a Igreja de que o movimento de Deus em favor de Seu povo já havia iniciado bem antes, com a ministração de domingo, feita pelo Pastor Carlos Francisco, da ICMV de Porto Alegre, quando muitas pessoas foram impactadas pela palavra do Espírito Santo e continuou com as ministrações da noite de quinta, por intermédio do Bispo Roberto, e, na sequência, com a ministração do homem de Deus, Pastor Raimundo Nascimento. E continua nesta manhã com o vento do Espírito.
O Pastor enfatizou que esse profético é uma palavra de Deus para a Igreja. o vento, um dos quatro elementos da natureza é sem sombra de dúvidas um elemento com prazer por Deus. Por que ele limpa. Esse tempo veio no tempo propício a Igreja do Senhor.
Nesta manhã a ministração versará sobre o tempo do vento de Deus. O tempo na Bíblia é interpretado de duas formas: Chronos- o tempo dos homens e Kairós: que significa o tempo de Deus. Ou o tempo em que Deus entra em ação. Que Deus reage, responde, ou o tempo que Deus sopra. A Bíblia mostra isso de forma muito especial. Deus respeita o tempo dos homens. Às vezes Deus usa o tempo dos homens para Sua Glória.
Quatro tempos kairós. Quando é o tempo da hora de Deus. Do vento de Deus soprar sobre a terra. Em João 2: nos é apresentado Jesus em uma ocasião social. Mesmo sendo Deus ele não era anti-social. Ele esteve em jantares, em festas. Não há porque os cristãos se enclausurarem e de isolarem socialmente, asseverou o pastor. Jesus não fez isso. A narrativa de João, nas bodas de Caná, conta que Ele estava em um casamento e faltou vinho. Naquele tempo isso era algo reprovável. E a mãe de Jesus foi até Ele, e aí se revela um momento especial em que Jesus mostra-lhe que ainda não era chegado o tempo de Deus. Não era chegado Kairós. Não era ainda chegada a hora de Deus Filho agir.
Vejamos a passagem de João 2:
1 E, ao terceiro dia, fizeram-se umas bodas em Caná da Galiléia; e estava ali a mãe de Jesus.
2 E foi também convidado Jesus e os seus discípulos para as bodas.
3 E, faltando vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não têm vinho.
4 Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora.

O vento só pode se manifestar quando for o tempo de Deus. Ele só vem para mover lugar, para tirar alguém do lugar. Existem pelo menos quatro tempos Kairos. O primeiro ocorreu em Genesis: 2:7. Quando Deus Pai manifestou Seu poder por intermédio do vento, nas narinas de Adão.
E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.
Deus soprou nas narinas de Adão com um propósito. Temos por aí muitos ventos: de doutrina, de emoções. Mas quando a Igreja declara que é tempo do vento de Deus é porque entendeu que é momento de Deus. O vento de Deus está soprando não por conta do calor, da camada de ozônio, mas porque Ele quer mover esse lugar. Quando Deus soprou as narinas de Adão, Ele disse “agora vai e domine”. Deus está soprando nesses dias, porque Ele quer lhe tirar do chão e mudar sua vida.
No segundo tempo Kairos quem soprou agora foi o Deus Filho João 20:22. Jesus, o amado de nossas almas. Aquele que nos trouxe nesta manhã
E, havendo dito isto, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.
E Jesus pega na cabeça dos discípulos e sopra. Deus Filho sopra. Deus não sopra com outro propósito senão de encher com o Espírito. Há muita igreja cheia de gente, mas não cheia dos Espírito, porque não permitiu que o vento soprasse. E depois de soprar, os discípulos receberam e depois de receberem saíram da zona de conforto. É o que Deus nos fala. Acabou a zona de conforto. Depois que Deus sopra uma grande obra é anunciada.
No terceiro tempo kairos quem sopra é o próprio Espírito Santo. Vejamos em Atos 2: 1
E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados.
E depois disso viu-se a multiplicação da igreja narrada em Atos dos Apóstolos.
Quando Deus sopra Ele tem um propósito. Quando soprou sobre Adão, quando soprou sobre os discípulos. Agora Ele sopra. Será que estamos percebendo o que Deus está fazendo aqui, depois que o vento soprar. O Júbilo vai se encerrar, mas a ventania vai continuar.
Tornaram-se não existe estratégia maior de crescimento a não ser o vento soprando sobre a igreja.
O quarto tempo é agora. É hoje. É nesse Júbilo. No primeiro tempo Kairos Deus Pai soprou em Adão, no segundo tempo Kairos Deus Filho soprou e os discípulos receberam. No terceiro tempo Kairos, o próprio Espírito soprou e a Igreja foi avivada e se multiplicou. Nesse quarto tempo por incrível que pareça quem vai soprar é você, anunciou o ministrante, afirmando que Deus está nos preparando para o quarto tempo Kairos. É tempo da igreja soprar. Agora somos nós que sopraremos, afirmou o ministrante, trazendo a passagem de Ezequiel 37 para mostrar a igreja que quando o vento de Deus sopra, os milagres acontecem.
1 Veio sobre mim a mão do SENHOR, e ele me fez sair no Espírito do SENHOR, e me pôs no meio de um vale que estava cheio de ossos.
2 E me fez passar em volta deles; e eis que eram mui numerosos sobre a face do vale, e eis que estavam sequíssimos.
3 E me disse: Filho do homem, porventura viverão estes ossos? E eu disse: Senhor DEUS, tu o sabes.
4 Então me disse: Profetiza sobre estes ossos, e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do SENHOR.
5 Assim diz o Senhor DEUS a estes ossos: Eis que farei entrar em vós o espírito, e vivereis.
6 E porei nervos sobre vós e farei crescer carne sobre vós, e sobre vós estenderei pele, e porei em vós o espírito, e vivereis, e sabereis que eu sou o SENHOR.
7 Então profetizei como se me deu ordem. E houve um ruído, enquanto eu profetizava; e eis que se fez um rebuliço, e os ossos se achegaram, cada osso ao seu osso.
8 E olhei, e eis que vieram nervos sobre eles, e cresceu a carne, e estendeu-se a pele sobre eles por cima; mas não havia neles espírito.
9 E ele me disse: Profetiza ao espírito, profetiza, ó filho do homem, e dize ao espírito: Assim diz o Senhor DEUS: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam.
10 E profetizei como ele me deu ordem; então o espírito entrou neles, e viveram, e se puseram em pé, um exército grande em extremo.
11 Então me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; nós mesmos estamos cortados.
12 Portanto profetiza, e dize-lhes: Assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu abrirei os vossos sepulcros, e vos farei subir das vossas sepulturas, ó povo meu, e vos trarei à terra de Israel.
13 E sabereis que eu sou o SENHOR, quando eu abrir os vossos sepulcros, e vos fizer subir das vossas sepulturas, ó povo meu.
14 E porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra; e sabereis que eu, o SENHOR, disse isto, e o fiz, diz o SENHOR.
Ezequiel via vales de ossos secos. Ele via morte e isso é sinônimo de falta de esperança, assegurou o pastor. Então Deus perguntou para o profeta se haveria como fazer um avivamento. Ele disse levanta a mã e profetiza. Deus sopra o vento e faz o milagre.
Nação Manancial, chegou o seu tempo, declarou o ministrante. É tempo de levantar a mão e profetizar. Diga aos quatro ventos que não aceita mais os bancos da igreja vazios. O tempo é agora. O cenário já está montado. O vento está pronto para vir. Só está faltando Ezequiel se apresentar.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Culto de Júbilo da Noite de 03-09-09

