Localização da ICMV

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domingo, 4 de setembro de 2011

Culto de Júbilo da manhã de Domingo de -04-09-11




É Tempo de Santificação para contemplarmos a Glória de Deus

O Bispo Roberto Marques, ministrante da manhã, conclamou a Igreja a viver em santidade e reiterando a palavra ministrada pelo Reverendo Eugene Seibert, na noite de sábado, reafirmou que nossa vocação é a santidade. Fomos chamados para sermos santos e o pecado em nossa vida não pode ser regra, mas algo fortuito. Não somos pecadores, somos santos que podem eventualmente cometer pecados. Contudo, o pecado não é a nossa condição. Na carne estamos sujeitos à tentação do pecado, mas na força de Deus somos impelidos a vencer o pecado. Precisamos romper o dia sem pecado, chegar ao final da noite e agradecer a Deus por mais um dia sem pecado, como fazem os Alcoólicos Anônimos em sua oração diária. Essa busca de fugir do pecado deve ser diária, afirmou o bispo, lendo com a Igreja Josué 3:5 “Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o SENHOR maravilhas no meio de vós. ”
Este chamado de Josué tem dois momentos, o primeiro refere-se à preparação para tomar posse da promessa, o corte na carne, o quebrantamento. O segundo diz respeito à entrada na Terra Promessa, a posse da promessa. Josué estava assumindo a liderança do povo de Israel que estava vindo de uma trajetória de quarenta anos de travessia no deserto, depois de ter sido liberto da escravidão, no Egito. Mas era um povo que continava de coração duro. Ainda hoje, quem tem o coração duro atravessa o deserto, asseverou o bispo. Esse povo tinha uma promessa de Deus, assim como muitos de nós. Temos promessas individuais e coletivas. Esse povo saiu do Egito, não por forças humanas, nem por braços fortes, mas pela graça. Entretanto. o povo sai do Egito, mas permanece no deserto. Quantas vezes deixamos de entrar na promessa, porque temos nosso coração endurecido. Santidade pressupõe quebrantamento, ensinou o ministrante. O povo contempla o poder de Deus mas não ouve a Sua voz, porque tem pecado. Quantos têm contemplado a Glória de Deus, mas essa Glória não tem chegado em suas vidas? O diabo tem infiltrado a ideia de que somos pecadores, por isso vivemos em pecado. A verdade é que somos chamados à santidade. Moisés levou o povo do Egito, mas o coração endurecido impediu o povo de entrar na promessa. Não podemos abrir mão de nenhuma promessa. O povo andou no deserto por quarenta anos e Moisés que guiava esse povo morreu. E quando há uma morte, acontece uma quebra de ciclo e o início de outro, ensinou o bispo. É isso que acontece aqui também. O povo das promessas entrará nelas. Josué vislumbrou as maravilhas para seu povo. Josué se preparava porque já sabia das dificuldades. A terra continuava com grandes cidades fortificadas. As dificuldades até aumentaram, mas o que mudou foi o coração desse povo. O seu coração estava quebrantado. O deserto é período para quebrantamento, ensinou o bispo, afirmando que o nosso deserto dura até o nosso quebrantamento. A dureza de nosso coração muitas vezes nos impede de fazer a primeira entrada, assim como foi com o povo guiado por Moisés. Fazemos a entrada, mas não tomamos posse. Às vezes precisamos entrar novamente. Chegou o momento prometido ao povo de Israel e Deus deu essa palavra a Josué, a quem é incumbido de espiar Jericó. O povo agora estava disposto a obedecer. O que antes não fazia. Santidade pressupõe obediência. Mesmo que não saibamos porque, devemos obedecer. Muitos têm entrado no deserto e agora precisam sair para entrar na terra que Ele prometeu, asseverou o bispo. Da mesma forma que Deus falou com Moisés, falou com Josué: Então disse o príncipe do exército do SENHOR a Josué: Descalça os sapatos de teus pés, porque o lugar em que estás é santo. E fez Josué assim. Josué 5:15 ".Tirar as sandálias significa despir-se dos direitos, ensinou o ministrante. Josué instou o povo a se preparar. É preciso fazer algo para tomar posse da promessa. Em quarenta anos o