Localização da ICMV

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domingo, 9 de junho de 2013

É tempo de reconhecer que nossa força está em Deus


Culto da manhã de domingo de 09-06-13





O ministrante da manhã, o pastor Mário Junior, iniciou a palavra lendo com a Igreja os salmos 124:2-8

 2. Se não fora o Senhor, que esteve ao nosso lado, quando os homens se levantaram contra nós,
 3. eles nos teriam tragado vivos, quando a sua ira se acendeu contra nós;
 4. as águas nos teriam submergido, e a torrente teria passado sobre nós;
 5. sim, as águas impetuosas teriam passado sobre nós.
 6. Bendito seja o Senhor, que não nos entregou, como presa, aos dentes deles.
 7. Escapamos, como um pássaro, do laço dos passarinheiros; o laço quebrou-se, e nós escapamos.
 8. O nosso socorro está no nome do Senhor, que fez os céus e a terra.
  1.  O pastor refletiu com a Igreja que nada do que temos ou conquistamos vem com a força do nosso braço. É Deus quem dá o livramento, afirmou, lembrando que muitas coisas não acontecem rápido em nossas vidas porque senão o Senhor não seria glorificado. Há muitas pessoas que não reconhecem a força do Senhor, mas atribuem a si próprio o mérito da conquista. O inimigo arma para nos pegar nos momentos de fraqueza, ele não faz isso quando estamos bem, mas o Senhor dá o livramento, garantiu o pastor, lembrando que nossa luta não é contra a carne e o sangue, mas contra os principados e potestades. Contudo, o inimigo usa homens fracos, que estão na brecha, para se insurgirem contra nós. O inimigo usa homens e mulheres, os nossos amigos e familiares para nos fazer cair. A Bíblia diz que há vasos de honra e há vasos de desonra. Como nos deixamos usar é que define o nosso caminho, afirmou o pastor enfatizando que temos o poder de decisão. Existem pessoas boas e ruins em tudo lugar, inclusive na Igreja. O vaso de honra glorifica a Deus e apóia os mais fracos. Os vasos de desonra não se deixam usar para glorificar a Deus. Temos que lutar contra os demônios e não contra as pessoas. As pessoas precisam de nosso amor e de que sejamos vasos de honra na vida das pessoas que estão a nossa volta. O inimigo usa pessoas que são íntimas nossas para nos atingir, foi assim na vida de José. Seus próprios irmãos lhe traíram e lhe venderam como escravo, afirmou o pastor, lembrando também o episódio do julgamento de Jesus. A mesma multidão que presenciou e se beneficiou com os milagres de Jesus votou pela condenação de Jesus. Aquelas pessoas estavam possessas, elas estavam enganadas pelo inimigo, não conseguiam enxergar a verdade, mas Jesus perdoou aquela multidão cega. Se Jesus não houvera dito: "Pai, perdoa, porque eles não sabem o que fazem", certamente hoje não estaríamos aqui. Quantas coisas acontecem em nosso país e se não fosse Deus estar no controle já haveríamos perecido, asseverou o pastor, citando os casos recentes divulgados nos jornais. Vizinhos matando vizinhos por conta de barulho, homens matando outros por uma fechada no trânsito. O. Inimigo usa as pessoas para provocar a velha criatura, mas ninguém irá nos destruir enquanto Deus estiver no controle. O inimigo quer mexer na nossa mente, nas nossas emoções, onde habitam os sentimentos, porque uma pessoa com o emocional abalado não fica ligado no céu. Mas Deus está dizendo que as correntes não irão nos derrubar. As muitas águas não poderiam apagar esse amor. O Senhor está atento e cuida dos Seus. As pessoas estão preocupadas com muitas coisas nesta terra, mas estão se esquecendo da sua salvação, por isso Deus afirma que nos livrou das águas que teriam nos submergido, e a torrente teria passado sobre nós. "Bendito seja o Senhor, que não nos entregou, como presa, aos dentes deles". Deus nos diz que quebrou o laço que acorrenta a nossa vida hoje. Salomão caiu no laço e não era um homem qualquer, era o homem mais sábio, lembrou o pastor, afirmando que é preciso que Deus quebre o laço para as pessoas se sintam como um pássaro livre da prisão. O nosso socorro está no nome do Senhor que fez o céu e a terra, assegurou o pastor orando por todos aqueles que assumiram que suas conquistas dependem do Senhor. E ministrou um cântico de reconhecimento, encerrando a palavra da manhã: e mesmo que venha forte tempestade e sobre mim a maldade. Tu és a minha força e minha luz e em minha serás pra sempre meu bem querer.




domingo, 12 de maio de 2013

É tempo de experimentarmos atitudes que liberam alegria

Culto da noite de Domingo 12-05-13



O Pastor Jorge Rojas depois de cumprimentar as mães presentes, recordou a série de mensagens dos cultos anteriores : fé que libera alegria, as verdades que liberam alegria. O pastor lembrou que Deus não precisa de ninguém para realizar seus planos, que nem todos que nos procuram o fazem  para nos abençoar, que precisamos nos manter sempre na presença do Senhor, antes e depois de recebermos a bênção.
Nesta noite,  a mensagem é para que a Igreja experimente atitudes que liberam alegria anunciou o pastor, lendo Números 27:1-11