É tempo de deixar o vento de Deus soprar em nossas vidas


João 3:8 O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito.
O vento sopra onde Deus quer. Este é o tema do Júbilo 2009, lembrou o bispo Roberto, ao abrir esse grande momento de crescimento espiritual para a Igreja, afirmando que Deus se lembra dos Seus filhos e mostra o Seu grande poder. O vento de Deus está soprando e grandes coisas acontecerão nas vidas daqueles que estão presentes e que se prepararem para receber as bênçãos que vêm com o vento de Deus. Deus está soprando e quando o vento sopra há o prenúncio de acontecimentos grandiosos. Prenúncio de livramento. Depois da tempestade vem a bonança, relembrou o bispo. Antes da chuva serôdia vem o vento, explicou, ratificando que Deus está fazendo, anunciando o início de uma nova oportunidade. O ministrante lembra-nos a passagem de Noé e a nova oportunidade dada a ele e a sua família. E assim, anunciou um novo tempo, como hoje, asseverou o ministrante. Deus tem pensamentos maravilhosos a nosso respeito. Quando o vento de Deus sopra determina o fim das pragas e maldiçoes. Quando o vento sopra, está sempre anunciando início de boas-novas e um novo tempo.
“Lembrou-se Deus de Noé e de todos os animais selváticos e de todos os animais domésticos que com ele estavam na arca; Deus fez soprar um vento sobre a terra, e baixaram as águas.” Gênesis 8:1

Está começando hoje. O vento já soprou e Deus se lembrou de nós. Estejamos em júbilo e preparados para receber o vento de Deus, exortou o bispo citando Êxodo 10:19:

Então o SENHOR trouxe um vento ocidental fortíssimo, o qual levantou os gafanhotos e os lançou no Mar Vermelho; não ficou um só gafanhoto em todos os termos do Egito.

Não ficou nem resquício dessa praga porque o vento de Deus soprou. E esse vento está soprando essa noite. Deus quer levar todas as pragas, as mazelas e maldiçoes, para que nenhuma permaneça. Essa é a vontade de Deus que sopra com um vento impetuoso na vida dos Seus filhos. O vento que sopra e leva as maldições é o vento de Deus e Ele fará o que determinou para nossas vidas. Para que haja novo momento as mazelas e maldições precisam ir embora. O vento de Deus sopra e muda a nossa vida. Ele passa e purifica. Transforma. Tira o que não é necessário, como quando se sopra o arroz para limpar as impurezas e deixar apenas o que é alimento, explicou o bispo empregando essa analogia. O vento de Deus abre portas, abre caminhos, porque Ele ordena, como mostra o texto de Êxodo 14:21
Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o SENHOR fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se em seco, e as águas foram partidas.
Deus livrou o povo do Egito. O povo sai e se depara com o mar a sua frente, de um lado montanhas intransponíveis e atrás Faraó com seu exército. O povo se desespera e vai até Moisés, que indaga a Deus. O mesmo Deus que sopra aqui essa noite um vento forte, diz a Moisés “por que se preocupa?” E faz soprar um vento forte que ergue as águas do mar, formando uma grande fileira e abre os caminhos dentro do mar para que o povo passe a seco. Quando Ele faz isso os caminhos se abrem. E hoje ele quer fazer isso nas nossas vidas. Se não estamos vendo saída, Deus vai nos mostrar, Ele traz a existência o que não vemos. O vento de Deus sopra abrindo caminhos. Deus vai abrir os caminhos que nos parecem impossíveis. E estaremos livres de maldições. O vento de Deus sopra e opera e as coisas acontecem, reafirmou o bispo, assegurando que esse vento de Deus também traz a provisão como mostra
Porque o vento determina o fim de pragas e maldições. “Então, o Senhor fez soprar fortíssimo vento ocidental, o qual levantou os gafanhotos e os lançou no mar Vermelho; nem ainda um só gafanhoto restou em todo o território do Egito.” Êxodo 10: 19