povo se esqueceu das alianças. A primeira coisa que Josué fez, depois de atender o chamado de Deus foi circuncidar todos os incircuncisos. Josué 5:2-3 “Naquele tempo disse o SENHOR a Josué: Faze facas de pedra, e torna a circuncidar segunda vez aos filhos de Israel. Naquele tempo disse o SENHOR a Josué: Faze facas de pedra, e torna a circuncidar segunda vez aos filhos de Israel.” Deus quer que renovemos as alianças e isso significa abrir de coisas. É preciso cortar na carne. É tirar o mundo de nós. É isso dói. É o mesmo que ser cortado com a faca. Jesus disse em João 15: 1-2 “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto.”
Quem está ligado e não der fruto vai ser cortado, mas também quem dá frutos será cortado para que frutifique mais. Deus está nos dando um tempo para frutificarmos, mas Ele não manterá ramos infrutíferos. Quem não está ligado a Jesus Cristo será cortado. Quem não estiver conectado será desligado, afirmou o ministrante, empregando um termo atual. Para que haja transformação é necessário renovar as alianças com Deus e para isso é imprescindível a santificação. Deus não quer 99%. Ele nos quer integralmente puros. Deus tem alergia a santo misto. Ele nos quer quente, pois morno ele dispensa. Ou é tudo, ou nada, para Deus. Josué sabia disso, por isso ensinou o povo a se santificar e a não cair no mesmo erro dos pais. Não foi algo simples. Primeiro teve que passar pela faca de pederneira.
O bispo lembrou a passagem da figueira infrutífera, amaldiçoada por Jesus que não encontrou frutos naquela planta que tinha aparência de frutos, mas não os apresentava, explicando que Jesus não amaldiçoou a figueira pela falta de frutos, porque não era tempo de frutos, mas porque ela apresentava uma aparência que do que não tinha. Isso serve para muitos que demonstram o que não são. Deus não quer aparência. Ele quer obediência garantiu o bispo.
O povo de Israel deixou de celebrar a libertação e isso muitos de nós temos feito. Deixamos de lembrar e de celebrar o melhor de Deus em nossas vidas. O melhor de Deus já veio: foi a nossa salvação. A única coisa que levaremos para a eternidade é a nossa salvação em Cristo Jesus. Tudo mais que Deus acrescentar em nossas vidas, ficará aqui, bens, prosperidade, saúde... É certo que teremos coisas melhores quando confiamos em Deus, mas nada pode ser comparado ao que Deus já nos deu. Tomamos conhecimento pelas estatísticas de o número de evangélicos tem crescido. Mas atrás disso ficamos estarrecidos em saber que muitos têm se convertido em evangélicos nominais. Ou seja se auto denominam evangélicos mas não praticam o evangélico, não congregam, não vivem a palavra, são apenas número nas estatísticas. E não é isso que Deus espera. Ele quer um povo santo e separado. Josué enfrentou os mesmos problemas que Moisés, os gigantes continuavam lá, mas a diferença é que o povo estava com o coração diferente. E consciente de que Deus estava à frente para mostrar o caminho. Deus faz maravilhas quando estamos em santidade. Depois de passar pela faca de pederneira é tempo das conquistas. O Senhor restitui o tempo perdido, mas para isso tem de haver santidade. Não adianta continuar na mesmice. A aparência não salva. Se somos filhos de Deus, devemos apresentar o seu DNA e esse DNA é santo. Se fizer em nós o exame de DNA, há que ser encontrado os aspectos da santidade. Certamente só entrará na presença de Deus aqueles que são iguais a Ele, por isso Deus nos exorta à santificação, pois sem ela não veremos a Deus. João diz em sua carta que naquele dia seremos como Ele é. Está chegando esse dia. Ele está mais perto do que pensamos. Os santos serão arrebatados quando soar a trombeta. Seremos atraídos pela santidade de Deus. Só santo será atraído. Quando a Igreja for arrebatada o período da graça será findo, assegurou o ministrante. A volta de Jesus está por poucos dias, e devemos nos santificar para esperar por ela, reafirmou o bispo conclamando a Igreja a rever as áreas da sua vida que precisam ser restauradas para chegar à santificação.