 Números 27 -  1. Então vieram as filhas de Zelofeade, filho de Hefer, filho de Gileade, filho de Maquir, filho de Manassés, das famílias de Manassés, filho de José; e os nomes delas são estes: Macla, Noa, Hogla, Milca e Tirza;
 2. apresentaram-se diante de Moisés, e de Eleazar, o sacerdote, e diante dos príncipes e de toda a congregação à porta da tenda da revelação, dizendo:
 3. Nosso pai morreu no deserto, e não se achou na companhia daqueles que se ajuntaram contra o Senhor, isto é, na companhia de Corá; porém morreu no seu próprio pecado, e não teve filhos.
 4. Por que se tiraria o nome de nosso pai dentre a sua família, por não ter tido um filho? Dai-nos possessão entre os irmãos de nosso pai.
 5. Moisés, pois, levou a causa delas perante o Senhor.
 6. Então disse o Senhor a Moisés:
 7. O que as filhas de Zelofeade falam é justo; certamente lhes darás possessão de herança entre os irmãos de seu pai; a herança de seu pai farás passar a elas.
 8. E dirás aos filhos de Israel: Se morrer um homem, e não tiver filho, fareis passar a sua herança à sua filha.
 9. E, se não tiver filha, dareis a sua herança a seus irmãos.
 10. Mas, se não tiver irmãos, dareis a sua herança aos irmãos de seu pai.
 11. Se também seu pai não tiver irmãos, então dareis a sua herança a seu parente mais chegado dentre a sua família, para que a possua; isto será para os filhos de Israel estatuto de direito, como o Senhor ordenou a Moisés.

O pastor explicou à Igreja o significado desse texto, ensinando que a benção a nós destinada só pode ser impedida por nós mesmos. O que Deus liberou para nós vem pela graça, não precisamos fazer nada, não há obras que nos garantam as bênçãos, sobretudo as bênçãos da salvação, como preconizam o espiritismo, o hinduísmo e outras religiões que fundamentam a salvação por meio das obras. Se fazemos obras para Deus, para os desfavorecidos não é para obtermos a salvação, mas porque já somos salvos, asseverou o pastor. O texto registrado por Moisés em Números fala da experiência de cinco mulheres que ficariam sem herança, porque segundo a tradição quem não tivesse filhos varões não teria direito à herança. Macla, Noa, Hogla, Milca e Tirza, cujos nomes significam respectivamente, confiança, determinação, a que tem os pés amarrados,  a que tem autoridade; a que é deleite de Deus.
Apesar de sermos fracos, enfermos,  estéreis, 

A primeira filha, cujo nome significa confiança. Os que confiam no Senhor   correrão e não se fatigarão, garante a palavra de Deus. O que acreditam no Senhor têm suas causas reconhecidas por Deus, garantiu o ministrante. 
A segunda filha Noa, significa determinação, movimento, o que quer dizer em outras palavras: ninguém pode me parar. As mulheres, quando querem algo é difícil contê-las. Isso é determinação. A única pessoa que pode nos parar somos nós mesmos.  Se a graça de Deus está sobre nossas vidas, isso gera em nós um querer que nos move e ninguém pode parar esse querer, a não ser nós mesmo, reiterou o pastor, lembrando que as mulheres naquele tempo não tinham direito, mas Noa foi uma mulher determinada. Ela não parou a si mesma e não estancou o projeto de Deus. A terceira filha, Hogla, cujo nome significa perdiz, aquela que tem dificuldade para caminhar. A que tem os passos amarrados. Há pessoas na Igreja que são como Hogla, dois dois passos para frente e quatro para trás. A Bíblia nos fala sobre Lázaro, grande amigo de Jesus, mas um dia ele morreu, assim como muitos amigos de Jesus estão mortos espiritualmente. Jesus sempre faz a parte Dele, mas antes disso precisamos fazer a nossa parte. Jesus disse Lázaro venha para fora e ele ressuscitou, mas ele veio com cinco problemas. O primeiro, ele tinha os pés amarrados. O segundo, tinha as mãos amarradas, como muitos na igreja que não abrem as mãos para colaborar, para ajudar na obra, para estender a mão ao necessitado. O terceiro problema, ele tinha um pano atado na cabeça, assim como muitos que não abrem os olhos para a visão de Deus, não abrem os ouvidos para ouvir a palavra, para compreender o propósito de Deus, para seguir as orientações do pastor. Muitos estão na igreja, mas precisam ainda ressuscitar, afirmou o pastor.

A quarta filha, Milca, cujo nome significa a que tem autoridade. Essa vem do trono de Deus e não podemos abrir mão dela. A autoridade de Deus quando se manifesta ninguém pode revogá-lá. 
A quinta filha, Tirza, que significa aprovada. Aquela que tem o favor de Deus e cuja graça resplandece a todos que a cercam. Mas antes de sermos aprovados, precisamos ser provados por Deus. Todos querem ser aprovados, todos gostam da vitória, mas antes da vitória há a batalha. Diante da grande vitória é necessário uma grande batalha. Não há vitória sem luta. 
Essas cinco mulheres não tinham nenhum direito, mas se apresentaram diante de Moisés, do sacerdote e dos príncipes de Israel e suas causas foram apresentadas a Deus que assegurou a Moisés que o que reclamavam era justo. Elas quebraram o protocolo e a tradição e tiveram o seus direitos garantidos, o que antes eram negligenciados, porque foram determinadas. Eram fracas, doentes, estéreis,  tinham as mesmas limitações que as mulheres de hoje, mas receberam sua herança pela retidão que tiveram diante de Deus. É na determinação dessas mulheres que a Igreja precisa se espelhar, concluiu o ministrante, abençoando a todos, em especial às mães.

