Localização da ICMV

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domingo, 12 de junho de 2011

Culto de Domingo da Manhã de 12-06-11






É tempo de demonstrar o caráter de Cristo ao mundo







O ministrante da manhã, o Bispo Roberto Marques, dando continuidade à serie de ministrações sobre o Sermão do Monte, leu com a Igreja Mateus lembrando que o cristão deve apresentar o caráter de Deus. E é disso que esse texto trata, em sua essência. O caráter que Jesus delineia nas bem aventuranças é o Seu próprio caráter. Jesus era homem humilde. Era homem que chorava. A Bíblia não diz que Ele sorriu, mas relata que ele chorava. Ele manso. Era misericordioso. Tinha fome e sede de justiça, tinha o coração limpo e era pacificador. Por isso foi perseguido. O mundo o odiou, lembrou o bispo, assegurando que o mundo odeia-nos não pelo que fazemos, mas que somos. O mundo odiava Jesus pelo que Ele era. Assim é também com os cristãos. O mundo nos odeia pelo que somos. Estamos no mundo, mas não somos dele. Jesus diz que temos que fazer diferença. Isso choca porque os incrédulos percebem o que não são. Isso incomoda, reitera o Bispo, mostrando que a última bem aventurança, contida no versículo 10 mostra que essa justiça incomoda. No versículo 11 Ele deixa claro que justiça é essa: o próprio Jesus. O mundo não mede esforços para torcer a verdade, assegurou o ministrante, mas é necessário ficar firmes porque isso trará a vitória a quem tem o caráter de Jesus. Se você tem o caráter delineado pelas bem aventuranças agirá com diferença. No mundo “é dente por dente, olho por olho”. O padrão cristão incomoda o mundo porque traz o caráter de Cristo “apresentar a outra face”. A diferença é como se reage. Jesus disse: alegrai-vos na perseguição. Isso é horrível para o mundo, que pensa “se me traem, eu traio; se me odeiam, eu odeio ”. Mas o cristão ama os que os perseguem. Faça uma análise: como você tem reagido à perseguição do mundo? Comece se perguntando: Você tem sido perseguido pelo mundo, não porque você é chato, irritadiço, mas porque demonstra o caráter cristão. Se não está incomodando o mundo, há algo com você, garantiu o bispo. Quem quer ser cidadão celeste, não pode ser cidadão do mundo. Precisamos fazer diferença. É interessante observar que o mundo odiou Jesus, mas guardou Suas palavras. Você tem falado de Jesus, tem comunicado ao mundo a Sua mensagem, perguntou o bispo, afirmando que não basta fazer isso por palavras, mas por atos e testemunhos cotidianos. O cristão é aquele que reflete e tem o caráter de Cristo. Que tem como exemplo o Senhor Jesus de Nazaré. Se você está sendo perseguido é porque tem o caráter de Cristo. O profeta é perseguido. Todo profeta é indigesto, não à toa Jonas foi vomitado pelo peixe. Quem está nesta manhã está sendo visitado pelo poder de Deus. É tempo de lavar. Porque água lava e purifica. Você está sendo chamado a um posicionamento. Temos que mudar nossa conduta. As bem aventuranças são perscrutadoras e mudam nossas vidas. Deus quer que você mude para melhor, para o caráter e Jesus Cristo. É necessário mudar, reiterou o bispo, lembrando que falar é fácil, mas viver é difícil. Precisamos buscar essa atitude de posicionamento, não só no culto, mas em todos os momentos, em todo o tempo e lugar. Você tem sido um cristão autêntico, perguntou o Bispo, ministrando sobre a vida da Igreja e suplicando a Deus por essa unção na vida dos Seus filhos, abençoou a Igreja.

domingo, 29 de maio de 2011

Culto de Santa Ceia e da Família Manancial de 29-05-11




É tempo de congregar

O ministrante da manhã, o pastor Silas, da Igreja da Paraíba, convidado a ministrar neste dia de comunhão da família Manancial leu com a Igreja os Salmos 126: 1-6
1 Quando o SENHOR trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham.
2Então a nossa boca se encheu de riso e a nossa língua de cântico; então se dizia entre os gentios: Grandes coisas fez o SENHOR a estes.
3 Grandes coisas fez o SENHOR por nós, pelas quais estamos alegres.
4 Traze-nos outra vez, ó SENHOR, do cativeiro, como as correntes das águas no sul.
5 Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria.
6 Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos.