O bispo anunciou o tema do Júbilo 2011, marcado para o período de 06 a 08 de setembro: "Por amor a Deus". Por amor vamos continuar nos santificando, exortou o bispo, ao encerrar o Júbilo 2011.

sábado, 3 de setembro de 2011

Culto de Júbilo da noite de Sábado-03-09-11




É Tempo de Conhecermos a Verdadeira Graça de Deus

O ministrante da noite, o Reverendo Eugene Seibert-(USA), depois de louvor intenso ministrado pelo músico missionário Luiz Cláudio, e da oração de fogo ministrada pela Pastora Rachel Hall (USA) e pela Bispa Waldinéia Marques, iniciou a palavra da noite, com a tradução do Pastor Luiz Cláudio, afirmando que seu coração está cheio com a presença forte do Senhor. O ministrante exortou a Igreja a não perder o que está aqui, pois a unção funciona em duas vias e isso deve ser captado. Deus não teve nenhuma dúvida em sacrificar Seu filho por nós, por isso devemos louvá-Lo sempre. As crianças não têm medo, lembrou, não podemos ter medo, assim como também não devemos fazer as coisas por Deus. Mas as crianças crescem e pensam que não precisam mais dos pais, assim também fazemos com Deus. Hoje nossa agenda é nos encontrar com Deus, destacou.
Devemos andar sempre em santidade. Se temos um problema de coração, precisamos de uma cirurgia, não precisamos fazer nada a não ser deixar que o cirurgião restaure nosso coração. É isso que precisamos fazer com Deus. Você tem a promessa no Novo Testamento. No livro de Apocaplise existe um tema que nos ensina a ficar livre do pecado. O livro de Hebreus nos fala que Jesus travou uma luta com todas as tentações, mas não pecou. No NT o tema é falado em apenas uma palavra, que aprendeu de forma errada quando criança, contou o ministrante. A palavra “graça”. Graça conforme aprendeu significava misericórdia, isso significa que se continuarmos pecando Ele vai dizer “tudo bem”. A diferença entre o NT e VT é a graça, mas o pecado nunca foi certo e essa compreensão da Graça é uma vergonha para o sacrificio de Jesus. Ele não mandou seu filho para que vivêssemos no pecado. No VT a palavra misericórdia aparece 208 vezes e palavra graça aparece apenas 36 vezes. Jesus veio e trouxe um novo testamento. Ninguém gosta que alguém lhe aponte o erro, ou o dedo da condenação. Isso nos faz sentir derrotado. Você já teve alguém que tinha uma expectativa tão alta e você se sentiu responsável por que decepcionou?
No NT a palavra misericórdia aparece três vezes menos que a palavra graça isso significa que existe três vezes mais graça do que misericórdia no NT. A palavra graça significa a influência Divina em nosso coração e a reflexão é vista em nossa vida. A graça não aparece em nossa vida porque pecamos, ela aparece e não pecamos mais e as pessoas veem essa mudança. Se no passado você era levado à luxuria e não faz mais isso: é a graça de Deus. Se antes você era ambicioso e agora é generoso. É Deus que o libertou, afirmou. O ministrante lembrou vários nomes bíblicos que testemunham a graça em sua vida. Lembrou Pedro que negou a Jesus três vezes, lembrou Tomé que só acreditava vendo, lembrou os discípulos que tiveram medo no barco. A mudança de comportamento desses e de outros tantos é pela graça de Deus, afirmou lembrando a perseguição dos discípulos que não negaram a Cristo, apesar disto, em Atos 4, pode ser vista essa passagem, ensinou o ministrante.
Nós conhecemos Efésios 2:8 e entendemos que só a graça nos salva e que não podemos nada sem a graça de Deus. Mas como as crianças também crescemos e agimos com independência, pensando ficar de pé. É a graça de Deus que mantém de aqueles que caem. É melhor não cair¸afirmou, mas quando caímos temos a graça de Deus, porque existe apenas um que nunca precisou da graça de Deus porque nunca caiu: Jesus Cristo. A graça nos ensina a dizer não para as coisas que não são de Deus. Nunca falamos não na nossa força. O que nos dá resistência é a graça de Deus. Em Romanos 6, o apóstolo afirma que o pecado nunca mais nos dominará, porque não estamos mais sob a lei. Existe uma grande diferença entre a graça e a lei. A lei não briga por nós, ela apenas nos diz que estamos errados. Mas a graça briga por nós, afirmou. Não podemos ser cristãos fora da presença de Deus. Os discípulos não entendiam quando Jesus dizia que não podia fazer nada sem o Pai. É por isso que Ele fazia todas as coisas, porque a força de Deus estava sobre Ele. Você pode não ter forças para sair do pecado, pode não ter resistência, mas em Deus pode todas as coisas. Graça não é misericórdia. O poder de Deus é trabalha na nossa vida e isso pode ser visto pelas pessoas e glorificarão a Deus por isso. Se tentarmos ficar na nossa força caímos, porque somos fracos, mas nessa fraqueza somos fortes, porque Deus nos dá a graça. Deus é a nossa força. E se confiarmos Nele nunca cairemos. Nós lutamos contra a nossa carne. Santificação é o que nos livra das lutas que travamos. Os demônios não são problemas, pois eles já foram esmagados por Jesus. Nosso problema é a nossa carne. Lutamos com o inimigo por conta de nossa carne, mas a misericórdia de Deus nos livra. Lutamos, caímos e contamos com a misericórdia de Deus. Mas a graça de Deus está ali, ela é ilimitada, mas não é automática. Se assim fosse todo cristão viveria em total vitória o tempo todo, porque a graça não pode perder. Mas há uma coisa que precisamos fazer para obter a graça e não a misericórdia: temos que nos humilhar. Deus dá graça aos humildes e abate os orgulhosos. No orgulho pensamos poder combater a nossa carne e ficarmos fortes, mas não é assim. Quando nos humilhamos, Deus nos exalta. Ele nunca despreza um coração humilde e o pecado não terá mais domínio sobre nós por causa da graça.
Hebreus 4: 14- 16





14 Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão.
15 Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.
16 Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.



Porque Jesus já fez esse caminho, a palavra nos fala de forma humilde, para pedirmos com vontade e receberemos misericórdia para que nos ajude que venhamos de forma humilde pedir a Deus o que precisamos e Ele virá ao nosso socorro e nos ajudará no tempo de necessidade. Somos fracos e precisamos reconhecer isso, assim como os discípulos que conheceram a graça de Deus depois de se humilharem, concluiu o pastor, ministrando a graça e Deus sobre a Igreja.