É tempo de experimentar as verdades que liberam alegria

Culto da manhã de domingo 12-05-13





O ministrante da manhã, Pr. Jorge Rojas iniciou a palavra retomando a história da mulher cananeia, ministrada na noite de sábado, lembrando que aquela mulher obteve a bênção desejada porque teve fé alicerçada no conhecimento da palavra. Ela não fez como muitas pessoas que querem uma bênção de Deus mas buscam  nos mais diversos lugares: nas cartomantes, nos centros de macumba, acendendo velas a todos os santos e demônios. A mulher demonstrou que sabia quem era Deus e que conhecia a palavra da Lei ao ponto de deixar Jesus de boca aberta, afirmou o pastor.
Ao anunciar o tema da palavra da manhã, cumprimentou as mães presentes e pediu a bênção de Deus para todas mães, em especial para sua mãe e avó, em Porto Rico, e sua esposa que o acompanha nesta nesta manhã. MARIA, a mãe de Jesus, nossa irmã, será lembrada na palavra de hoje, afirmou o pastor, considerando a sua importância na vida de Jesus e dos cristãos. Por sua conduta e fé, ela foi favorecida por Deus. Maria era uma virgem, noiva, prometida a José, como ensinava a tradição judaica. E a ela apareceu um anjo, contou o pastor, ponderando que se um anjo aparecesse a muitas pessoas seria causa de desmaio e assombro, mas o anjo apareceu a Maria e anunciou que ela faria parte do projeto de Deus para salvação da humanidade. Precisamos achar graça e favor diante dos olhos de Deus, ou seja, precisamos tão somente agradar a Deus porque Ele não precisa de homem algum para cumprir Seu projeto. Vejamos esse texto em Lucas 1: 28-38:

  28. E, entrando o anjo onde ela estava disse: Salve, agraciada; o Senhor é contigo.
 29. Ela, porém, ao ouvir estas palavras, turbou-se muito e pôs-se a pensar que saudação seria essa.
 30. Disse-lhe então o anjo: Não temas, Maria; pois achaste graça diante de Deus.
 31. Eis que conceberás e darás à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus.
 32. Este será grande e será chamado filho do Altíssimo; o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi seu pai;
 33. e reinará eternamente sobre a casa de Jacó, e o seu reino não terá fim.
 34. Então Maria perguntou ao anjo: Como se fará isso, uma vez que não conheço varão?
 35. Respondeu-lhe o anjo: Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso o que há de nascer será chamado santo, Filho de Deus.
 36. Eis que também Isabel, tua parenta concebeu um filho em sua velhice; e é este o sexto mês para aquela que era chamada estéril;
 37. porque para Deus nada será impossível.
 38. Disse então Maria. Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se dela.
Para Deus não há nada impossível, afirmou o pastor, lembrando as verdades que liberam alegria:

A primeira verdade que libera alegria é que Deus não precisa de ninguém para cumprir seus projetos.
A segunda verdade é que grandes coisas nascem fora do sistema, o nascimento de Jesus confirma isso, garantiu o ministrante. Ele nasceu, viveu, morreu e ressuscitou fora do sistema manipulador. Grandes coisas acontecem fora do sistema. Grandes projetos e ministérios nascem fora do sistema. No mundo secular, os que vencem são os que quebraram o sistema, afirmou o pastor lembrando o exemplo da Apple.
A terceira verdade que libera alegria é que nem todos que nos procuram o fazem para nos abençoar. Mas, asseverou, citando a história de Balaão, ninguém poderá amaldiçoar aquele a quem Deus abençoou. 
Quantas pessoas estão trabalhando como escravos do sistema, trabalham sem que colham o fruto de seu suor, porque só fazem pagar as contas.  Essas pessoas precisam conhecer as verdades que liberam alegria, precisam tomar posse da palavra que indica o caminho dessas verdades para transformarem suas vidas, assegurou o pastor.

A Bíblia conta que três reis pararam sua agenda pessoal, saíram de zona de conforto para ir adorar, ofertar e abençoar àquele que viria ao mundo para ser o Rei dos Reis e para isso seguiram a direção de uma estrela. Mas o rei Herodes procurava Jesus para matá-lo. Nem todos nos procuram para nos abençoar. 