E suplicando a Deus para que faça o povo regressar agradeceu ao Senhor e lembrou que todos nós um dia saímos do cativeiro até que chegamos aos pés de Jesus. Os israelitas estavam assim, rejeitados, desprezados, mas recebeu do Senhor uma palavra de libertação. O salmista registra isso nos salmos 137. O salmo fala da saudade que o povo sentia de sua terra, do choro saudoso que deu lugar às músicas outrora cantadas.
Hoje quando olhamos para a sociedade vemos que o povo se alegra pelos seus bens, pelo seu status, mas não se alegra por ter o Deus de Sião. Nós podemos nos alegrar com a presença deste Deus a quem servimos. Muitas pessoas estão se alegrando com as coisas ou com o nome que possuem, mas nós nos alegramos pela salvação de Deus que tem feito grandes coisas em nossas vida. Muitos só conseguem ver as grandes coisas materiais, mas a nossa grande vitória está na libertação do cativeiro, na certeza da salvação do Senhor.
Livre, o povo de Israel pode se alegrar no Senhor e reconhecer “Grandes coisas fez o SENHOR por nós, pelas quais estamos alegres”. Israele vivia um tempo de paz, as lutas haviam cessado, assim como acontece quando entregamos nossa vida a Jesus. As lutas podem vir, mas vêm com o refrigério do Senhor. Quando não estamos na presença de Deus não entendemos isso, afirmou o pastor, mas quando saimos do cativeiro conseguimos viver um tempo de paz, que não se assemelha à paz do mundo.
Israel vivia um tempo de exílio, de vergonha, de sofrimento e precisa se consertar. Quantos estão na Igreja e continuam sofrendo, continuam envergonhados porque não mudaram seu estilo de vida. Santidade traz alegria, assegurou o ministrante. Muitos conseguem viver a alegria do mundo, cantar as músicas que até têm literatura, mas não têm espiritualidade. É tempo de santificação e a Bíblia diz que precisamos nos santificar para conhecer a Deus. As coisas espirituais refletem as coisas materiais. Quandto mais nos espiritualizamos, quanto mais buscamos, mais melhoramos, porque o espiritual mexe com o material. Israel sabia disso , mas estava no cativeiro porque se esqueceu de se santificar. Quanto mais a Igreja se santificar, mais alegria terá, a casa, a família, o financeiro melhorará. Ficamos como quem sonha. O pastor lembrou o que aconteceu com Miriã. Ela chamou as mulheres e dançou diante diante de Deus. Miriã tocou os tamborins porque sabia que a alegria do Senhor é a nossa força. É tempo de nos alegrar no Senhor por tudo aquilo que Ele tem promovido em nossas vidas, reiterou o pastor, conclamando a Igreja a santificar o pensamento, o comportamento, as atitudes. Como no trabalho, na universidade, na família você tem se comportado? Perguntou o pastor, citando os salmos 137:1 “Junto dos rios de babilônia, ali nos assentamos e choramos, quando nos lembramos de Sião.” Israel se lembrava como era bom estar na congregação. Não há nada melhor do que estar na congregação. O povo chorava porque sentia falta de congregar, reafirmou o pastor, exortando aos que irão se batizar a não deixar o primeiro amor. A não deixar de congregar por qualquer motivo, como tem acontecido com muitos. O ministrante lembrou a prisão de Paulo e Silas, quando, viram as cadeias sendo rompidas porque não deixaram de cantar. Há pessoas que só vêm à Igreja aos domingos e por qualquer motivo deixam de congregar, quando deveriam perceber que as benção vêm para aqueles que congregam. O Senhor está dizendo que quando a Igreja entender o que significa tempo de santificar, tempo de congregar, tempo de paz, certamente virá sobre ela um grande avivamento, profetizou o ministrante.
Quem serve o Senhor tem o melhor desta terra, afirmou o pastor contando sua própria experiência, quando recebeu um bom carro como bençãos de Deus. Quando o Senhor nos tira do cativeiro faz uma obra completa. E lembrou à Igreja que é tempo de oração, assim como foi para Israel no tempo do exílio. Como cantaremos a canção do SENHOR em terra estranha?, perguntava o salmista. É tempo de oração em todo lugar. Muita oração, muito poder. Pouca oração, pouco poder. Oração em todo tempo e lugar. Aproveite os momentos para orar, as caminhadas, os momentos de faxina. Orar sem cessar é o caminho. Nada vai acontecer se não orarmos, assegurou o pastor. Israel saiu do cativeiro, porque parou para orar. Se ajoelharmos diante do Senhor o céus se abrem. Não precisamos pegar carona na oração dos outros. Quanto mais oramos, mais gargalhadas o Senhor dá, afirmou o pastor lembrando que Deus fará grandes coisas em nossas casas, se orarmos, se nos santificarmos, se congregarmos. Aquelas situações mal resolvidas, a vida sentimental, financeira, profissional, tudo se resolverá e as pessoas à sua volta verão isso e dirão: grandes coisas fez o Senhor. Você atravessado muitos cativeiros, mas o Senhor libertará você deste cativeiro.