domingo, 31 de julho de 2011

Culto da Manhã de Domingo de 31-07-11




É tempo de guardar a palavra

O ministrante da manhã, Pastor Ricardo Hermes, antes de ler o Salmo 119: 1-16 perguntou à Igreja: Sabendo que Jesus morreu por nossos pecados, e se pudéssemos o que faríamos para retribuí-Lo por esse sacrifício?
1 Bem-aventurados os retos em seus caminhos, que andam na lei do SENHOR.
2 Bem-aventurados os que guardam os seus testemunhos, e que o buscam com todo o coração.
3 E não praticam iniqüidade, mas andam nos seus caminhos.
4 Tu ordenaste os teus mandamentos, para que diligentemente os observássemos.
5 Quem dera que os meus caminhos fossem dirigidos a observar os teus mandamentos.
6 Então não ficaria confundido, atentando eu para todos os teus mandamentos.
7 Louvar-te-ei com retidão de coração quando tiver aprendido os teus justos juízos.
8 Observarei os teus estatutos; não me desampares totalmente.
9 Com que purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra.
10 Com todo o meu coração te busquei; não me deixes desviar dos teus mandamentos.
11 Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.
12 Bendito és tu, ó SENHOR; ensina-me os teus estatutos.
13 Com os meus lábios declarei todos os juízos da tua boca.
14 Folguei tanto no caminho dos teus testemunhos, como em todas as riquezas.
15 Meditarei nos teus preceitos, e terei respeito aos teus caminhos.
16 Recrear-me-ei nos teus estatutos; não me esquecerei da tua palavra.
O ministrante lembrou que esse Salmo é uma instrução engenhosa e que comunica a ideia de que a palavra de Deus contém tudo o que o ser humano precisa. Todos os outros códigos e ensinamentos podem ser importantes para nossa conduta, mas devem estar de acordo com a palavra. Os primeiros versículo citam os princípios gerais daquilo que Deus faz em nossas vidas. Isso também é um código. Pelos testemunhos vemos os princípios de Deus sendo aplicado em nossas vidas. É como se fossem os códigos de éticas sendo aplicados em nossos relacionamentos. O versículo 7 trata das ordenanças. Temos leis a cumprir e quando não o fazemos há um julgamento. Deus espera que reconheçamos, peçamos perdão e voltemos ao caminho que Ele determinou. Deus não tem prazer em condenar ninguém. Ele nos permite e nos as condições ideais para que andemos na justiça, mas Ele sendo justo, reto e íntegro conhece nossas limitações. O versículo 9 mostra a vontade declarada de Deus acerca de suas promessas. O ministrante chamou a atenção para o versículo 11 que expressa um discurso de Deus acerca do que espera de nós. Para que o jovem guarde os caminhos de Deus é necessário que preste atenção ao que a palavra comunica. Todos nós, independente de nosso histórico familiar, raça, formação precisamos ficar atentos à palavra de Deus. Seja ela em forma de profecia, ou em pela própria mensagem bíblica que comunica a nós a vontade de Deus pra nossas vidas. Jesus morreu pelos nossos pecados, mas por que ainda hoje não conseguimos levar uma vida reta, perguntou o pastor, explicando que isso se dá porque não guardamos a palavra que nos é comunicada sob várias formas.
Os versículos de 7 a 9 dos Salmos 19 expressam a importância da palavra de Deus:
7 A lei do SENHOR é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do SENHOR é fiel, e dá sabedoria aos símplices.
8 Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro, e ilumina os olhos.
9 O temor do SENHOR é limpo, e permanece eternamente; os juízos do SENHOR são verdadeiros e justos juntamente.
O dia em que você tiver com muita sede da palavra de Deus, mesmo que tenha a Bíblia física lembre-se de que isso não nos tira da responsabilidade de seguirmos os preceitos de Deus. Mas a única forma de guardamos a palavra de Deus é lendo e conhecendo essa palavra, afirmou o pastor. Essa forma apaixonada em que o salmista comunica essa impressão sobre a palavra de Deus nos mostra que ela é uma conseqüência de uma rica experiência pessoal com Deus. Experiências pessoais quando Deus fala diretamente com aqueles que se deixam entrar nesta intimidade. Essa experiência nos mostra o quanto Deus pode se comunicar conosco naturalmente. Deus não espera orações rebuscadas, palavras difíceis, frases complexas, Ele quer a nossa espontaneidade, garantiu o ministrante.
Quando temos essa intima experiência com o Senhor nossa vida fica entrelaçada com o Senhor ao ponto de as pessoas que nem sequer nos conhecem percebam isso em nós.
Filpenses 3: 7-8
7 Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo.
8 E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo,
Sabemos que por um principio de economia nunca temos recursos suficientes para termos tudo, mesmo sendo milionários. Para termos alguma coisa temos que abrir mão de outra. Se queremos uma casa própria, temos que abrir mão de festas, se queremos um carro novo temos que abrir mão de uma viagem, se queremos estar na igreja, temos que abrir mão de estar lá fora, exemplificou o pastor, explicando que Paulo clareia esse princípio afirmando o quanto percebeu que foi abrir mão do que parecia ser ganho. Paulo percebeu a importância de entender a palavra de Deus e vivê-la perfeitamente. Isso pode ser visto em Romanos 7: 5-11
5 Porque, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, que são pela lei, operavam em nossos membros para darem fruto para a morte.
6 Mas agora temos sido libertados da lei, tendo morrido para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra.
7 Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás.
8 Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, operou em mim toda a concupiscência; porquanto sem a lei estava morto o pecado.
9 E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri.
10 E o mandamento que era para vida, achei eu que me era para morte.
11 Porque o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, me enganou, e por ele me matou.