O vento anuncia a chegada de provisões que irão sobejar. Números 11:31

“Então, soprou um vento do Senhor, e trouxe codornizes do mar, e as espalhou pelo arraial quase caminho de um dia, ao seu redor, cerca de dois côvados sobre a terra.”
Quando Deus sopra a provisão vem e não só para um, mas que sobre para compartilhar. O povo estava cansado de comer maná todos os dias e falou a Moisés. Moisés recorreu a Deus que soprou o vento e por todo lado se viam codornizes. Era o vento de Deus trazendo provisão com abundância. Assim também Deus fará em nossas vidas. Trará abundância e tempestade passará em questão de dias. As maldições e as pragas ficarão para trás. Mas não fiquemos com saudades dos alhos e cebolas do Egito, como fez o povo de Israel depois de passar pelo exército de Faraó.

Quando Deus manda seus anjos. Ele está mandando vento. Ele faz de seus anjos vento e de seus ministros labaredas. Deus está fazendo. Ele determinou que o vento seja liberado e está soprando em nossas vidas. Muitas vezes conseguimos ouvir Deus na tempestade. Ele nos prepara para que possamos ouvi-Lo. Depois da tempestade, Deus faz soprar uma suave brisa.
Porque o vento abre portas e soluções para nossas vidas. “Então, Moisés estendeu a mão sobre o mar, e o Senhor, por um forte vento oriental que soprou toda aquela noite, fez retirar-se o mar, que se tornou terra seca, e as águas foram divididas.” Êxodo 14:21
O vento sensibiliza nossos ouvidos para ouvir a voz de Deus e nos guiar ao centro de Sua vontade. “O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito.” João 3:9
Se perseverarmos sentiremos Deus agindo em nossas vidas. O caminho sendo aberto, as pragas indo embora. Deus faz isso Ele permite que enfrentemos o deserto para que confiemos Nele, porque quando buscamos abrigo nas cavernas, nossa confiança não está Nele.
Nesses dias de Júbilo, tudo isso vai acontecer se perseverarmos, pois o vento de Deus está soprando e a vontade Dele é nos levar ao centro de Sua vontade. E a Sua vontade é que todos estejam salvos, que todos saiam da carne e vivam no espírito.
João 3:8 vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito, e assim, o ministrante, bispo Roberto Marques encerrou a palavra da noite repetindo o versículo do início e reafirmando as grandes coisas que Deus fará nesses dias na vida daquele que confiar e perseverar.
Saia da caverna, desembarace, exortou o bispo a Igreja para que venham e participem de todos os momentos em que Deus estará soprando o seu vento.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Culto de 05-08-09: preparação para o encontro com Deus



É tempo de conhecermos a verdade de Deus para nós

O ministrante da noite, pastor Ricardo Hermes, iniciou falando à Igreja sobre as quatro verdades de Deus que precisamos conhecer. A primeira é o pecado e suas consequências. A segunda, a influência do primeiro e do último Adão sobre nós. A terceira: somos santos e filhos de Deus e a quarta: a realidade do controle do Senhor Jesus sobre a nossa vida.

A primeira verdade: o pecado e suas conseqüências:

Ao criar o universo, Deus nos fez de maneira perfeita. Toda vez que tentamos relacionar alguma coisa perfeita e excelente nós relacionamos a Deus. Ele é alguém que não tem necessidade de mudar porque é perfeito e quando criou o universo fez a nós desse modo também, mas deixou que sua criação pudesse escolher continuar ou não essa perfeição.
Ocorreu que Lúcifer se achava muito perfeito. Ele era de fato muito belo e achou que sua beleza tinha como origem a sua própria natureza. Vejamos o que diz Ezequiel 28:13-16 sobre esse ser que antes era um anjo belo:
"Estiveste no Éden, jardim de Deus; cobrias-te de toda pedra preciosa: a cornalina, o topázio, o ônix, a crisólita, o berilo, o jaspe, a safira, a granada, a esmeralda e o ouro. Em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. Eu te coloquei com o querubim da guarda; estiveste sobre o monte santo de Deus; andaste no meio das pedras afogueadas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que em ti se achou iniquidade."
Nós reconhecemos como cristãos que sem Deus não alcançamos a perfeicao. Porém, Lúcifer se rebelou contra Deus, porque se achou perfeito. E houve uma rachadura dessa relação com Deus. Isaias 59:2

“Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça.”

É difícil ouvir uma verdade dessa. Somos filhos, criados por Deus, então por que essa separação?

Gálatas 3:13 nos mostra que essa separação foi eliminada pelo sacrifício de Jesus.


“Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”

Por causa do pecado, muitas vezes não conseguimos ouvir a voz da consciência e no dia a dia nossos pecados, nossas maldades nos afastam de conhecer a Deus cada dia mais. E quando nos lembramos do sacrifício de Jesus isso muda. Precisamos saber que existem leis que nos influenciam. Tanto as físicas como as espirituais. Assim como existe a lei da gravidade, existem as leis espirituais e mesmo que não acreditemos nelas, sofremos suas conseqüências. Mesmo quando não conhecemos a Deus nós sofremos as conseqüências de nossos pecados. Todo pecador precisa se arrepender. A bíblia diz que a conseqüência do pecado é a morte. Mas Jesus veio para que tenhamos vida em abundância. Assim como existe conseqüência para o pecado também existe para o que fazemos de bem. É preciso também sabermos que existe um termo chamado legalidade e muitas vezes damos legalidade para que aconteçam coisas em nossas vidas. Abrimos legalidade para que satanás use algumas coisas relacionadas a nossa vida para nos prejudicar. Abrimos legalidade para que o diabo aja em nossas vidas, nas brechas do pecado.

A segunda verdade: a influência do primeiro e do último Adão sobre nós.

Quando falamos no pecado original generalizamos no primeiro Adão, por ele entrou o pecado no mundo. É uma lei espiritual. Adão está representando toda a humanidade. Porém, se por conta de um o pecado entrou, por causa do sacrifício de um o pecado da humanidade foi redimido. É fácil entender que Jesus morreu por nós. Que seu sacrifício nos redimiu, mas nem sempre entendemos que a queda da humanidade aconteceu por conta de um único homem. E às vezes achamos uma injustiça que todos paguem por isso.

Da mesma forma que aconteceu a queda da humanidade por causa de um homem, Deus também proporcionou a redenção pelo sacrifício de um único homem. Jesus nos resgata e Nele está a legalidade para acabarmos com o pecado em nossas vidas. Qual é o plano de Deus em nossas vidas? Qual a explicação para o fato de Jesus ter morrido por nós?


Todo aquele que conhece o plano de Deus não vive no pecado. Não estamos mais debaixo da lei, mas da graça, porque para nós, Jesus não é simplesmente uma história contada na Bíblia, mas é real e isso faz toda a diferença. Temos a herança do pecado e sem Jesus já estamos destituídos da glória de Deus. Ele nos deu a oportunidade de não vivermos mais no pecado. O que parecia injustiça por conta de Adão se reverteu na maior bênçãos da terra. Jesus nos influencia a voltar para o estado natural de perfeição Criado por Deus, antes da queda do primeiro Adão. A morte espiritual é para todos, mas a o levantar é para quem escolhe. Tínhamos uma dívida e como uma pessoa paga uma divida espiritual? Ela é paga com a morte. Começa com a morte física. Perante o diabo e a nossa divida, Jesus nos deu a redenção. E a mesma coisa que alguém chegar no mercado e comprar todas as pessoas que estão lá para que elas decidam o que fazer de sua vida. Jesus nos pergunta todos os dias quem quer viver com Ele. Perante o diabo Jesus rasgou nossa divida. Perante Deus também. No Antigo Testamento, as pessoas tinham que constantemente pagar pelos seus erros. Mas Jesus proporcionou a nossa redenção e derramou seu próprio sangue por amor a nós e nos justificou perante Deus. Já aconteceu a redenção perfeita.
Quanto perguntarem qual é a nossa religião devemos responder: Jesus Cristo de Nazaré. E o que Ele espera de nós é que nos afastemos do pecado. O santo é separado, pode até pecar, mais isso é exceção e não regra. Ele é um tropeço. É algo eventual. Quem está em Cristo tem uma vida espiritual e não vive no pecado.

A terceira verdade: somos santos e filhos de Deus.

Imaginemos uma família grande com muitos filhos. Cada um quer seguir um caminho. Por causa das escolhas dos filhos, o pai que está fazendo um investimento em seu filho. Mesmo que não aceite as escolhas tem desejo de investir para que os filhos alcancem o que desejam. Assim é Deus. Porque somos santos e Deus deseja que façamos o que Ele deseja para nós. No coração de Deus existe a perfeição para nós. Mas só vamos alcançar essa perfeição se não podemos dizer que amamos a Deus e não falarmos do amor de Deus pelas pessoas. O desejo de Deus é que o amor Dele seja conhecido por todos. Somos novas pessoas, nascemos para crescer, para dar frutos e acabamos influenciando na vida de outras pessoas. Isso também deve acontecer na nossa vida espiritual. Temos que ter uma vida de caráter, sem mácula e compartilhar o amor de Deus. Mas só divulgamos o que conhecemos. Fazemos isso com nossas vidas. Somos chamados para estar no centro do plano Deles. Devemos entender a palavra perdão. Isso tem que partir de um coração quebrantado.

Deus quer fazer um estardalhaço para dizer que nos perdoa. Isso não porque Ele deseja algo em troca. Ele nos perdoa porque nos ama. Porque somos filhos. E quando reconhecemos que Ele realmente nos perdoou, reconhecemos que a grandeza de Deus não tem limites. O que nos motiva a perdir perdão é o arrependimento. Romanos 2: 4

“Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te leva ao arrependimento?”

Muitas vezes não conseguimos reconhecer nossos erros. Arrependimento significa sentir profunda dor, entender que o que fizemos machucou profundamente o coração de alguém. Pode acontecer de repetir, mas como acidente. Quem quer ser feliz deve seguir os princípios de Deus.

A quarta verdade: a realidade do controle do Senhor Jesus sobre a nossa vida.