domingo, 22 de maio de 2011

Culto de Santa Ceia de domingo 22-05-11




É tempo de ser pacificador





O ministrante da noite, Bispo Roberto Marques, iniciou a ministração fundamentada no tema “O Sermão do Monte” e lembrou à Igreja quantos que esse sermão foi proferido por Jesus aos Seus discípulos e discípulos são os que seguem. Aqueles que hoje seguem a Jesus são seus discípulos. A base da palavra de hoje é o versículo “Bem aventurado os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus” registrado em Mateus 5:9. As três primeiras bem aventuranças nos mostram o reconhecimento da fragilidade humana. Quando somos realmente cheios da justiça e da presença de Deus somos misericordiosos, afirmou o bispo, ensinando que o homem natural não consegue alcançar o nível de humildade, de choro, de mansidão e misericórdia por si. Só conseguem aqueles que foram tocados e convertidos por Deus. As bem aventuranças se interligam, explicou. Aqueles que são pobres de si, enchem-se de Deus e, tocados, choram pelos seus pecados, por isso serão limpos. Só quem é limpo consegue ser pacificador. Pacificador não é apaziguador, mas aquele que está em paz com Deus. Não há como ser pacificador sem ser manso na visão de Deus. Pacificador não é aquele que não tem reação, mas aquele que busca a paz. Jesus não veio com poder bélico para libertar o povo dos romanos, como esperavam os judeus. Mas Ele veio trazer a paz, que não é conquistada pelo poder bélico, mas com Seu exemplo. Ele deve ser a nossa paz. Não há como desassociar a nossa paz da paz de Cristo, porque essa é diferente da paz que o mundo oferece. A paz de Cristo vai fazer diferença em nossas vidas. Precisamos ter paz com Deus, daí, teremos paz com os homens. quem resolve seu relacionamento com Deus também resolve seus relacionamentos pessoais. Se seu inimigo tiver fome, dê-lhe de comer, se tiver sede, dê-lhe de beber. Mas só fazem isso os que têm o DNA de Deus. O caráter de Deus é passado aos Seus filhos e nas bem aventuranças Jesus estava desenhando o caráter do cristão. Ao lermos esse Sermão devemos deixá-lo falar conosco, exortou o bispo. A sétima bem aventurança trata do pacificador. Jesus se intitulou “O Príncipe da paz”, e Ele nos quer pacificadores, e para isso a primeira coisa que devemos fazer é fechar a boca. Devemos se tardio em irar. Muitos problemas, muitas brigas, muitas dissensões e discussões não aconteceriam se falássemos menos e ouvíssemos mais. Aquele que ama encobre a falha, mas aquele que levanta o problema suscita a ira diz Tiago. Quando somos muito críticos, vemos o erro no outro e deixamos de ver o que precisa ser mudado em nós. Para nos aproximar do caráter de Deus começamos a nos esvaziar de nós mesmos, chegamos a ser misericordiosos e pacificadores e isso não nos livra da próxima bem aventurança, não deixaremos de ser perseguidos, afirmou o ministrante, porque o mundo odeia aquele que vive conforme Jesus ensinou. Não precisamos sair do mundo, mas não podemos viver conforme o mundo. O mundo não tolera quem oferece a outra face. Jesus muitas vezes ficou calado, principalmente quando estava sendo acusado. Como ovelha muda, seguiu para o matadouro, porque a sua missão era nos trazer a paz. Jesus sabia qual era a sua missão e nós também fomos chamados a ser pacificadores, nem sempre devemos falar o que pensamos, ensinou o bispo lembrando um ditado árabe “Você é senhor do seu silêncio e escravo de suas palavras”. Mostrar o erro do irmão a ele, mas os outros não precisam ficar sabendo. Isso é ser pacificador. Encobrir o erro não é encobrir ou ser conivente com o pecado, mas mostrá-lo ao pecador, com misericórdia, ensinou o ministrante orando com a Igreja para encorajá-la a seguir o caráter.

domingo, 1 de maio de 2011

Culto da manha de domingo de 01-05-11




É tempo de colocar nossos problemas diante do Senhor e esperar Nele




A ministrante, pastora Andrea Hermes, iniciou louvando a Deus pelo privilégio de conhecer e compartilhar a palavra de Deus e convidando a Igreja a abrir a Bíblia em I Samuel 1: 1-28