Paulo quer dizer que enquanto não conhecia a palavra vivia na escuridão, mas pensou que ao conhecer a palavra de Deus as coisas iriam ficar bem e não foi assim. Ao conhecer a palavra de Deus veio a tristeza sobre a sua vida porque percebeu a lama em que estava. A revelação da palavra nem sempre nos traz paz, porque ela mexe profundamente conosco. É a isso que se refere Paulo. Talvez você, assim como Paulo, esteja percebendo isso em sua vida. Muitos pensam que entregar a vida a Jesus basta para nos trazer tranqüilidade, mas mexe com o que era pecado muitas vezes dói, explicou o mistrante citando Hebreus 12: 3-
3 Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos.
4 Ainda não resististes até ao sangue, combatendo contra o pecado.
5 E já vos esquecestes da exortação que argumenta convosco como filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor, E não desmaies quando por ele fores repreendido;
6 Porque o Senhor corrige o que ama, E açoita a qualquer que recebe por filho.
Quando escondemos a palavra em nosso coração é para que não seja roubada. Muitas vezes o que diabo nos sugere tem muito mais lógica do que a palavra de Deus. Muitas vezes não é pela lógica, mas pela fé que cremos naquilo que ela diz, afirmou o pastor exemplificando com as passagens da abertura do Mar Vermelho, a ressurreição de Lázaro dentre outras narrativas que nos pareceriam sem lógica, não fosse a fé.
A parábola do semeador é bastante eficiente para nos explicar isso, asseverou o ministrante, lendo-a com a Igreja para que tenhamos consciência acerca desta palavra. Quantas vezes a palavra nos vem e é roubada. Roubada pelo medo, pela insegurança, pelo receio de que os outros não entendam.
Mateus 13: 18-23
18 Escutai vós, pois, a parábola do semeador.
19 Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a entendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho.
20 O que foi semeado em pedregais é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria;
21 Mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e, chegada a angústia e a perseguição, por causa da palavra, logo se ofende;
22 E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera;
23 Mas, o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta.

O conhecimento da palavra nos mostra o nosso pecado e nos abre a consciência para que possamos, depois de reconhecer, arrependermos. Se confessar os nossos pecados Ele é fiel e justo para nos perdoas. Nesta manhã, exortou o pastor, precisamos fazer como Paulo. Precisamos estar inteiramente na presença de Deus, sabendo que muitas vezes o racional somente não funciona. Se você está carregando algum peso e precisando se livrar dele, o Senhor nesta manhã está lhe dizendo que no inicio a palavra pode lhe trazer dor, como um remédio amargo. Nem sempre o remédio é bom, mas cura. Talvez o seu choro dure uma noite, a dor prevaleça por algum tempo, mas o sol brilha pela manhã e o remédio amargo cura a sua dor. O Senhor de nós o que fez o salmista: esconda a palavra para que ela não seja roubada, como na parábola do semeador. Se a palavra cair em pouca terra ela nascerá rápido, mas sem raízes secará breve. Se cair entre os espinhos será sufocada. Por isso deixe que a palavra encontre boa terra e dê fruto, exortou o pastor encerrando a ministração orando com a Igreja para que tenha forças para buscar essa intimidade com Deus, retendo a palavra e deixando-s crescer com raízes profundas.

domingo, 24 de julho de 2011

Culto de Santa Ceia da noite de 24-05-11




É tempo de ser luz do mundo

O ministrante da noite, o Bispo Roberto Marques, antes de dar continuidade à série de preleções baseadas no Sermão do Monte, lembrou a todos que o princípio da prosperidade é dar a Cesar o que é de César e a Deus o que é de Deus, exemplificando com a determinação de se manter íntegro e correto diante das leis dos homens na compra das cadeiras da igreja. Imposto é imposto e deve ser pago, assegurou.
E orando a Deus em agradecimento leu com a Igreja Mateus 5: 13 a
13 Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.
14 Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;
15 Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa.
16 Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.
O bispo afirmou que é sobre o propósito de se manter íntegro que esse texto fala. É interessante observar que quando falamos em acender a luz a primeira coisa que nos vêm à mente é iluminar, embora hoje a luz seja original: evitar que os alimentos se degenerem. Jesus disse “Eu sou a luz do mundo” e quando nos salvou Ele teve um propósito: que ficássemos visíveis porque ninguém acende uma lâmpada para colocá-la debaixo do armário. Ela é acesa para iluminar a todos, para ser referência a todos. Nós fomos acesos para iluminarmos, fomos feitos sal com a função de evitar a degeneração da raça humana. Fomos feitos luz para tirar a humanidade das trevas. Fomos chamados para a posição de evidência, não para estarmos disfarçados. Jesus deixa isso claro nesta passagem, assegurou o ministrante. Jesus tem um propósito de ter nos tocado, regenerado e salvos. Ele nos deu a função de sermos sal e luz, para iluminarmos ao nosso redor. Fomos colocados para ser sal do mundo, evitando a sua putrefação. Se não estamos exercendo essa função, há algo errado. Jesus falava bem claro: assim brilhe a nossa luz diante dos homens. Precisamos ser referencial para o mundo. Paulo nos ensina a ser imitadores de Cristo. Nós precisamos estar no velador. Hoje estamos na era tecnológica e muitos podem ter como referência a lâmpada elétrica. Mas no tempo de Jesus para se produzir luz era necessário o azeite na candeia que era colocada no velador, explicou o bispo. Onde está a sua luz, perguntou à Igreja. O azeite na palavra de Deus simboliza o Espírito Santo. Se não tivermos o Espírito Santo não podemos iluminar. Jesus nos lembra disso na parábola das 10 virgens. Não eram cinco virgens e cinco prostitutas ou adúlteras. Todas eram virgens, mas cinco não eram prudentes. Elas não cuidaram do azeite e na chegada do noivo foram surpreendidas sem luz. Como você está, perguntou o ministrante. Você tem orado, buscado, lido a Bíblia diariamente? O sal sem sabor é inútil, a lâmpada acesa debaixo da cama é inútil, afirmou perguntando: você tem sido útil ou inútil para Deus? Jesus deixa claro que lhe acendeu, asseverou o bispo e Ele o colocou em destaque. Deus não quer nenhum agente secreto. Ele quer que você assuma a sua posição de cristão, não aceitando as propostas do mundo. Se voltarmos à analogia da lâmpada, vamos observar que para ser acesa ela precisa de um pavio. Quando esse pavio vai fixando sujo é necessário que seja cortado para que a luz volte a brilhar em sua força total. Muitas vezes precisamos aparar nosso pavio. Acertar o passo, fazer a devida limpeza para que a nossa luz brilhe intensamente a ponto de ser vista pelos homens. Não precisamos ser vistos para sermos glorificados, mas para que os outros vejam Cristo através de nós. Não podemos ser cristãos apenas nos discursos, mas nas nossas atitudes. Glória significa brilho. E a glória a ser vista deve ser a de Deus. Ele deve ser glorificado nas nossas atitudes. Uma lâmpada precisa de ter pavio, azeite e ser acesa sobre o velador, para que seja vista pelos homens e Deus seja glorificado, reiterou o bispo, orando pela Santa Ceia que foi servida a todos os presentes.