A quarta verdade que libera alegria é que precisamos esconder o dom de Deus enquanto ele cresce. Maria  recebeu Jesus como dom de Deus, mas ela precisou escondê-Lo enquanto Ele crescia. Se não tivesse feito isso, Herodes o teria matado. Precisamos cuidar, proteger e melhorar o dom de Deus em nossa vida.
A quinta verdade é que precisamos aprender com Maria que na hora da adoração  temos que nos desprender de tudo. José e Maria foram ao templo para ofertar e adorar e enquanto Maria adorava Jesus sumiu por três dias. Maria era uma boa mãe, afirmou o pastor, senão não teria sido escolhida por Deus, mas enquanto adorava se desprendeu de seu filho. Deus está procurando verdadeiros adoradores, que aprendam a se desprender de tudo. Muitas vezes a bênção demora porque não aprendeu ainda a se desprender na hora da adoração, confiando apenas na graça de Deus. Muitas vezes estamos adorando, mas nosso espírito está preso a outras coisas. Deus espera  que O adoremos em espírito e em verdade esquecendo-nos de todas as preocupações.
Maria se desprendeu de tudo. Precisamos aprender a nos manter na presença de Deus. Esse é o segredo para desenvolver a fé que libera alegria. Hoje é dia das mães e estamos nos lembrando de uma mulher favorecida e abençoada com a Graça de Deus por aprendeu a se manter na presença de Deus. Mas mesmo depois de receber a benção ela se manteve na presença de Deus. Há muitas pessoas que quando esperam a benção não saem da igreja, não deixam de pedir e suplicar pela benção, mas depois que recebem não voltam mais. Maria, a mulher escolhida por Deus para ser mãe do Salvador, jamais deixou a presença de Deus, antes e depois da benção ela se manteve na presença de Deus. Chegou um momento na vida daquela mulher que ninguém gosta: o momento da tragédia, da luta. Mas aquela mulher  mesmo na hora da cruz estava firme na presença de Deus. Vendo seu filho sacrificado ela não abandonou a presença de Deus. Depois da Cruz ela se manteve na presença de Deus. A única que conhecia a visitação do Espírito Santo era Maria, por isso, mesmo depois da Cruz ela estava firme na presença de Deus para testemunhar aos que não conheciam o momento da descida do Espírito Santo, no dia de Pentecostes. O pastor citou o exemplo da própria mãe, que se manteve firme na presença de Deus mesmo diante das lutas que vivia em família, com um marido problemático, um filho no tráfico, outro paralítico. Ela não desistiu de esperar e de adorar e hoje pode ver seu filho longe do tráfico, servindo a Deus e teve a alegria de ver seu marido convertido. Ela viveu a verdade que liberou essa alegria em sua vida e na vida de sua família. Com  a admiração de um filho que foi também abençoado pela determinação de uma mãe que não saiu dos pés da Cruz e não desistiu de buscar a presença do Senhor, o pastor agradeceu pela vida de sua mãe e exortou a todas as mães a seguirem também o exemplo da irmã Maria, agraciada por Deus e escolhida para ser a mãe do Salvador e modelo de mãe. 


sábado, 11 de maio de 2013

É tempo de experimentar a fé que libera alegria

Culto de Sábado à noite


O Pr. Jorge Rojas ministrante da noite relembrou a palavra da noite anterior, quando falava sobre a benção que libera alegria e anunciou que daria sequência falando sobre  a fé que libera alegria. 


Muita gente está triste por causa de parentes com depressão, atormentados por forças espirituais, por espíritos perturbadores e  Jesus Nos mostra em Mateus 15: 21-28 uma situação semelhante :

21.  Ora, partindo Jesus dali, retirou-se para as regiões de Tiro e Sidom.
22. E eis que uma mulher cananéia, provinda daquelas cercanias, clamava, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim, que minha filha está horrivelmente endemoninhada.
23.Contudo ele não lhe respondeu palavra. Chegando-se, pois, a ele os seus discípulos, rogavam-lhe, dizendo: Despede-a, porque vem clamando atrás de nós.
 24. Respondeu-lhes ele: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.
 25. Então veio ela e, adorando-o, disse: Senhor, socorre-me.
 26. Ele, porém, respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos.
 27. Ao que ela disse: Sim, Senhor, mas até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos.
 28. Então respondeu Jesus, e disse-lhe: ó mulher, grande é a tua fé! seja-te feito como queres. E desde aquela hora sua filha ficou sã.l
 O pastor lembrou que aquela mulher tinha condições financeiras, tinha como se manter e vivia bem, mas tinha uma filha endemoninhada .
 Essa situação trazia muita tristeza àquela mãe, assim como traz a muitos hoje que vivem situações semelhantes.a.A fé que libera alegria faz com que

as pessoas reconheçam que só na presença de Deus se pode libertar dos problemas. Há pessoas que ficam sentadas esperando a bênção chegar em seu lar, mas fé sem obra é vazia. Aquela mulher foi atrás da bênção. Ela saiu de sua casa e foi atrás de Jesus. Ela não perdeu a oportunidade e foi com fé em busca de Jesus, insistentemente pediu ajuda a Ele. Jesus ignorou a mulher, olhou para ela que fazia tanto barulho, mas não lhe respondeu. O pastor observou que uma pessoa que se sente ignorada fica muito brava, e em geral desiste de procurar ajuda, quando se sente ignorada,  mas aquela mulher não desistiu até que Jesus se incomodou. A mulher ficou excessivamente chata e Jesus afirmou que não a ajudaria, pois não foi enviado para isso. Outra pessoa teria dito: "eu vou embora e não volto mais aqui", mas aquela mulher ficou de joelhos e continuou insistindo. Ela tinha um problema em casa , foi ignorada, mas ajoelhou-se e adorou a Jesus. Ela insistiu em fé e não se abalou, pois essa fé muda as circunstâncias e muda o curso das coisas. Jesus afirmou claramente que não poderia ajudar àquela mulher. Em outras palavras, Ele dizia que não poderia dar a ela a benção completa, pois a bênção completa só pode ser recebida por fé e fé é expressão individual. E aquela mulher, conhecendo a palavra, argumentou com Jesus, reclamando seus direitos. Ela conhecia a lei das migalhas        Que está como mandamento em Levítico 19:9-10 até os estrangeiros têm direito às migalhas. E usando o argumento na palavra, ela convenceu Jesus de que deveria atendê-lá. Precisamos aprender com essa mulher a insistir na fé.  Vejamos onde essa mulher foi buscar seu argumento:
Levítico 19 -  9. Quando fizeres a colheita da tua terra, não segarás totalmente os cantos do teu campo, nem colherás as espigas caídas da tua sega.
 10. Semelhantemente não rabiscarás a tua vinha, nem colherás os bagos caídos da tua vinha; deixá-los-ás para o pobre e para o estrangeiro. Eu sou o senhor vosso Deus.
Aquela mulher reivindicava o seu direito de estrangeira, com fundamento na Lei expressa por Moisés em Levítico 19:9-10.  A mulher cananeia teve fé suficiente para liberar a fé para receber um milagre à distância. A fé que mudou a vida de sua filha. A fé que pode mudar a vida de sua família também, afirmou o pastor, contando o que ocorreu em sua própria família e exortando a Igreja a exercer essa fé para liberar a bênção para as suas vidas, seja ela sentimental, profissional, financeira, acadêmica ou espiritual. A fé que libera alegria começa com o conhecimento da Palavra, pois a fé vem do ouvir a Palavra de Deus. A mulher cananeia exercitou essa fé e recebeu a bênção para sua família. Faça como essa mulher, exortou o pastor conclamando a Igreja a romper em fé.
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domingo, 21 de abril de 2013