1 Houve um homem de Ramataim-Zofim, da montanha de Efraim, cujo nome era Elcana, filho de Jeroão, filho de Eliú, filho de Toú, filho de Zufe, efrateu.
2 E este tinha duas mulheres: o nome de uma era Ana, e o da outra Penina. E Penina tinha filhos, porém Ana não os tinha.
3 Subia, pois, este homem, da sua cidade, de ano em ano, a adorar e a sacrificar ao SENHOR dos Exércitos em Siló; e estavam ali os sacerdotes do SENHOR, Hofni e Finéias, os dois filhos de Eli.
4 E sucedeu que no dia em que Elcana sacrificava, dava ele porções a Penina, sua mulher, e a todos os seus filhos, e a todas as suas filhas.
5 Porém a Ana dava uma parte excelente; porque amava a Ana, embora o SENHOR lhe tivesse cerrado a madre.
6 E a sua rival excessivamente a provocava, para a irritar; porque o SENHOR lhe tinha cerrado a madre.
7 E assim fazia ele de ano em ano. Sempre que Ana subia à casa do SENHOR, a outra a irritava; por isso chorava, e não comia.
8 Então Elcana, seu marido, lhe disse: Ana, por que choras? E por que não comes? E por que está mal o teu coração? Não te sou eu melhor do que dez filhos?
9 Então Ana se levantou, depois que comeram e beberam em Siló; e Eli, sacerdote, estava assentado numa cadeira, junto a um pilar do templo do SENHOR.
10 Ela, pois, com amargura de alma, orou ao SENHOR, e chorou abundantemente.
11 E fez um voto, dizendo: SENHOR dos Exércitos! Se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas à tua serva deres um filho homem, ao SENHOR o darei todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha.
12 E sucedeu que, perseverando ela em orar perante o SENHOR, Eli observou a sua boca.
13 Porquanto Ana no seu coração falava; só se moviam os seus lábios, porém não se ouvia a sua voz; pelo que Eli a teve por embriagada.
14 E disse-lhe Eli: Até quando estarás tu embriagada? Aparta de ti o teu vinho.
15 Porém Ana respondeu: Não, senhor meu, eu sou uma mulher atribulada de espírito; nem vinho nem bebida forte tenho bebido; porém tenho derramado a minha alma perante o SENHOR.
16 Não tenhas, pois, a tua serva por filha de Belial; porque da multidão dos meus cuidados e do meu desgosto tenho falado até agora.
17 Então respondeu Eli: Vai em paz; e o Deus de Israel te conceda a petição que lhe fizeste.
18 E disse ela: Ache a tua serva graça aos teus olhos. Assim a mulher foi o seu caminho, e comeu, e o seu semblante já não era triste.
19 E levantaram-se de madrugada, e adoraram perante o SENHOR, e voltaram, e chegaram à sua casa, em Ramá, e Elcana conheceu a Ana sua mulher, e o SENHOR se lembrou dela.
20 E sucedeu que, passado algum tempo, Ana concebeu, e deu à luz um filho, ao qual chamou Samuel; porque, dizia ela, o tenho pedido ao SENHOR.
21 E subiu aquele homem Elcana com toda a sua casa, a oferecer ao SENHOR o sacrifício anual e a cumprir o seu voto.
22 Porém Ana não subiu; mas disse a seu marido: Quando o menino for desmamado, então o levarei, para que apareça perante o SENHOR, e lá fique para sempre.
23 E Elcana, seu marido, lhe disse: Faze o que bem te parecer aos teus olhos; fica até que o desmames; então somente confirme o SENHOR a sua palavra. Assim ficou a mulher, e deu leite a seu filho, até que o desmamou.
24 E, havendo-o desmamado, tomou-o consigo, com três bezerros, e um efa de farinha, e um odre de vinho, e levou-o à casa do SENHOR, em Siló, e era o menino ainda muito criança.
25 E degolaram um bezerro, e trouxeram o menino a Eli.
26 E disse ela: Ah, meu senhor, viva a tua alma, meu senhor; eu sou aquela mulher que aqui esteve contigo, para orar ao SENHOR.
27 Por este menino orava eu; e o SENHOR atendeu à minha petição, que eu lhe tinha feito.
28 Por isso também ao SENHOR eu o entreguei, por todos os dias que viver, pois ao SENHOR foi pedido. E adorou ali ao SENHOR.