domingo, 3 de julho de 2011

Culto da Noite de Domingo de 03-07-11




É Tempo de Acreditar nos Sonhos





O ministrante da noite, o Pastor Luiz Cláudio iniciou a palavra exortando a Igreja a não abandonar os seus sonhos. Se temos uma palavra de Deus, devemos esperar pela sua concretização, afirmou citando a história de Abraão e lembrando a história da ICMV, quando o bispo recebeu a palavra de que deveria se transferir da Asa Norte para o Lago Norte. Ele se reportou aos que estavam nessa época e lembrou que era um lugar ermo, onde só havia terreno e animais pastando. Muitos não acreditaram na promessa, ninguém a não ser pela fé poderia enxergar que em pouco tempo o local seria urbanizado e uma grande avenida abriria espaço para que pudéssemos estar aqui hoje cultuando a Deus em um lugar abençoado e confortável. A palavra de hoje é sobre a importância de esperar em Deus, ainda que as circunstancias sejam contrárias. Muitas vezes pedimos a Deus, que libera a bênção ao setor de bênçãos, mas não estamos no lugar para receber, afirmou o ministrante usando a analogia dos serviços dos Correios que leva uma encomenda à casa do destinatário e não encontrando ninguém para receber leva o pacote de volta, deixando um aviso. A agência faz algumas tentativas, mas há um limite. Não encontrando quem receba na posição de receber, acaba devolvendo ao remetente. Essa é a diferença entre os Correios e o setor de bênçãos de Deus, ilustrou. Deus é tão misericordioso que não revoga as bênçãos. Ele insiste em entregar. El faz tantas tentativas quantas forem necessárias, mas você precisa estar no lugar de bênçãos.
O pastor lembrou que a desobediência é um fator muito sério que atrasa a entrega das bênçãos de Deus, afirmou o pastor lembrando a história de uma moça que não aceitou a palavra de que não deveria se unir a um rapaz. Ele insistiu mesmo sem o aval do líder, com o tempo passou a ter problemas. Deus foi misericordioso e a livrou da situação em que se encontrava, mas ela teve que pagar as conseqüências da desobediência, disse o pastor.
E abrindo com a Igreja a Bíblia em Tiago 1: 19-27
19 Portanto, meus amados irmãos, todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar.
20 Porque a ira do homem não opera a justiça de Deus.
21 Por isso, rejeitando toda a imundícia e superfluidade de malícia, recebei com mansidão a palavra em vós enxertada, a qual pode salvar as vossas almas.
22 E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.
23 Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural;
24 Porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era.
25 Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito.
26 Se alguém entre vós cuida ser religioso, e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã.
27 A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo.





O pastor relembra à Igreja da necessidade de obedecer e de dar testemunho do Evangelho, saindo do lugar de comodismo e indo em busca das almas que estão se perdendo lá fora. Muitos se perdem, até mesmo dentro das igrejas porque desobedecem, por não esperam pelas bênçãos, porque não dão importância aos sonhos e visões que vêm de Deus.