Quem somos para Deus? Somos uma carta aberta. Por onde vamos devemos influenciar as pessoas. Falar de Deus pela nossa conduta, nosso caráter, nossa postura
Por insistimos em ser nós mesmos se podemos deixar Cristo viver em nós. Quem somos nós em Cristo? Não fomos nós quem recebemos a Cristo. Foi Ele quem nos escolheu e não o contrário. Aquilo que pedimos a Deus em nome de Jesus Ele nos dá, porque é Cristo em nós.
Deus nos aceita e nos recebe como estamos: sujos, no pecado, porém, não aceita que continuemos assim. Não nascemos para viver uma vida sem saber quem somos. Recebemos o reino de Deus pela fé. Não há como injetar em ninguém essa verdade. Mas pela fé ela entra em nosso coração. Recebemos o convite de Deus em nosso coração e quando menos esperamos somos transformados. Receber a Cristo implica mudanças. Quando entregamos nossa vida a Jesus devemos entregar o trono de nossas vidas a Ele. Depois disso, nem precisamos fazer muita coisa. O controle que Ele tem em nossa vida é o que nos leva a ter uma vida diferente. Permitir que Jesus se sente no trono de nossas vidas. Esse convite já foi feito, mas pode ser que em algumas áreas continuemos a dividir esse trono com Jesus e a não permitir que Ele reine soberano. Que exerça a Sua ação em nosso favor, sabendo o que é melhor para nós. Jesus quer o tudo e às vezes insistimos em segurar uma parte. E quando entendemos isso de uma maneira sobrenatural e entregamos a Ele o controle de nossas vidas, tudo muda. Quem está sentado no trono de nossa vida, pergunta o ministrante. Pode ser que precisemos de uma oração para libertação de nosso ego. Para liberarmos o controle para Aquele que pode decidir tudo com simplicidade. Tudo na nossa vida tem um fundamento espiritual e somos regidos por esse controle. O Senhor Jesus nos chama hoje e nos pede para ficar no centro de nossas vidas. O pecado pode até tentar entrar nelas. Mas somos santos e lutamos contra isso.
Cristo nos deu vida. E vida em abundância. Essa é uma verdade da qual não podemos nos esquecer.

domingo, 2 de agosto de 2009

Culto de Louvor e Adoração de 02-08-09


É tempo de tomarmos posicionamentos para recebermos as bençãos prometidas


Após testemunhar as bênçãos em sua vida, o ministrante da noite, Pr Luiz Cláudio, leu com a Igreja o texto de Números 13: 16-23



16 Estes são os nomes dos homens que Moisés enviou a espiar aquela terra; e a Oséias, filho de Num, Moisés chamou Josué.
17 Enviou-os, pois, Moisés a espiar a terra de Canaã; e disse-lhes: Subi por aqui para o lado do sul, e subi à montanha:
18 E vede que terra é, e o povo que nela habita; se é forte ou fraco; se pouco ou muito.
19 E como é a terra em que habita, se boa ou má; e quais são as cidades em que eles habitam; se em arraiais, ou em fortalezas.
20 Também como é a terra, se fértil ou estéril; se nela há árvores, ou não; e esforçai-vos, e tomai do fruto da terra. E eram aqueles dias os dias das primícias das uvas.
21 ¶ Assim subiram e espiaram a terra desde o deserto de Zim, até Reobe, à entrada de Hamate.
22 E subiram para o lado do sul, e vieram até Hebrom; e estavam ali Aimã, Sesai e Talmai, filhos de Enaque (Hebrom foi edificada sete anos antes de Zoã no Egito).
23 Depois foram até ao vale de Escol, e dali cortaram um ramo de vide com um cacho de uvas, o qual trouxeram dois homens, sobre uma vara; como também das romãs e dos figos.


Fundamentando-se neste texto, o pastor mostrou à Igreja alguns pontos que devem ser observados para recebermos a bênção:

Primeiro: Deus nos prova. Deus pode nos testar neste momento, assim como Ele testou aqueles homens. Mandando-nos à terra prometida para saber ate onde vamos com Ele. Quando tudo vai bem é fácil, mas Ele quer saber se iremos com Ele também nos momentos difíceis. O Senhor é fiel e não volta atrás.

Segundo: Deus observa o posicionamento tomado. Temos dois tipos de homens, os que vão vencer e os que vão permanecer no deserto. De que tipo somos? Deus está nos chamando a uma posição nesta noite. A atitude é a chave nesta parte. Se queremos posicionamento de vencedor temos que ter atitude. Se Deus é por nós, quem será contra nós? Vamos atravessar os problemas, porque nosso Deus é maior do que qualquer problema. Calebe, assim como Josué mostrou que conhecia esse Deus. E Ele espera que também nós demonstremos isso. Muitos de nós olhamos para o tamanho do problema e não para o tamanho de Deus. Isso nos faz derrotados e não vitoriosos. Para atingirmos nossa vitória não precisamos puxar o tapete de ninguém, diminuir ninguém. Existem diferenças para aqueles que querem ficar no deserto. Infelizmente o pensamento negativo, falta de comunhão com Deus acaba contaminando as pessoas, minando a fé. É preciso conquistar a bênção pelas nossas mãos. Os espias passaram pelos gigantes. Não podemos desdenhar da própria sorte, nem nos assustar diante dos problemas. Se os homens que entraram lá tivessem buscado o posicionamento de Deus. Buscai primeiro o Reino de Deus e tudo o mais será acrescentado. Deus quer continuar falando em nossos corações. Aqueles que não conhecem Deus a primeira coisa que querem fazer é destituir a liderança sobre sua vida e voltar para o Egito. Mas nos somos da turma de Calebe, marchamos para a vitória.
Queremos ficar no deserto, ou tomar posse da terra que mana leite e mel. O certo é que nesta terra a cobiça dos inimigos vai acontecer. Por ela precisamos tomar posições, abrir mão de algo, fazer escolhas. Ocupar a terra requer responsabilidades. É preciso levar paz a essa terra. Levar a luz de Jesus. O cristão precisa dobrar seus joelhos constantemente pelos nossos líderes, pelos nossos chefes, nossos pastores. E é preciso perseverar para ocuparmos a terra prometida. Uma guerra é feita de várias batalhas e precisamos vencer uma por uma a cada dia. Deus sabe o que é melhor para nós e espera que perseveremos sempre, na palavra.
Para conquistar e mantermos a terra prometida é preciso organização e planejamento.