A pastora contou à Igreja que ministrou essa palavra antes de ser mãe e mesmo tendo ouvido do médico que teria problemas para engravidar, confiou e profetizou em sua vida que estaria grávida dentro de um ano e hoje testemunha que isso aconteceu quase que imediatamente após sua oração. Ela guarda essa palavra em seu coração e hoje quer compartilhar com a Igreja o que é o milagre. De acordo com o dicionário milagre é algo que vai além de nossas possibilidades, é algo impossível, mas que acontece. O maior milagre que Deus realiza em nossas vidas é o milagre da salvação. Não importa se outra pessoa pense que algo impossível, se para nós parece impossível e acontece, é milagre. É algo que mexe conosco porque é quando Deus manifesta seu poder em nossas vidas. Nesse texto vemos o relato de um homem que tinha duas mulheres e uma delas era estéril. Naquele período para uma mulher ter filhos era uma questão de honra e era valorizada pelo número de filhos que dava ao seu marido, que poderia se casar de novo se a mulher fosse estéril. Elcana tinha duas mulheres, Penina que significa pérola e Ana cheia de graça. Mesmo sendo estéril e tendo o amor de seu marido, ela não se satisfazia porque o vazio sentido por não ser mãe não era suprido por esse amor. Ela queria satisfazer esse sonho. Todos nós temos sonhos materiais ou emocionais e sonhos são saudáveis. Muitas vezes pensamos que coisas suprem o vazio de nosso coração. Nada supre a ausência de Deus em nossas vidas. Ana era amargurada, mas não permaneceu da forma que estava. Ela tomou uma decisão e buscou alcançar o milagre de Deus. Ela tomou algumas atitudes, enquanto não alcançava o milagre. Ela não murmurou diante dos problemas. Ela não rebateu a afronta da outra mulher. Ela sofreu, mas deixou que o inimigo sobrepujasse. Quantas vezes vemos o ímpio prosperar e nos sentimos injustiçados. Ana era afrontada pela humilhação de Penina. Ana preferiu trocar o sentimento de autocomiseração pelo sentimento de fé. Ela creu e não se colocou como vítima da situação. Precisamos trocar o sentimento de autocomiseração, de achar que somos coitados e agir como filhos de Deus. Não há como Deus agir se continuarmos agindo como vítimas e não como filhos de Deus.
A segunda atitude de Ana foi que em meio à angústia não deixou de ir ao templo adorar. Quantas vezes ao passarmos por lutas não temos ânimo de ir à Casa de Deus. Muitas vezes achamos que o melhor lugar é ficarmos quietos em casa. É certo que nesses moimentos tudo nos empurra para ficarmos sós. Mas o melhor lugar para Deus agir é em Sua casa. Ana não deixava de ir, mesmo sendo afrontada. Ela foi ao templo buscar a misericórdia. Ela fez de sua dificuldade o desafio a ser vencido. Ela olhou para a tristeza e humilhações e gerou fé para continuar. Não podemos olhar para as dificuldades e parar. Mesmo sendo humilhada ela perseverou e creu que Deus poderia fazer algo.
A terceira atitude de Ana: ela se derramou na presença de Deus. O melhor lugar para procurarmos a solução para nossos problemas é na casa do Senhor, reiterou a pastora. Ana foi e chorou. Não importa quem está do nosso lado. O que importa é que Deus está nos ouvindo. Ana buscou Deus e se derramou na Sua presença. Ela fez a entrega de tudo que tinha no momento.
A quarta atitude é que Ana entregou os seus problemas a Deus. Ela não murmurou, não deixou de ir ao Templo, ela se derramou na presença de Deus e ela entregou os problemas a Deus. As vezes carregamos uma carga muito pesada porque não agimos como Ana. Queremos resolver nossos problemas com nossas próprias forças. Ana ao sair do Templo não tinha o mesmo semblante. Quando ela entregou o problema a Deus, recebeu forças que a revigorou. Precisamos saber em quem confiamos. Agora é com o Senhor! Foi isso que Ana fez. Entregou a Deus os seus problemas e mudou seu semblante. Muitas vezes não abrimos mão da dor. O remédio para o desânimo é a entrega ao Senhor. Em Mateus 6:27 Jesus nos diz: E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura? De nada adianta ficarmos sem comer, sem dormir, nenhum de nós podemos resolver nossos problemas com nossas forças. Podemos resolver temporariamente, mas em seguida nos desmoronamos novamente porque nada podemos sem Deus.
A quinta atitude de Ana foi não compartilhar com outras pessoas os seus problemas. Precisamos saber em quem confiar. Ela apenas disse a Eli que havia se derramado diante de Deus, mas não revelou o que era. Muitas pessoas tentam nos desanimar, por isso precisamos compartilhar nossos sonhos apenas com quem ora por nós, com quem deseja o mesmo que nós. Devemos compartilhar com a pessoa correta.
A sexta atitude é que depois que recebeu a bênção ela cumpriu os seus votos. Ela esperou seu filho desmamar e entregou o seu filho ao Senhor. Quando alcançamos milagres em nossa vida precisamos honrar nossos votos, porque não podemos nada.
Imagine como foi difícil para Ana entregar o filho tão esperado, mas ela sabia a quem estava entregando. A Bíblia diz que quando o homem tinha duas mulheres a porção dobrada era do primogênito mesmo não sendo filho da mulher que amava. Samuel não teve a porção dobrada, mas teve o melhor de Deus. Precisamos saber que mesmo não sendo o convencional, mesmo não recebendo o que diante dos homens parece ser o melhor, Deus tem o melhor para os que depositem Nele a sua confiança, assegurou a ministrante orando com a Igreja.