Em Provérbios 4: 1-10 Salomão dá esse conselho ao filho e esse conselho serve a todos nós:
1 Ouvi, filhos, a instrução do pai, e estai atentos para conhecerdes a prudência.
2 Pois dou-vos boa doutrina; não deixeis a minha lei.
3 Porque eu era filho tenro na companhia de meu pai, e único diante de minha mãe.
4 E ele me ensinava e me dizia: Retenha o teu coração as minhas palavras; guarda os meus mandamentos, e vive.
5 Adquire sabedoria, adquire inteligência, e não te esqueças nem te apartes das palavras da minha boca.
6 Não a abandones e ela te guardará; ama-a, e ela te protegerá.
7 A sabedoria é a coisa principal; adquire pois a sabedoria, emprega tudo o que possuis na aquisição de entendimento.
8 Exalta-a, e ela te exaltará; e, abraçando-a tu, ela te honrará.
9 Dará à tua cabeça um diadema de graça e uma coroa de glória te entregará.
10 Ouve, filho meu, e aceita as minhas palavras, e se multiplicarão os anos da tua vida.
Deus lhe colocará em forma e lhe preparará para a Sua obra. Deus tem pressa em atingir mais vidas com Seu amor e por isso chamou a cada um para anunciar o Evangelho. E para isso não precisa decorar versículo. Basta viver a palavra, as pessoas verão os seus testemunhos e você fará a diferença, assegurou o pastor. se você vive a palavra , como ensina Tiago e não apenas a lê, você será percebido pelo Evangelho vivo, coerente e estará pregando a palavra. Não abra mão das promessas de Deus em sua vida. Não importa qual seja a promessa de Deus em sua vida, Ele cumprirá, creia, garantiu o pastor, comentando a sua própria experiência.
Não queira fazer a parte de Deus, ensinou, basta crer e esperar que a palavra se cumprirá no tempo de Deus. Deus tem prazer em cumprir as Suas promessas. Deus não mudou e nem revoga Sua palavra, nós é que mudamos, ou saímos do lugar da bênção. Precisamos viver um novo tempo, nós fazemos parte da promessa de Deus de que esta casa seria abençoada e todos que aqui estiverem também. Muitas vezes colocamos os nossos problemas como uma barreira entre nós e Deus. Pensamos primeiro nos problemas, para depois buscar a Deus, quando devemos primeiro buscar a Deus e deixar que Ele aja.
Tiago nos ensina a nos guardar do mundo a não nos deixarmos contaminar por ele, antes devemos ser a diferença no mundo. O que você tem feito? A prática da palavra de Deus deve ser contínua. Quando a sua vida é transformada, ela transforma a vida de quem está por perto, afirmou o ministrante orando para que a Igreja receba os sonhos e deixa que eles aconteçam de forma a mostrar ao mundo que Deus é com aqueles que se aproximam Dele. Deus quer transformar a vida de quem O busca.

sábado, 2 de julho de 2011

Jantar dos Casais em 02-07-11



É Tempo de Amar na Perspectiva de Deus



Na noite de 02-07, sob a direção do casal de pastores líderes do Ministério de Casais, Pastores Andrea e Ricardo Hermes, aconteceu o romântico e abençoado Jantar dos Casais da ICMV, com direito a brincadeiras inspiradas nas palavras bíblicas, declarações de amor espontâneas e induzidas, sorteio de prêmios e momentos românticos de dançar coladinho à meia-luz, ao som de música inspirada pelo Espírito Santo para abençoar aqueles que fizeram ou estão prestes a fazer votos de viverem o compromisso de uma vida a dois, além da palavra do bispo que falou como líder da Igreja e como cabeça de um casal que vive a experiência de um relacionamento baseado na palavra de Deus há 24 anos. Depois, à luz de velas e num clima de comunhão entre casais que se dispuseram a viver em Jesus o amor ágape, ao tempo de vivenciar também as demais formas de amor baseadas na Palavra de Deus, foi servido um delicioso jantar.
Na palavra da noite, o ministrante Bispo Roberto falou de sua experiência conjugal, lembrando aos presentes que um relacionamento cristão não pode começar como acontece com muitos casais no mundo. Não pode ser iniciado de forma precipitada, nem baseado no amor romântico e na carência ou emoção da ocasião. Mas deve ser um compromisso racional, em que se espera um companheiro real, não um companheiro ideal, porque o ideal não tem defeitos, ao passo que o real é a condição de todo ser humano e é mostrado na convivência. Quando dois seres decidem se juntar para viver a vida a dois, devem saber que a paixão é cíclica e deve ser construída, por isso, quando se toma a decisão de um casamento, há que decidir também fazer isso apaixonadamente. O bispo ensinou que não há futuro nas relações nas quais se entram esperando ser feliz. O sucesso, ao contrário, está em esperar fazer o outro feliz. Quando se busca o ideal no companheiro, ou que ele seja o responsável pela felicidade do outro a tendência é a frustração e, assim como tem funcionado no mundo, se a expectativa não é suprida, o resultado é o fim da relação que já inicia com prazo definido para acabar. O bispo contou aos presentes que pode contabilizar mais experiências de sucessos entre os casais que aconselhou e também entre os que realizou o casamento, lembrando que o casal líder do Ministério de Casais da ICMV, Ricardo e Andrea, completam 15 anos de casamento abençoado por Deus sob a sua ministração. Mas também lembrou que os casais que lhe procuraram e não receberam os seus conselhos, que preferiram insistir em pactuar um casamento que, segundo a orientação de Deus não teria futuro, em pouco tempo tiveram suas relações desfeitas e antes disso viveram momentos complicados. O bispo lembrou que não é o amor que sustenta uma relação nas horas difíceis, pois nesses momentos o amor se esfria. O que sustenta uma relação e a mantém são as alianças, o pato, o compromisso, assegurou o bispo, afirmando que se as pessoas soubessem como Deus abomina aqueles que não honram as alianças, pensariam muito antes de fazer desse símbolo apenas uma peça ornamental. O bispo reiterou que aliança é a palavra empenhada e não deve ser usada precipitadamente, de qualquer forma, sem ser ponderada, por isso, assim como fez com os pretendentes a genro, ele sempre aconselha aos que lhe procuram, durante o namoro, que também deve ser entendido como um compromisso, não como uma curtição de momento como tem sido praticado no mundo, que é preciso abrir bem os olhos, porque depois do casamento vai ser preciso, muitas vezes, fechar os olhos. Para viver bem uma relação conjugal, não se pode pensar numa relação pronta, ela deve ser construída no dia-a-dia, com dedicação, renúncia e, sobretudo, alicerçada no pacto feito que deve ser lembrado a cada instante, principalmente nas horas de crise. Por isso, esse pacto não pode ser fruto de uma precipitação, ou de uma emoção do momento, porque ele trará conseqüências e a forma como é tratado determinará o resultado da vida a dois e da família construída a partir dessa decisão.