É tempo da manifestação da justiça de Deus

Palavra da noite de domingo 21-04-13

É tempo da manifestação da justiça de Deus






O pastor Jorge Rojas, no encerramento desta campanha, fez uma breve retrospectiva das mensagens anteriores, quando exortou a Igreja a proclamar o reconhecimento dos talentos recebidos, lembrando que esses talentos serão melhor empregados quando usados com o instinto natural do qual também fomos dotados por Deus. Quando usamos essa percepção e reconhecemos as evidências do poder de Deus em nossa vida, passamos a desfrutar da maravilhosa luz. O pastor, ao projetar o vídeo da missão que vem desenvolvendo no Haiti, lembrou a Igreja que

esse país está vivendo as consequências de seus líderes terem se entregado à feitiçaria e se esquecido do verdadeiro Deus.

O pastor fundamentou sua palavra demonstrando biblicamente que a obediência a Deus é necessária, mas também é importante insistir com Deus, armando-nos do conhecimento e de estratégias para obter Dele as bênçãos reclamadas. Ele leu com a Igreja o trecho de 2Cor. 10:5, que nos capacita a nos armas dessas estratégias: "derrubando raciocínios e todo baluarte que se ergue contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência a Cristo;". E usou a história de Ana, registrada em 1 Samuel 1:11, para ensinar a Igreja como obter as graças do Senhor: "e fez um voto, dizendo: ó Senhor dos exércitos! se deveras atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas lhe deres um filho varão, ao Senhor o darei por todos os dias da sua vida, e pela sua cabeça não passará navalha."

E como quem sabe e conhece as evidências da soberania do Todo Poderoso e da absoluta vitória de Seu reinado, o pastor convidou a Igreja a participar dos sete anos de festa das bodas do cordeiro, retomando os princípios orientadores para se obter as bênçãos de Deus. E assim, explicou que, quando nos sentimos injustiçados, assim como Ana, clamamos por justiça. O pastor explicou que há vários tipos de justiças. O primeiro tipo de justiça, a justiça ideal, ou perfeita. O segundo tipo de justiça: a justiça dos homens. O terceiro tipo de justiça é aquela praticada pelos missionários e pela Igreja de Cristo: a justiça social. O pastor citou o episódio em que Jesus lembrou que aqueles que praticam a justiça social, aqueles que alimentam os famintos e socorrem os pequeninos entram no estilo de vida de seu senhor. Acolher ao estrangeiro, visitar os doentes, acolher o necessitado é praticar a justiça social. Há um quarto tipo de justiça, a justiça divina, explicou o pastor, citando a história de Ana, que carecia da justiça divina. Precisamos aprender com Ana a buscar essa tão esperada justiça. Ana não ficou em casa lamentando, mas foi à casa de Deus. O pastor lembrou que muitas pessoas quando estão tristes ou com problemas isolam-se em casa. Ana não ficou em casa, quando se sentiu injustiçada, mas foi à casa do Senhor buscar a bênção que já estava preparada para ela. A vitória começa quando acreditamos nela. Foi isso que ocorreu com Gideão, destacou o pastor. Vencemos os problemas pela fé, enfatizou o ministrante, acrescentando que o mundo trabalha para diminuir nossa fé. Ana foi ao templo porque acreditava que ali a justiça de Deus estava esperando por ela. Ela acreditava que deveria entregar no altar do Senhor. Enquanto o problema está em nossas mãos Deus não pode agir, mas, quando entregamos a Ele o problema, esse deixa de ser nosso e passa a ser Daquele que é poderoso para fazer muito mais do que pedimos. A oração de Ana é forte, asseverou o pastor, retomando a história de Gideão, assegurando neste exemplo que a atitude correta libera a benção completa. O pastor lembrou o momento em que Jesus, na cruz, dirigiu-se ao Pai e desabafou: "Deus por que me abandonaste?" Aquele era um momento de intenso sofrimento e Jesus clamou ao Pai. Ana fez isso, dirigindo-se à pessoa certa. A boa notícia, garantiu o pastor, é que hoje também podemos clamar ao Pai e Ele nos ouve. Ana suplicou "olha pra mim!" Ela disse isso com o coração.