domingo, 10 de abril de 2011

Culto da manha de domingo de 10-04-11


É tempo de ter fome e sede da justiça de Deus

O ministrante, Bispo Roberto Marques, iniciou explicando que o Sermão do Monte certamente foi a pregação mais importante que Jesus ministrou. Ele começa intencionalmente falando de que é digno de entrar no Reino dos Céus. Ele fala das bem aventuranças. Em geral o que o mundo entende por feliz é o soberbo, mas Jesus fala do humilde. Ele não trata de bens materiais, não na visão física, mas na visão espiritual. Quem quer o Reino deve reconhecer que não é nada. Aquele que pensa ser alguma coisa não obterá nada. Jesus fala que bem aventurado são os que choram. O mundo não entende assim: choro é sinal de perda, de tristeza. Mas Jesus está falando sobre aquele que chora pelas mazelas do pecado. Jesus diante do túmulo de Lázaro não chorou pela perda, mas pelas mazelas do mundo. Você tem chorado pelos pecado de sua casa, pelos pecados da nação, perguntou o ministrante. Nós entendemos que precisamos ser mansos no padrão de Deus. Manso não é o pacto que não reage a nada, mas aquele que sabe onde está e para onde vai. Jesus é o maior exemplo de mansidão, reiterou o bispo. Quem quer ser exaltado não espere do homem, mas aguarde em Deus que a Seu tempo exaltará quem se humilha. Hoje, afirmou o bispo, a bem aventurança em destaque é “bem aventurados aqueles que têm fome e sede justiça”. Se formos justos como a palavra de Deus manda, se o mundo se encher de cristãos verdadeiros não teremos guerras, nem massacres de inocentes, afirmou o bispo, lembrando o recente e triste episódio de Realengo-RJ. Jesus falava da justiça e da santificação. O mundo só será melhor se tivermos pessoas santas. Jesus passa aqui o caráter do cristão. Não é uma condicional. É uma exigência. Hoje em dia as pessoas estão famintas por bênçãos. As bênçãos não podem preceder a justiça, garantiu o bispo. Não podemos estar famintos de bênçãos, sem estar famintos de justiça. Qual é a sua fome? Da justiça de Deus ou de bens matérias, perguntou o ministrante afirmando que não há mal em querer bens, desde que eles não se sobreponham às coisas de Deus. A justiça deve estar em primeiro lugar “bem aventurados aqueles que têm fome e sede justiça”. Quem está faminto de justiça faz de tudo para saciar essa falta. Fome e sede destacou o bispo. Você tem estado ávido das coisas de Deus? Você tem estado ávido pela santidade e pelo relacionamento com Deus? Ninguém come ou bebe uma vez por semana. Devemos nos alimentar no mínimo seis vezes ao dia, dizem os nutricionistas. Os economistas aconselham a não irmos às compras com fome, caso contrário iremos com avidez. É essa figura que Jesus usa. Quem tem fome vai com avidez para suprir a carência. É isso que os cristãos precisam fazer em busca da justiça. O seu viver tem chocado o mundo, perguntou o bispo. Quanto mais os homens falam de justiça mais se veem guerras e corrupção, porque a justiça do homem não reflete a justiça divina, ponderou o ministrante lembrando que fomos chamados para escandalizar o mundo, sendo diferentes. Fomos chamados para fazer justiça segundo os padrões de Deus. Aquele que tem fome e sede será farto, afirma Jesus. A Sua ideia é de um continuun. Ela não será saciada de uma única vez. Todo dia temos fome e sede e nunca saciamos, assim também é a sede e fome de Deus e de Sua justiça. Temos que ter fome de santidade e de santificação continuamente, pois sem isso não temos como agradar a Deus. O Sermão do Monte é um chamado à introspecção. As três primeiras bem aventuranças nos chama a olhar para nós, mas a quarta nos chama a agir. Para ser cheio é preciso se esvaziar, para receber o perdão é preciso se arrepender e para ter ser fartos é preciso ter fome. Não adianta nos enganar, nem viver de aparências. É preciso mudar de atitude. Há um quadro bastante conhecido, em geral exposto nas casas evangélicas: os dois caminhos. De um lado o caminho largo que leva à perdição e o estreito que leva á Deus. Mas nesse quadro há um erro, pois há também um caminho neutro que não leva a lugar nenhum. Isso não existe. Temos que fazer uma escolha. Paulo fala em Filipenses 3:13-14 “Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” Ele fala que a fome e a sede de justiça e de santificação não pode ser deixada. Precisamos esquecer as coisas que ficaram e que nos levavam à perdição. Quando corremos atrás do secundário não alcançamos a justificação, não alcançamos o principal. Quem tem fome de justiça e de santificação alcança também o secundário. Os heróis da fé eram homens famintos da justiça. Eles não mediram esforços para se relacionar com Deus. A biografia de homens mais recentes, como Santo Agostinho, John Wickliff, Paul Yonggi Cho, dentre outros, vemos que eles realmente tinham fome e sede de Deus. Se você não está incomodando o mundo, há algo errado com você. Isso não significa ser pedante ou insistente, mas um testemunho vivo da presença de Deus. Há pessoas que estão com fastio e não com fome. Essa é a imagem de muitos cristãos. Estão com fastio da justiça de Deus. Estão com fome de bênçãos e não da justiça de Deus. Quando Deus promete: você será farto quando tiver fome da justiça de Deus. Quem sabe você está precisando tomar um estimulante de apetite para as coisas espirituais, para que o seu relacionamento com Deus esteja em primeiro lugar, concluiu o ministrante orando pela igreja.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Culto da Vitória 08-04-11