domingo, 26 de junho de 2011

Culto de Santa Ceia da 26-06-11



É tempo de sermos sal da terra




O ministrante da noite, o Bispo Roberto Marques, dando continuidade à serie de ministrações sobre o Sermão do Monte, leu com a Igreja Mateus 5 e depois de orar com Igreja afirmou que o ensinamento de Jesus é para os Seus discípulos. Se somos discípulos de Jesus, esse ensinamento é para nós, reiterou. O discípulo de Jesus é manso, humilde de espírito, chora pela humanidade, é pacificador, tem fome e sede da justiça de Deus e tem um perfil que é delineado do versículo três aos versículo doze. A partir daí ele mostra como é aquele que é filho de Deus. Todas as pessoas são criaturas, mas filhos são os que reconhecem o Seu senhorio. Jesus fala que a nossa função é ser sal da terra. Jesus está falando da humanidade que foi atingida pelo pecado e pela miséria. Ele fala de uma humanidade que está se deteriorando desde Adão. Deus destrói essa humanidade que estava se deteriorando e deixa apenas a família de Noé. Mas nela também estava a semente do pecado e Deus decidiu destruiu duas cidades que se contaminou com o pecado. E para interromper esse ciclo de destruição pós deterioração, Deus decidiu enviar Seu Filho e com Ele o Seu DNA de santidade. Você pode ter sido pecador, mas foi alcançado e transformado pela graça de Deus. Você é santo que resiste ao pecado, afirmou o ministrante, citando
1 João 3:9 “Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus”.
Há uma raça eleita, um povo de propriedade excusiva de Deus é o povo que confessa Jesus como Senhor, assegurou o bispo afirmou ser parte deste povo.
Jesus diz “vos sois o sal da terra”. O sal na época de Jesus nao era usado apenas como tempero, mas para evitar a putrefação da carne, explicou o bispo lembrando que a carne a qual não é adicionada sal apodrece. Mas o sal paralisa qualquer estado de apodrecimento. E isso que Jesus afirma quando diz que somos o sal da terra. É paralisar o apodrecimento, a putrefação da humanidade. Essa é a função da Igreja. Como instituição a Igreja tem o dever de evitar a putrefação da carne. Quando a Igreja levanta bandeira ela afasta o pecador do evangelho. O ministrante lembrou que somos sal da terra e fomos chamados para fazer diferença. Não é levantando a bandeira contra o homossexualismo que faremos a difernça, mas sabendo que onde há o pecado, há putrefação da carne, porque falta o sal. Se somos sal, na nossa presença a carne não se perde. Aquele que está fora do alvo, em presença do sal, muda de postura sem que precisemos levantar bandeira, afirmou o ministrante, lembrando que nos últimos vinte anos a humanidade vem se perdendo em proporção maior do que no período do dilúvio. Isso porque a proporção do sal diminuindo em relação à carne que se perde. A imoralidade, a promiscuidade tem se propagado, porque o sal não reage na mesma proporção. Falta sal na terra porque o sal está no saleiro. Não podemos nos isolar, quando Jesus nos manda ser sal da terra. Temos a função de fazer diferença porque somos filhos de Deus, reiterou o bispo, perguntando à Igreja “você tem sido sal da terra? As pessoas lhe respeitam? Quando você chega as pessoas mudam o tom da conversa, ou você entra no tom? Você está sendo sal ou está sendo insípido, perdendo o seu sabor?” O ministrante exortou a igreja a se cuidar para não perder o seu sabor, para não perder sua função. Se Deus nos chamou para ser sal, não podemos perder a nossa funcionalidade de fazer a diferença no mundo. Por isso Jesus disse: aquele que se acha em pé, cuide para que não caia. Homens e mulheres que foram expoentes na obra de Deus e não cuidam, quando caem, o diabo amassa e pisa, ponderou o ministrante. Deus pode lançar fora aquele que não tem função, disse o bispo afirmando que esta é uma palavra dura, mas precisa ser dita. Há vários textos bíblicos que afirmam isso: se não der fruto será lançado fora, se não for sal será lançado fora...
Cuidado, exortou o bispo, para não se contado como os ímpios. Outrora você pode ter sido pecador, mas agora que recebeu o DNA de Cristo não pode mais ser incluído nesse rol e se você não tem sido o sal, se sua via não tem incomodado o mundo, não tem transformado a situação, é preciso atenção e mudança. Deus quer sal, para que a humanidade não se perca e se somos esse sal precisamos agir como tal.