O pastor acrescentou que muitos precisam da justiça de Deus, mas deixaram de fazer como Ana, deixaram de ir ao templo, ou passaram a ser crente profissional, sem emoção, mas tão somente formal. O pastor citou o episódio em que o profeta chegou à casa do rei Ezequias e entregou uma palavra anunciando sua morte. O profeta saiu dali e seguiu seu caminho, mas o rei não aceitou aquela sentença e clamou a Deus. E Deus lembrou-se de Ezequias e acrescentou mais quinze anos de vida e de prosperidade àquele homem. Ele não precisou fazer uma grande e repetitiva oração, mas fez uma oração que mexeu com o coração de Deus. Foi assim também com Ana. E Deus a ouviu. Ele não se esquece de nós e nos diz: "Eu sei que você está cansado de tanta luta, de tanta decepção, de tanta batalha, mas não desista!" Deus vai mandar a benção que Ele prometeu. Faça a sua parte, exortou o pastor, continue lutando, Deus não se esqueceu de você. Ele não se esqueceu de Josué, por ele, fez parar o sol. Ele quebra até as leis da natureza, quebra o protocolo, se prometeu, Ele vai cumprir. Deus olhou para Zaqueu, Ele se lembrou de Ezequias, Ele não se esqueceu de Ana. Ela queria um filho, mas Deus lhe deu muitos outros. Assim Ele fará com você, garantiu o pastor, encerrando com o cântico de Ana registrado em 1Samuel 2 -1-10:

1. Então Ana orou, dizendo: O meu coração exulta no Senhor; o meu poder está exaltado no Senhor; a minha boca dilata-se contra os meus inimigos, porquanto me regozijo na tua salvação.

2. Não há santo como o Senhor; não há outro fora de ti; não há rocha como a nosso Deus.

3. Não faleis mais palavras tão altivas, nem saia da vossa boca a arrogância; porque o Senhor é o Deus da sabedoria, e por ele são pesadas as ações.

4. Os arcos dos fortes estão quebrados, e os fracos são cingidos de força.

5. Os que eram fartos se alugam por pão, e deixam de ter fome os que eram famintos; até a estéril teve sete filhos, e a que tinha muitos filhos enfraquece.

6. O Senhor é o que tira a vida e a dá; faz descer ao Seol e faz subir dali.

7. O Senhor empobrece e enriquece; abate e também exalta.

8. Levanta do pó o pobre, do monturo eleva o necessitado, para os fazer sentar entre os príncipes, para os fazer herdar um trono de glória; porque do Senhor são as colunas da terra, sobre elas pôs ele o mundo.

9. Ele guardará os pés dos seus santos, porém os ímpios ficarão mudos nas trevas, porque o homem não prevalecerá pela força.

10. Os que contendem com o Senhor serão quebrantados; desde os céus trovejará contra eles. O Senhor julgará as extremidades da terra; dará força ao seu rei, e exaltará o poder do seu ungido.

Palavra da manhã de domingo de 21-04-13




É tempo de reconhecimento das evidências na vida daquele que já recebeu a luz



O ministrante, Pr. Jorge Rojas, dando continuidade à série de mensagens que vem trazendo á Igreja nesses dias, lembrou que Gideão estava cansado de ver o inimigo roubando o fruto de seu trabalho, assim como ocorre com muitas pessoas hoje. O problema é que Gideão não acreditava que Deus estava com ele, até que ouviu isso do próprio inimigo. Esse sabia que Deus estava com Gideão e apregoava isso. Precisamos saber que Deus está conosco, reiterou o pastor que lembrou a Igreja que o instinto de que somos formados são necessários para que o usemos juntamente com os talentos que nos foram dados. Não podemos ser babás dos talentos de que somos dotados, mas precisamos usá-los com criatividade, conforme o instinto que temos e que nos assegura a possibilidade de sermos criativos a fim de multiplicar esses talentos. Quando Deus permite que tenhamos um problema não é para reclamar dele, mas para nos impulsione a resolvê-lo com criatividade. Deus está com aquele que se move para isso, usando seus talentos sem murmurar ou sem se acomodar. O pastor lembrou o episódio dos dez leprosos que foram curados após irem até Jesus. Dez foram curados, mas apenas um voltou para agradecer. A diferença entre esses nove homens e o que foi grato reside no fato de que os primeiros tão somente foram curados, mas o último foi também salvo. Esse último não somente obedeceu à ordem de procurar Jesus para receber a cura, mas usou o instinto para voltar e agradecer, ainda que ninguém tivesse dito a ele para fazer isso. Essa é a diferença que explica porque muitos são chamados e poucos são os escolhidos. Nem todos usam os talentos atribuídos por Deus. Muitos por medo ou por comodismo escondem os seus talentos. Em 2 Cor. 10:4 vemos que as armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus, para demolição de fortalezas; E sabemos que Deus nos capacita para enfrentar os inimigos, assim como fez a Gideão.