Deus nos deu a terra e nos chama para desfrutar dela, tomando posse de nossa herança.
Quando tomamos posse temos que estar preparados: armados com o escudo, a espada e o capacete. Muitos na pressa deixam suas armas. Mas essa noite Deus quer que tomemos nossas armas e levemos o evangelho. A terra prometida está aí para que dela tomemos posse. Mas Deus exige santidade, conhecimento da palavra, comunhão e busca constante da presença de Sua presença.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Culto da Vitória de 31-07-09


É tempo de nos libertarmos de toda brecha

O ministrante da noite, Pastor Adriano Carvalho, iniciou a sua preleção contando uma história usada por um velho pastor do Haiti para falar da necessidade de compromisso com Cristo. Ele contou a história de um homem que queria vender sua casa por $2,000. Outro homem queria muito comprar aquela casa. Mas, porque ele era pobre ele não conseguia pagar o preço do dono. Depois de muita negociação o dono da casa concordou em vender a casa pela metade do preço. Ele só tinha uma ressalva: ele continuaria como dono de um pequeno prego cravado na parede em cima da porta da casa. Depois de alguns anos, o dono original queria comprar sua casa de volta. Mas, o novo dono não concordava em vender. Então, o dono original saiu pela estrada, achou o cadáver de um cachorro e o pendurou na parede pelo prego que lhe pertencia. Em pouco tempo, a casa ficou insuportável, e a família foi obrigada a vender a casa de volta ao dono original. Nesse momento, ele leu com a Igreja o texto de Lucas Lucas 11: 24-26

24 Quando o espírito imundo tem saído do homem, anda por lugares secos, buscando repouso; e, não o achando, diz: Tornarei para minha casa, de onde saí.
25 E, chegando, acha-a varrida e adornada.
26 Então vai, e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, entrando, habitam ali; e o último estado desse homem é pior do que o primeiro.

O ministrante perguntou à Igreja se havia compreendido a relação do texto bíblico com a história do pastor Haitiano, explicando que muitas vezes temos prego que deixamos para trás depois de nossa conversão. São os nossos pregos. Cada um sabe o que isso significa em sua vida. Quando não somos de Jesus, pertencemos ao maligno. Não existe meio termo. Quando saímos disso. Não podemos deixar pregos. A conclusão do pastor Haitiano foi o seguinte: “Se nós deixamos o Diabo com apenas um pequeno prego nas nossas vidas, ele voltará e pendurará seu podre lixo lá, deixando as nossas vidas insuportáveis para Cristo habitar.”
Você tem um prego daqueles na sua vida? Perguntou o pastor Adriano.Há algum pecado ou hábito que você ainda não entregou a Jesus? Pode ter certeza, Satanás irá voltar. O dono daquele prego, daquele pecado ou hábito predileto irá aparecer, mais cedo ou mais tarde.
Ele vai usar aquela coisa pequena, aquele prego para estragar tudo que você quer tentar construir de bom. E, no final, ele vai levar tudo que você tem.
De quem é o prego que você tem sustentado na sua vida? Indagou o ministrante contando então a história de um homem que servia aos exus e a eles devia obrigações. Ele tinha um chicote pendurado em um prego dentro de casa. Fazia parte de suas obrigações, quando o santo que incorporava mandava, pegar um chicote e bater em todos dentro de casa: filhos, esposa... Eles apanharam até que um dia ele conheceu Jesus e aprendeu que não precisa mais cumprir obrigações. Uma das coisas que ele viu é que precisava dar um fim ao chicote, porque aquilo já não mais fazia parte de sua vida com Cristo. Mas o diabo não deixa as coisas ficarem assim simplesmente. Quando aceitamos Jesus o amadurecimento vai nos mostrando os caminhos que precisamos andar. Aquele homem foi percebendo que a sua vida melhorou, pois era o diabo que colocava a doença nele e que Jesus não cobra obrigações que nos machucam ou escravizam. Quando percebeu isso triturou o chicote, destruindo-o. mas passados alguns dias, a porta de sua casa se abriu e entrou por ela um rapaz negro muito alto e forte. Foi até a parede e arrancou com toda a força o prego onde antes ficava pendurado o chicote, afirmando que o levaria. O homem havia destruído só o chicote e o prego havia ficado e o diabo sabia a quem ele pertencia agora. Onde Jesus habita não há espaços para pregos de satanás.
Tudo isso faz parte do mundo espiritual. E as pessoas não acreditam que ele existe. Há pessoas que não tomam um posicionamento firme diante de Jesus. O demônio sai, não tem onde fixar morada. Olha e vê sua casa vazia, que não foi preenchida com o Espírito porque a pessoa não tomou posicionamento. A vida continua vazia, então ele volta e leva mais sete. Por isso não devemos orar por um endemoninhado sem que antes a pessoa tome posição, porque se tirarmos um, outros sete vão voltar com ele. Depois catorze, vinte e um e seu estado vai ficar sempre pior.
É preciso saber como está a vida daquela pessoa, antes de orarmos para que se liberte, pois se a pessoa tiver a mente forte ela não deixa que o demônio manifeste e ele continua ali. O mundo espiritual existe e se deixamos o prego pendurado. Pensando que pecados que passaram a ser normal. O pecado que não é perdoado é aquele para o qual não pedimos perdão. Podemos pedir perdão por todos, mas às vezes não deixamos o prego na mão do Senhor. Precisamos dizer “Senhor eu entrego essa brecha na Sua mão”
Acaba sendo normal deixamos coisinhas do cotidiano se tornando banais. Às vezes a brecha é um presente que você ganhou e não quer se desfazer. É preciso saber de onde veio. Às vezes é um ponto que alguém deixou como entrada para o diabo cirandar em nossas vidas. É preciso tirar o prego para o diabo não cirandar em nossas vidas. Jesus é muito mais forte do que o diabo.
Vejamos Lucas 11: 21 a 23:

21 Quando o valente guarda, armado, a sua casa, em segurança está tudo quanto tem;
22 Mas, sobrevindo outro mais valente do que ele, e vencendo-o, tira-lhe toda a sua armadura em que confiava, e reparte os seus despojos.
23 Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha.

Essa é a confiança que devemos que ter em Jesus. Ele é maior e não há ninguém que possa detê-lo.

27 E aconteceu que, dizendo ele estas coisas, uma mulher dentre a multidão, levantando a voz, lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que mamaste.
28 Mas ele disse: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam.

Nenhuma palavra que seja guardada em nosso coração será sem proveito. Mesmo que ela seja tão dura que queiramos jogá-la fora. Bem aventurado é aquele que ouve o alerta e tira o prego de sua vida. Não é fácil. É preciso encontrar uma estratégia para tirar de nossas vidas.

Para meditar: Romanos 12:2

E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.

domingo, 26 de julho de 2009

Culto de Santa Ceia de 26-07-09




É tempo de tomar decisões antes que seja tarde demais.



O Pr. Luciano Tinoco, ministrante da noite, iniciou lembrando as palavras entregues durante o evento de comemoração do aniversário da ICMV e afirmou que hoje entregaria uma palavra que Deus inquieta seu coração há alguns meses. E essa palavra Deus lhe deu essa palavra por meio de uma jovem abra o coração e compreenda a palavra de confronto e advertência.


Lucas 16: 1-31
1 E dizia também aos seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este foi acusado perante ele de dissipar os seus bens.
2 E ele, chamando-o, disse-lhe: Que é isto que ouço de ti? Dá contas da tua mordomia, porque já não poderás ser mais meu mordomo.
3 E o mordomo disse consigo: Que farei, pois que o meu senhor me tira a mordomia? Cavar, não posso; de mendigar, tenho vergonha.
4 Eu sei o que hei de fazer, para que, quando for desapossado da mordomia, me recebam em suas casas.
5 E, chamando a si cada um dos devedores do seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves ao meu senhor?
6 E ele respondeu: Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Toma a tua obrigação, e assentando-te já, escreve cinqüenta.
7 Disse depois a outro: E tu, quanto deves? E ele respondeu: Cem alqueires de trigo. E disse-lhe: Toma a tua obrigação, e escreve oitenta.
8 E louvou aquele senhor o injusto mordomo por haver procedido prudentemente, porque os filhos deste mundo são mais prudentes na sua geração do que os filhos da luz.
9 E eu vos digo: Granjeai amigos com as riquezas da injustiça; para que, quando estas vos faltarem, vos recebam eles nos tabernáculos eternos.
10 Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito.
11 Pois, se nas riquezas injustas não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras?
12 E, se no alheio não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?
13 Nenhum servo pode servir dois senhores; porque, ou há de odiar um e amar o outro, ou se há de chegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.
14 E os fariseus, que eram avarentos, ouviam todas estas coisas, e zombavam dele.
15 E disse-lhes: Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações, porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação.
16 A lei e os profetas duraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele.
17 E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei.
18 Qualquer que deixa sua mulher, e casa com outra, adultera; e aquele que casa com a repudiada pelo marido, adultera também.
19 ¶ Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente.
20 Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele;
21 E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas.
22 E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado.
23 E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio.
24 E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.
25 Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado.
26 E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá.
27 E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai
28 Pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento.
29 Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos.
30 E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam.
31 Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.


Cinco decisões tomadas tarde demais é o tema da ministração da noite, colocada à Igreja com temor e responsabilidade. Assim, o pastor conclamou a todos a manter o ouvido aberto para que a palavra entre e frutifique nos corações de todos.

O texto fala do Rico e Lázaro, mostra a história contada pelo próprio Cristo e passa-se no inferno no período após a morte de dois homens. Importante lembrar que eles tinham coisas em comum, embora um fosse rico e impiedoso e o outro pobre: ambos tiveram a oportunidade de servir a Deus, vir a Igreja, o caminho da Igreja ou o caminho das Índias. Lazaro apesar de seu estado miserável temia a Deus em vida enquanto o rico desprezou sua palavra. O texto mostra um no seio de Abraão e o outro no inferno. Esse texto mostra as cinco decisões que o rico tomou, porém tarde demais. É necessário lembrar que essas cinco decisões foram corretas. Mas o que adianta fazer a coisa certa no tempo errado, perguntou o pastor.
Na decisão ou nas decisões precisamos observar o tempo.
Eis as cinco decisões importantes e necessárias que o rico tomou, contudo em momento tardio, e para as quais devemos ficar atentos, enquanto há tempo.