É tempo de sarar as decepções

O ministrante, Bispo Roberto Marques, iniciou explicando que o Culto da Noite da Vitória é o culto mais antigo da Igreja, e só freqüenta esse culto os que estão marcados para vencer. Os que aqui estão vêm cansado da semana de trabalho, mas perseveram e isso é marca de vitorioso, afirmou. Só de estar na Casa do Senhor é sinal de ser um vencedor, garantiu. Não importam as lutas que enfrentam porque o Senhor está à frente. O ministrante afirmou que o tema da noite é “decepção”. Muitas vezes nos decepcionamos com Deus, pensamos em jogar a toalha. Isso aconteceu com vários servos de Deus, não é exclusividade sua, contou o bispo, ensinando que a decepção é natural, que pensar em desistir também é , mas só não se pode retroceder. Não seremos julgados pela intenção, mas pelo que fazemos, afirmou. Quando Jesus estava sendo humilhado até a morte, seus discípulos se decepcionaram disse o ministrante narrando o episodio do calvário e da morte de Jesus. Lucas 24:15- 15 E aconteceu que, indo eles falando entre si, e fazendo perguntas um ao outro, o mesmo Jesus se aproximou, e ia com eles. 16 Mas os olhos deles estavam como que fechados, para que o não conhecessem. 17 E ele lhes disse: Que palavras são essas que, caminhando, trocais entre vós, e por que estais tristes? 18 E, respondendo um, cujo nome era Cléopas, disse-lhe: És tu só peregrino em Jerusalém, e não sabes as coisas que nela têm sucedido nestes dias? 19 E ele lhes perguntou: Quais? E eles lhe disseram: As que dizem respeito a Jesus Nazareno, que foi homem profeta, poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo; 20 E como os principais dos sacerdotes e os nossos príncipes o entregaram à condenação de morte, e o crucificaram. 21 E nós esperávamos que fosse ele o que remisse Israel; mas agora, sobre tudo isso, é já hoje o terceiro dia desde que essas coisas aconteceram. 22 É verdade que também algumas mulheres dentre nós nos maravilharam, as quais de madrugada foram ao sepulcro; 23 E, não achando o seu corpo, voltaram, dizendo que também tinham visto uma visão de anjos, que dizem que ele vive. 24 E alguns dos que estavam conosco foram ao sepulcro, e acharam ser assim como as mulheres haviam dito; porém, a ele não o viram. 25 E ele lhes disse: O néscios, e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! 26 Porventura não convinha que o Cristo padecesse estas coisas e entrasse na sua glória? 27 E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras. 28 E chegaram à aldeia para onde iam, e ele fez como quem ia para mais longe. 29 E eles o constrangeram, dizendo: Fica conosco, porque já é tarde, e já declinou o dia. E entrou para ficar com eles. 30 E aconteceu que, estando com eles à mesa, tomando o pão, o abençoou e partiu-o, e lho deu. 31 Abriram-se-lhes então os olhos, e o conheceram, e ele desapareceu-lhes. 32 E disseram um para o outro: Porventura não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava, e quando nos abria as Escrituras? 33 E na mesma hora, levantando-se, tornaram para Jerusalém, e acharam congregados os onze, e os que estavam com eles, 34 Os quais diziam: Ressuscitou verdadeiramente o Senhor, e já apareceu a Simão. 35 E eles lhes contaram o que lhes acontecera no caminho, e como deles fora conhecido no partir do pão. 36 E falando eles destas coisas, o mesmo Jesus se apresentou no meio deles, e disse-lhes: Paz seja convosco. 37 E eles, espantados e atemorizados, pensavam que viam algum espírito. 38 E ele lhes disse: Por que estais perturbados, e por que sobem tais pensamentos aos vossos corações? 39 Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho. 39 E, dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. 40 E, não o crendo eles ainda por causa da alegria, e estando maravilhados, disse-lhes: Tendes aqui alguma coisa que comer? 41 Então eles apresentaram-lhe parte de um peixe assado, e um favo de mel; 42 O que ele tomou, e comeu diante deles. 43 E disse-lhes: São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: Que convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos. 44 Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras. É interessante ver que em certo momento a nossa esperança pode ser frustrada, mas Aquele que prometeu é fiel e vai cumprir a palavra dada. Essa é uma palavra de fé para você, afirmou o bispo. Mesmo Jesus falando, eles não estavam vendo. O que você espera que Deus faça a você? A sua fé não será vã, porque o Senhor realizará o que prometeu. Se você está desanimando, saiba que não há vitória sem batalhas e quem está com você é Jesus de Nazaré, aquele que tem a marca da vitória, garantiu o bispo orando pela Igreja e determinando a vitória, pedindo perseverança. Essa é a chave da vitória: confiar e perseverar.