Em Atos 26:19 lemos que Paulo se apresenta diante de um rei sanguinário e diz que seria ele mesmo seu advogado, porque tinha evidências de que Cristo estava com ele, assim como Gideão ao enfrentar com poucos homens seus inimigos que eram muitos. Chega de fazer papel de vitima, porque Deus está contigo, garantiu o pastor. Não importa qual é o desafio a ser enfrentado, comece a semana afirmando a vitória, ensinou o pastor. Não há como não passar pela prova, para sermos aprovado. Em guerra avisada não morre soldado! Paulo dizia de Jesus que morreu crucificado e que o escolheu para falar de seus feitos. Em Atos 26:10, vemos que Paulo tinha sido um assassino de cristãos, mas deixou de persegui-los depois de ouvir, no caminho de Damasco, uma voz que o exortou a se levantar e a mudar o curso de sua vida, abrindo não só os seus olhos, mas os de todos que andavam nas trevas para que se convertessem e recebessem a remissão dos pecados, sendo santificados pela fé. Temos que ser fieis à missão que nos foi conferida, atendendo à visão celestial, assim como Paulo de proclamar o Evangelho. Precisamos ser obedientes à essa missão e não podemos fazer nada escondido, pois Deus nada faz escondido e há de tornar público o que fazemos às ocultas. E para exemplificar isso o pastor contou à Igreja um episódio protagonizado por ele e um macumbeiro que depois de conhecer o poder de Deus, saiu das trevas e conheceu o reino da luz, re conhecendo publicamente que o poder de Deus é maior que o poder das trevas. O pastor contou que ao ser confrontado fisicamente por um macumbeiro, colocou a mão à frente para se defender, mas sem usar a força e neste instante o macumbeiro que era fisicamente bem mais forte que ele recuou caindo ao leve contato de sua mão e manifestando demônios ficou arrastando no chão, enquanto ele permanecia de pé. Diante dessa cena, o pastor afirmou, conhecendo como Paulo quem o deixava de pé, que o Deus dele era maior do que o deus do macumbeiro porque ele estava de pé, enquanto o outro se arrastava. Intrigado com a força invisível que estava nas mãos do pastor, o macumbeiro quis saber o que ele tinha em suas mãos. O pastor se lembrou que suas mãos estavam untadas com óleo consagrado e mostrou ao seu interlocutor o vidrinho de óleo para unção. Percebendo que ali tinha poder, o macumbeiro pediu-lhe um vidro daqueles. De início, o pastor mostrou-se reticente, mas obedecendo à voz de Deus, deu àquele homem dominado pelas forças das trevas um vidro de óleo que foi levado ao terreiro e depositado no altar das imagens de ídolos. Mas o macumbeiro começou a perceber que depois disso nenhuma entidade se manifestou naquele lugar, mas se limitava a se manifestar do lado de fora. Esse macumbeiro ouviu da entidade manifestada que ali não podia entrar por conta do óleo que estava lá dentro e nesse momento, como Paulo, compreendeu de onde vinha a luz, onde estava o poder e assumiu publicamente que não poderia fugir da visão celeste. Daí em diante esse homem deixou de servir as trevas e converteu-se à maravilhosa luz, passando a servir ao único e poderoso Deus. Ele percebeu que seus deuses nada eram, diante Daquele que tudo pode! Ele passou a revelar a luz e a comunicar as evidências!Apagar Responder Responder a todos Encaminhar Mover Spam Ações Próxima Anterior

sábado, 20 de abril de 2013

Palavra do Culto de 20-04-13




É tempo de usar o instinto que libera crescimento e multiplicação





Antes de passar a palavra ao pastor ministrante da noite, a Bispa Waldinéia Marques preparou a Igreja para receber a ministração de poder, afirmando que esse é o tempo de preparo para o que Deus tem reservado para o Seu povo e ninguém poderá dizer que não sabia, enfatizou, conclamando a Igreja a adorar e a abrir o coração para receber e frutificar.