Primeira: Ele olhou para cima: O rico, enquanto vivia, não serviu, não temeu, mas no inferno tomou a decisão certa: ergueu os olhos.
Quem está em pecado geralmente não olha para cima, mas aquilo que lhe puxa para baixo.
A palavra homem significa aquele que olha párea cima, explicou o ministrante. Deus nos criou para isso. Mas, quando caiu, quando entrou em pecado, o homem fez olhar em direção contrária: para baixo. Esse rico relatado no evangelho de Lucas olha para cima. Quando estamos em pecado, só vemos as coisas de baixo simplesmente porque não olhamos mais para o alto. Esse rico agora no inferno tenta resgatar a posição original. Lindo, tremendo, mas tarde demais. Faça isso agora, já, exortou o pastor. No Hades será tarde demais. Imaginemos quantos anos ele olhou para os bens temporais e agora resolve tomar uma posição.
Essa é uma palavra figurada, mas um alerta de Deus. Ninguém voltará, asseverou o pastor.

Segunda: Olha para o céu e faz uma oração: quantas vezes foi chamado, convocado e ele não quis. Para que clamar depois que está no inferno. Tarde demais. Tem pessoas que vivem uma vida toda e nunca falam com Deus. Outras preocupações tomam conta durante a oração. Orar é bom e quando oramos os céus se abrem. Um pregador dizia que o maior círculo de oração do mundo está no inferno. Mas é tarde demais, se deixamos de vir aos cultos, participar dos eventos, deixamos a oportunidade escapar e no inferno é muito tarde para nos arrepender.

Terceira: Ele reconhece a autoridade dos líderes na terra. Ele não fez isso enquanto vivia, mas agora no inferno quer ouvir o pai Abraão. Quantas vezes o pastor disse “não faça, não negocie, não viaje agora...”e não damos importância a voz do líder, afirmando sermos capazes de decidir sozinhos.
Deus respeita tanto o princípio de autoridade espiritual. Ele reconhece os líderes que constituiu sobre nós. Se não sabemos ouvir nossos líderes, não somos abençoados. Há muitas pessoas que são insubordinadas, que confessam que são nasceram para obedecer. E quem não serve, não serve. Está fora dos planos de Deus.
Muitas vezes a palavra é dura, pesada, mas é preciso reconhecer a autoridade que Deus constituiu em nossas vidas para nos aconselhar em tempo. Enquanto estamos nesta terra.

“Só dá valor quando perde”. É um ditado que deve ser considerado. A mãe nos fala e não damos valor. Não importa a nossa idade. Mãe deve ser ouvida. Não adianta reconhecer depois que ela se vai.

Quarta: Ele pede água. Quando está no inferno, o rico olha para o céu, clama a Deus e reconhece Abraão como autoridade. Tudo tarde demais. Isso é muito triste, asseverou o pastor: todos os dias na Igreja água nova é oferecida e muitos não valorizam. Quantas águas foram dadas àquele homem. Quantas oportunidades Deus nos dá e perdemos tempo. Jesus pode voltar a qualquer hora. Se tivermos um AVC, um infarto, ou sofrermos um acidente no caminho de casa, se morrermos, não há outra saída: nessa hora é Jesus voltando, ponderou o ministrante. Quantos tiveram pastores oferecendo água com fartura e não quiseram. Por que trocamos os domingos do Senhor para fazermos tantas outras coisas? Há pessoas que pensam que domingo é dia de descanso pessoal. Não! É dia do Senhor, afirmou o ministrante. Tomar essa decisão tarde demais não adianta. Quantas vezes Deus ofereceu água com fartura ao rico e ele desprezou e no Hades quis sorver as gotas.

Quinta: Ele teve desejo de fazer a obra missionária. Quantas pessoas não entendem o que é missão. Não são capazes de abençoar a obra de Deus. Falar de Jesus para alguém não é sua preocupação. O rico pede: “Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai”. É muito fácil ter um arrependimento tardio. Ele quis fazer uma obra missionária no Hades e já não mais havia como;
E nós, perguntou o ministrante, quantas vezes fazemos a obra missionária para a glória de Deus? Infelizmente gostamos mais de nossas coisinhas do que da obra de Deus e chegará um momento que será muito tarde para percebermos isso.

Existem pessoas que valorizam mais as coisas do que as pessoas. Pessoas são para serem amadas e coisas para serem usadas. Mas há pessoas que invertem esses valores: usam pessoas e amam as coisas.
O ministrante lembrou que a maior pecado de Jonas não foi a indiferença, não foi a desobediência. O seu maior pecado foi a falta de compaixão. Ele não teve compaixão pela grande cidade de Nínive, pelas almas que se perdiam lá. E ainda hoje há pessoas que não se comovem com as almas que estão se perdendo, há os que se preocupam mais com os seus cães.
Assim, o ministrante encerrou afirmando: tomemos como exemplo esse texto: sirvamos ao Senhor com tudo o que temos, porque virão dias em que não sabemos o que ocorrerá. A Igreja precisa ficar atenta e buscar a Deus enquanto se pode achar. Poderão vir dias em que a liberdade religiosa será cerceada. Por que não buscarmos enquanto podemos achar. Chegarão dias em que viveremos do que armazenamos nas nossas despensas.