domingo, 27 de março de 2011

Culto da manhã de Domingo de 27-03-11


É tempo de ser manso O ministrante da manhã, o Bispo Roberto Marques, depois de orar com a Igreja deu continuidade à série de pregações sobre o Sermão do Monte e convidou a Igreja a ler Mateus 5: O Sermão do Monte traz a forma de ser do cristão. E isso choca o mundo, mas se você não tem chocado o mundo e não tem se chocado com o mundo, há algo errado com você, afirmou o bispo. Somos estrangeiros nesta terra. Vivemos no mundo, mas não somos parte dele. Algo está errado, se você não faz a diferença no mundo. No mundo você tem quer O tal, tem que ser o cara, mas Jesus está dizendo que temos que ser humildes. Na visão do homem não chora, mas Jesus diz: bem aventurado os que choram. O diabo tem nos cozinhado a fogo brando, ele tem aquecido a igreja lentamente. Não temos mais chorado pelos pecados, quando não rimos, ponderou o bispo. Estamos deixando que o mundo domine nossos princípios e não temos nos incomodado quando isso acontece. Aquele que acha que tem algum mérito vai chegar diante de Deus sem chances. Mas aquele que reconhece sua situação pecaminosa vai receber o consolo. As bem aventuranças se interligam, ensinou o bispo. Quando você chora pelos pecados você se esvazia e será cheio e consolado por Deus. Há outra coisa que choca o mundo, nele quem é agressivo é que prevalece. O predador é reconhecido como o melhor. Mas Jesus diz que o manso é que herdará a terra. Vemos o exemplo de Abraão. Ele era manso e não precisou se impor, pois sabe onde está e aonde vai chegar. Ele sabia quem era diante de Deus. Você sabe quem é você diante do Pai, perguntou o ministrante. Outro exemplo é Moisés, que foi criado como filho da filha de Faraó, herdeiro do trono egípcio. Abriu mão para obedecer a Deus. Mansidão não significa abaixar a cabeça, mas é não precisar provar nada a ninguém, porque a pessoa já sabe quem ela é. Paulo era manso. Ele não usava seu cargo ou seus títulos, ele se impunha pelo que era. A bem aventurança nos ensina que devemos mudar o foco. Não precisamos dos holofotes em nós. Jesus é o maior exemplo de mansidão. Ele próprio afirma que era manso. Ele não era apático. Não se defendeu quando estava na presença de Pilatos. A Ele não interessava dizer quem era. Ele era. Você não precisa dizer quem se tem certeza de quem é. Se você tem certeza de que é salvo, não precisa ficar falando. As pessoas verão e lhe perguntarão o que você tem de diferente. O cristão é manso. Isso faz parte de seu caráter. Ira e raiva é fruto de medo. Há uma descarga de adrenalina em seu organismo. É uma reação a uma situação porque não estamos firmes. Mas é interessante observar que esse caráter não é algo natural. Se somos cristãos temos o sobrenatural. É fruto do Espírito Santo na nossa vida. Sem essa ação não podemos ser mansos. Jesus sendo Deus assumiu a forma de homem, sendo homem assumiu a forma de servo e foi obediente até a cruz. Lembrem-se do diálogo dos ladrões na cruz. Você não precisa fazer nada para dizer é cristão, mas a mansidão que está em você perturba o mundo. Ela é reconhecida sem precisar ser propagada. Manso não se defende, mas mostra com seu comportamento o que é. Não significa ser tímido ou pacato, mas saber quem é Essa terra é dos mansos. Daqueles que sabem quem são. Deus honrará os mansos, reafirmou o ministrante. Se você é cristão, se é uma bênção, deixe que os outros falem. Se você quer ser exaltado, humilhe-se diante de Deus. E Ele quem vai exaltar você. Não espere isso do homem. O bispo encerrou perguntando à Igreja: você tem certeza de quem é em Cristo? Você tem sido notado não pelo que diz, mas pelo que faz? Você tem feito a diferença no mundo?