O Pastor Jorge Rojas, em preâmbulo à Palavra que iria entregar dando sequência ao iniciado na noite anterior, agradeceu à Igreja a ajuda humanitária recebida em dezembro e entregue no Haiti, onde tem exercido seu ministério missionário. Depois de apresentar o video com os presentes enviados e de apresentar o relatório com as atividades desenvolvidas naquele de órfãos da guerra, o Pastor Rojas leu com a Igreja 2 Cor. 10:4 e retomou a palavra anterior, quando, fundamentando-se na história de Gideão, afirmou que não existe maldição sem causa. O inimigo roubava o fruto do trabalho do povo, mas Gideão foi levantado dentre o seu povo para libertá-lo da opressão, mesmo que ele só tenha percebido que poderia enfrentar o inimigo depois de ouvir do próprio inimigo quem estava com ele. Qual era o tamanho de seu Deus. Deus esperava que ele quebrasse toda a idolatria. Idolatria traz espírito negativo para dentro de casa . Tudo aquilo que colocamos acima de Deus é idolatria, afirmou o pastor, assegurando que toda idolatria afasta as bênçãos e nesse propósito mostrou à Igreja o que Deus espera de nós, o que nem sempre é o que esperamos. Gideão só venceu porque foi revestido do poder de Deus. Em Mateus 25:14-30 lemos a parábola dos talentos, na qual o ministrante se fundamentou para assegurar que Deus libera talentos, mas cabe ao que recebe usá-lo com criatividade, por meio do instinto que também é dado. O pastor explicou que, ao nascer, recebemos potencialmente vários instintos. Um deles é o instinto de sobrevivência. Todos nós temos esse instinto, assim como temos o instinto reprodutor. Ninguém precisa nos ensinar a reproduzir, nascemos com esse instinto, exemplificou o pastor. Também temos o instinto de mobilidade. Naturalmente já nos seguramos quando sentimos que vamos cair. Além desse, outro instinto do qual fomos dotados, mas que nem todos sabem que têm é o instinto pictórico, próprio daquele que sabe apreciar. Sabemos distingui o belo do feio, sem que tenhamos aprendido isso formalmente. Também temos o instinto natural. É aquele que nos leva a espreguiçar pela manhã, ou a criança a chorar quando tem fome, ninguém disse a ela que precisar chorar para receber alimento, ou que troquem suas fraldas, mas ela chora até ser atendida. Mas há um instinto muito importante, tema da ministração de hoje: o instinto espiritual. Temos desejo de louvar a Deus naturalmente, de buscar algo que não conhecemos, que não vemos por vista humana. Nosso instinto pode fazer com que as pessoas se sintam orgulhosas, mas também há instintos que nos fazem afastar das pessoas, quando não sabemos a hora certa de compartilhar o conhecimento. Quando não sabemos usar o que temos A parábola dos talentos nos ensina isso, afirmou o pastor. Nesta parábola Jesus nos mostra que ser talentoso libera benefícios, e quem não gosta de receber benefícios, ponderou o pastor. Quando queremos um talento, pedimos a Deus. Ele pode liberar talentos e Ele usa a voz do pastor para lembrar que você é talentoso. Mas há uma verdade que não pode ser esquecida : Deus vai entregar os talentos, mas a Igreja precisa saber usar esses talentos . As Cataratas do Iguaçu sempre existiram, até que um dia alguém percebeu a capacidade de produção daquela fonte de energia e ela passou a iluminar vários países. Você também pode iluminar a muitos, assegurou o pastor, afirmando que Deus já liberou os talentos, antes mesmo que tivéssemos nascidos, mas o que vai fazer a diferença é a criatividade de cada um. Gente ciumenta, que inveja os talentos do outros nada fazem com os seus cinco talentos. Gente ciumenta não é criativa. Mas precisamos ser responsáveis por aquilo que Deus nos deu e não por aquilo que Deus deu aos outros. Todos nós nos apresentaremos diante de Dele a quem daremos conta. Em que coisas devemos pensar, perguntou o pastor. Primeiro, devemos parar de nos preocupar com o talento dos outros e nos focar no nosso talento. A palavra de Deus escrita no livro não quer dizer nada se estiver apenas no livro e fora de nós. A mensagem de Deus para hoje é que aquele que compreende a palavra entregue prosperará. A segunda tarefa é deixar de dizer: "eu não quero problemas". Sem problemas e sem desafios não há multiplicação. Os problemas impulsionam a criatividade e fazem uma pessoa melhor. Terceiro: Precisamos aprender a controlar o medo. Em cada desafio vamos sentir medo, mas esse medo não vai nos controlar. Esse foi o grande problema deJó. Se formos dominados pelo medo, não podemos crescer. Aprenda a entrar no estilo de vida do Senhor, exortou o pastor! Aprenda a entrar na alegria do Senhor, enfatizou. As pessoas da parábola eram escravas, mas ao receberem os talentos aprenderam a entrar no estilo de vida do Senhor. O pastor lembrou à Igreja que um dia todos teremos que nos apresentar diante de Deus. Ele nos deu talentos e deixou que o administrássemos. Precisamos usá-lo bem, senão Ele nos tira. Mas Deus não vai exigir de ninguém o talento que não entregou. Deus só vai cobrar aquilo que Deus. Um intercessor será cobrado por isso, não pelo talento do levita. Aquele que tinha apenas um talento foi dominado pelo medo que dominou sua capacidade de produzir. Ele não gastou, mas simplesmente não queria problemas e preferiu se omitir. Por isso foi chamado de medíocre de incompetente. Deus vai perguntar àquele que escondeu seu talento por que não o empregou como deveria. Deus não nos deu talento para ser ninado ou cuidado como faz a babá com a criança. Crente não cuida de talento, mas multiplica-o, asseverou o pastor. Aquele que recebeu um talento poderia ter encarado o Senhor e dito: "por que o Senhor está bravo comigo. O Senhor não me deu nenhuma instrução, não me disse o que fazer com o talento. Foi embora sem me dizer o que fazer". Mas vamos observar que também o Senhor nada disse aos que deu mais talentos. A diferença está no instinto. Isso quer dizer que a obediência sem instinto é capenga. Deus espera de nós além da obediência, o instinto que multiplica talentos. Lucas 17:18 mostra que dez homens tinham o mesmo problema e em obediência foram até Jesus para receber a cura, depois disso foram embora, mas um voltou para agradecer. Quando Jesus perguntou: "não foram dez os limpos? Os nove poderiam responder "mas o Senhor não me deu nenhuma instrução!" A diferença é que um apenas usou o instinto além da obediência e por isso não foi apenas curado, mas também foi salvo. Essa é a diferença de quem usa o instinto que libera crescimento e multiplicação. Quando recebemos uma bênção, um favor de Deus e testemunhamos Deus libera a próxima bênção. O pastor encerrou a palavra da noite garantindo à Igreja que a benção já foi liberada, mas cabe a cada um descobrir o dom, o talento do qual é mordomo e do qual deve prestar conta ao seu Senhor!





A grande batalha de Deus com Gideão foi a que ele acreditasse que Deus estava com ele.